AGRONEGÓCIO

Prefeitura conclui distribuição de marmitas e cobertores para pessoas em situação de rua

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A Prefeitura de Cuiabá concluiu na quarta-feira (24) a entrega de cobertores e marmitas aos moradores em situação de rua. A ação emergencial desenvolvida pela Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão por conta da frente fria registrada em Cuiabá, foi executada em conjunto com a Defesa Civil, recebendo apoio da Secretaria de Estado de Assistência Social, responsável pelo fornecimento de 300 cobertores e 300 marmitas, em dois dias de ações, foi entregue pelo município.

A ação começou assim que a frente fria repentina atingiu a cidade, no início da semana. A secretária municipal, Helida Vilela, acompanhou a ação que ocorreu no bairro Pedregal, nas proximidades da entrada do Terminal Rodoviário, Beco do Candeeiro e bairro do Porto. Ela explica que a ação é reflexo de um compromisso do município em situações climáticas mais críticas. “Sempre que houver frente fria nos organizaremos para auxiliar as pessoas em situação de vulnerabilidade. É um compromisso social do município”.

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O secretário da Defesa Civil de Cuiabá, Alessandro Borges Ferreira, acompanhou o percurso da ação e ressaltou o papel do município. “Sempre monitoramos a situação climática e, nas proximidades dos momentos mais críticos, avisamos antecipada a assistência social para proceder com o planejamento necessário para atender a população mais vulnerável”.

O secretário Adjunto de Inclusão de Cuiabá, Andrico Xavier, também participou da ação realizada na noite de quarta-feira (25).

#PraCegoVer

A foto ilustra a secretaria municipal de Assistência Social, Helida Vilela, numa praça pública, entregando muma marmita a um morador em situação de rua.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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