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Prefeitura de Cuiabá celebra o Dia do Servidor Público com música, dança e reconhecimento

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Em homenagem ao Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro, a prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, proporcionou na manhã desta terça-feira (28) um momento de alegria e descontração aos servidores que atuam nas diferentes secretarias instaladas no Palácio Alencastro, sede da Prefeitura de Cuiabá. Os servidores foram recepcionados com música pela equipe do Projeto Piano Gente, no início do expediente da manhã e no retorno do horário de almoço, no período da tarde.

Servidora pública de carreira da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso, a prefeita destacou a importância de valorizar os profissionais que dedicam suas vidas ao serviço público e ao atendimento da população cuiabana.

“Hoje é o Dia do Servidor Público e, como servidora, sei o quanto é importante reconhecer o trabalho de quem faz a máquina pública funcionar. Mesmo com recursos limitados, buscamos, por meio de parcerias, promover um momento simples, mas cheio de significado. É uma forma de demonstrar o nosso carinho e respeito por todos os servidores que se dedicam diariamente a Cuiabá”, afirmou coronel Vânia Rosa.

Durante a ação, os servidores participaram de atividades de integração e descontração com o palhaço Pimpolho, reconhecido pelo trabalho social que realiza junto ao Hospital de Câncer de Cuiabá; o professor de dança de salão da academia Criart, Edevaldo Pedroso de Souza; e o saxofonista Dagnel Renner Enoré Silva, servidor da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão.

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Os convidados deram um tom de leveza ao evento, estimulando os servidores a dançarem diferentes ritmos e a cuidarem da saúde física e mental. Também foram compartilhadas informações sobre a importância do autoexame para a detecção precoce do câncer de mama.

“Muitas vezes as dificuldades do trabalho e os dias tensos sobrecarregam. Hoje é um dia diferente, de comemoração, mas a mensagem não muda: a gente tem que manter a união entre os colegas para que o resultado dê certo. Para mim, está sendo uma grande experiência fazer o que gosto, que é levar alegria às pessoas. Eu nunca tinha entrado na Prefeitura de Cuiabá e hoje estou peregrinando por todos os andares”, declarou Pimpolho.

A técnica em contabilidade Daniela Cristina de Pinho, com 34 anos de serviço público e prestes a se aposentar, elogiou a iniciativa. “Em 34 anos trabalhando na Prefeitura, nunca vi um prefeito passar de sala em sala com esse propósito, de agradecer e parabenizar pelo trabalho realizado”, destacou.

“Muito bacana, dá uma descontraída no ambiente e deixa tudo mais animado”, afirmou a coordenadora técnica de captação de recursos, Rafaela Montenegro.

O secretário municipal de Orçamento, Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior, que também recepcionou a prefeita com sua equipe em sua secretaria, avaliou a ação de forma positiva. “Quebra a rotina do trabalho, traz mais alegria e motivação para a gente produzir cada vez mais e estimular o servidor público a estar cada vez mais comprometido com as melhorias que Cuiabá merece e necessita”, ressaltou.

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A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, reforçou que a homenagem vai além da data comemorativa, ressaltando o papel essencial dos servidores.

“Cuiabá é uma capital sustentada pelo trabalho dos servidores públicos. Desde a segurança até a habitação, como a CPA e a COHAB, que nasceram para dar suporte a esses profissionais, tudo reflete o quanto esse segmento é essencial. O servidor público é a base que sustenta o funcionamento da nossa cidade. Por isso, este dia não poderia passar em branco. É preciso lembrar a importância de cada um e incentivá-los a se cuidarem, a se sentirem valorizados e reconhecidos”, completou.

PIANO GENTE

A apresentação do projeto Piano Gente Comunidade, inserida nesta ação, marca o cumprimento de uma ampla agenda de eventos. Segundo o curador do projeto e presidente da Associação Piano Gente, Dario Luiz Scherner, estão previstos mais de 20 locais no cronograma de apresentações para os próximos dias.

“A arte, a música e a dança têm importância no dia a dia das pessoas e também no ambiente de trabalho. A música faz parte das terapias integrativas e, no ambiente corporativo, atua como instrumento de saúde mental. Quando aplicamos isso, percebemos resultados visíveis: maior produtividade, tranquilidade e bem-estar entre os servidores. Cumprimos, assim, o nosso propósito, que é tocar o coração das pessoas e fazer com que esses corações toquem novos corações, formando uma grande rede, uma cadeia do bem”, explicou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Arroz e feijão chegam ao fim de agosto com oferta menor e preços firmes

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A dupla mais tradicional da mesa brasileira chega ao fim de agosto com um mercado mais apertado. O arroz acumula valorização superior a 16% em um mês, enquanto o feijão mantém preços firmes diante da menor disponibilidade de lotes de boa qualidade. Por enquanto, não há indicação de falta dos dois alimentos, mas a redução da produção nacional limita a oferta e aumenta a importância do comportamento de produtores, indústrias e consumidores nas próximas semanas.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá cerca de 11,1 milhões de toneladas de arroz na safra 2025/26, após redução de 14% na área plantada. Para o feijão, considerando as três safras cultivadas ao longo do ano, a produção deve ficar próxima de 3 milhões de toneladas, queda de 3,2% em relação ao ciclo anterior.

Mesmo com a redução, os volumes são considerados suficientes para atender o mercado interno. O ponto de atenção está menos no risco de desabastecimento e mais na quantidade de produto efetivamente disponível para negociação e nos preços necessários para que produtores aceitem vender seus estoques.

No arroz, esse movimento já aparece com maior intensidade. O produto em casca no Rio Grande do Sul encerrou quinta-feira (27) cotado a R$ 79,35 por saca de 50 quilos, segundo o Indicador Safras. A alta foi de 1,98% em uma semana e chegou a 16,15% em um mês. Na comparação anual, o avanço é de 15,26%.

A recuperação devolveu parte da remuneração perdida pelos produtores, mas começa a encontrar resistência na outra ponta da cadeia. Depois de um período de compras mais intensas, as indústrias beneficiadoras recompuseram estoques e passaram a negociar com menor urgência.

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O varejo também resiste ao repasse integral das altas ao consumidor. Esse comportamento pode funcionar como um freio para novas valorizações: se supermercados não conseguirem elevar os preços na mesma proporção, a indústria terá menor espaço para pagar mais pela matéria-prima.

Ao mesmo tempo, produtores continuam retendo parte do arroz à espera de melhores preços. Isso significa que existe produto, mas nem todo o estoque está sendo colocado à venda nas condições atuais. A disputa entre a necessidade de compra da indústria e a disposição do produtor para comercializar será determinante para saber se a saca conseguirá permanecer próxima ou acima dos R$ 80.

No feijão, a situação é diferente. A oferta também está limitada, mas os compradores demonstram menos disposição para elevar suas propostas.

O feijão-carioca começou a semana com negociações mais aquecidas, porém perdeu liquidez depois que os empacotadores reforçaram seus estoques. Com menor necessidade imediata de reposição, as empresas passaram a selecionar melhor os lotes e evitar compras antecipadas.

A menor disponibilidade impede, entretanto, uma queda generalizada das cotações. Produtores que possuem feijão de melhor qualidade continuam firmes nas pedidas, principalmente quando não enfrentam necessidade imediata de caixa.

A qualidade passou, inclusive, a aumentar a diferença entre os preços. Em Itapeva (SP), uma das principais referências do mercado, lotes de feijão-carioca de melhor padrão chegaram ao fim da semana cotados a R$ 332,73 por saca. Para produtos classificados entre notas 8 e 8,5, a referência ficou em R$ 309,53.

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Em outras regiões produtoras, as cotações ficaram próximas de R$ 306,67 por saca em Barreiras (BA) e de R$ 305,60 no Sul e Sudoeste de Minas Gerais.

O feijão-preto apresenta um mercado ainda mais acomodado. A entressafra ajuda a sustentar as cotações, mas as vendas permanecem reduzidas. As referências variam de pouco mais de R$ 210 a cerca de R$ 255 por saca, dependendo da região, qualidade e disponibilidade.

Para o produtor de feijão, a próxima rodada de compras dos empacotadores será decisiva. Se várias empresas precisarem recompor estoques simultaneamente enquanto a oferta de produto de boa qualidade continuar curta, haverá espaço para novas altas. Se os compradores permanecerem abastecidos, os preços tendem a continuar sustentados, mas sem grande avanço.

Arroz e feijão chegam, portanto, ao mesmo ponto por caminhos diferentes. No arroz, a valorização já ocorreu e agora encontra resistência da indústria e do varejo. No feijão, a oferta curta sustenta as cotações, mas ainda falta demanda para desencadear uma nova rodada de altas.

Para quem produz, o cenário melhora a capacidade de negociação depois de períodos de preços pressionados. Para quem compra, o sinal é de cautela. E para o consumidor, a evolução do prato mais tradicional do País dependerá de quanto dessa disputa entre produtores, indústrias e varejo chegará às prateleiras nas próximas semanas.

Fonte: Pensar Agro

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