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Prefeitura de Cuiabá anuncia programa pioneiro de combate à obesidade

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, recebeu em seu gabinete a vereadora Michelly Alencar para discutir políticas de saúde voltadas ao enfrentamento da obesidade. O encontro contou ainda com a secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, o secretário de Economia, Marcelo Bussiki, além dos médicos Dr. Samuel e Dr. Kleber, especialista na área. O encontro foi sediado no Palácio Alencastro, na manhã desta sexta-feira (29).

O destaque da reunião foi a destinação de uma emenda parlamentar no valor de R$ 1,5 milhão feita pela vereadora, que garantirá a compra do medicamento Mounjaro. Com a iniciativa, Cuiabá se tornará a primeira capital brasileira a ofertar gratuitamente o remédio para a população.

“Esse recurso será transformado em saúde pública, esporte e assistência social. O cidadão comum não tem condições de arcar com um tratamento que custa, em média, R$ 1.700 por mês. Estamos falando de salvar vidas e de oferecer dignidade às pessoas que convivem com a obesidade”, afirmou Michelly Alencar.

O prefeito Abilio Brunini destacou que a proposta vai além da medicação, pois a gestão prepara um mega-projeto que unirá saúde, esporte e educação alimentar. “A obesidade é um problema complexo. Não se resolve apenas com remédio. Precisamos incentivar a prática esportiva, promover a reeducação alimentar e oferecer acompanhamento médico e psicológico. Cuiabá dará esse passo pioneiro”, disse.

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A secretária de Saúde, Danielle Carmona, ressaltou que o programa será acompanhado por equipe multidisciplinar. “Estamos estruturando um modelo completo, com acompanhamento médico, nutricional e físico, que garanta resultados duradouros para os cuiabanos”, explicou.

Com a implantação, cerca de 100 pessoas devem ser atendidas inicialmente por uma equipe multidisciplinar formada por médicos, nutricionistas e educadores físicos. O projeto integrará as unidades de saúde e o futuro Centro Integrado de Qualidade de Vida, que está em fase de implantação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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