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Prefeito, secretária e primeira-dama visitam fase final das obras do CMI

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, acompanhado da secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, e da primeira-dama e vereadora Samantha Iris, realizou nesta terça-feira (7) uma visita técnica às obras de finalização do Centro Médico Infantil (CMI) Antonny Gabriel de Souza Gomes de Moraes, que será o primeiro hospital 100% pediátrico da capital. A entrega da estrutura física está prevista para o próximo domingo (12).

A vistoria faz parte da rotina de acompanhamento do prefeito às obras de saúde em andamento no município. O CMI está sendo instalado em uma área anexa ao antigo Hospital e Pronto-Socorro de Cuiabá, na Avenida General Valle.

Com investimento total de R$ 11,2 milhões, o novo hospital infantil contará com estrutura completa para atendimentos de urgência e emergência, oferecendo salas vermelha, amarela e verde, conforme os protocolos de classificação de risco, além de consultórios médicos, salas de exames, posto de enfermagem, laboratório, farmácia e área de observação.

O espaço também foi projetado para garantir conforto e acolhimento às crianças e seus acompanhantes, com ambientes lúdicos e climatizados, além de acessibilidade plena em todos os setores.

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Durante a visita, o prefeito Abilio Brunini destacou o compromisso da gestão com a entrega de uma unidade moderna e totalmente voltada ao atendimento infantil. “O CMI Antony é um marco para Cuiabá. Esse hospital vai oferecer estrutura adequada especializada para nossas crianças, algo que a cidade esperava há muito tempo. Após essa entrega da parte estrtural vamos correr para começar o atendimento de nossas crianças até o fim do ano”, afirmou.

A secretária de Saúde, Danielle Carmona, reforçou que o CMI faz parte do processo de reestruturação da rede municipal. “Estamos reorganizando os serviços, entregando unidades novas e qualificando as existentes. O CMI será referência para o atendimento pediátrico e aliviará a demanda sobre o HMC e demais unidades de urgência e emergência”, explicou.

Para a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, o hospital representa um avanço social e um gesto de cuidado com as famílias cuiabanas. “O Centro Médico Infantil é mais do que uma obra; é um espaço que simboliza amor, acolhimento e esperança para as nossas crianças. Cuidar da infância é investir no futuro”, destacou.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Carne, café e soja terão que comprovar origem a partir de 30 de dezembro

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Produtores, cooperativas e exportadores brasileiros que abastecem o mercado europeu têm menos de três meses para revisar as informações de origem dos produtos sujeitos ao Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR). A aplicação começa em 30 de dezembro para grandes e médios operadores abrangidos pela norma. A preparação exige identificar as áreas de produção, conferir fornecedores e reunir evidências de regularidade.

O regulamento alcança bovinos, cacau, café, óleo de palma, borracha, soja, madeira e determinados derivados. Para entrar no mercado europeu, os produtos incluídos precisam atender a dois critérios: estar livres de desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020 e ter sido produzidos conforme a legislação aplicável no país de origem.

Isso significa que uma autorização de supressão de vegetação concedida no Brasil não afasta, por si só, o critério europeu. O comprador responsável pela entrada da mercadoria no bloco terá de verificar tanto a legalidade da produção quanto o histórico da área.

A localização é uma das informações centrais. Para produtos agrícolas, o regulamento exige a geolocalização das áreas onde a matéria-prima foi produzida. Quando um lote reúne produção de diferentes propriedades, as respectivas origens precisam ser identificadas.

Na pecuária, a exigência envolve os estabelecimentos onde os bovinos foram mantidos. A organização dos dados, portanto, precisa alcançar as etapas anteriores ao fornecimento para o abate, conforme os requisitos aplicáveis ao produto.

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O Cadastro Ambiental Rural (CAR) pode integrar o conjunto de informações utilizado na comprovação. Sua apresentação, entretanto, precisa estar acompanhada de dados e evidências verificáveis sobre a área, a produção e sua conformidade. Divergências entre coordenadas, documentos e registros dos fornecedores podem dificultar a análise.

A obrigação de realizar a chamada diligência devida, processo de coleta de informações e avaliação de riscos, recai principalmente sobre o operador que introduz o produto no mercado europeu pela primeira vez ou o exporta da União Europeia. O produtor brasileiro que fornece a uma empresa responsável pela exportação pode receber pedidos de informações necessários ao cumprimento dessas obrigações.

Essa diferença também importa para os prazos. A maior parte dos micro e pequenos operadores abrangidos terá até 30 de junho de 2027, mas isso não assegura automaticamente um prazo adicional ao pequeno produtor brasileiro. Quem abastece um comprador sujeito às regras em dezembro precisa organizar os dados conforme as necessidades dessa cadeia.

Há uma exceção no calendário: micro e pequenos operadores já alcançados pelo regulamento europeu da madeira deverão cumprir a EUDR a partir de 30 de dezembro de 2026.

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O Brasil está classificado pela Comissão Europeia como país de risco padrão. Por isso, os produtos brasileiros não recebem, de forma geral, a simplificação da diligência reservada às origens de baixo risco. O operador deve avaliar as informações e adotar medidas para reduzir eventuais riscos de descumprimento.

Quando os dados obrigatórios não podem ser obtidos, o produto não pode ser colocado no mercado europeu pelo operador sujeito à regra. Os documentos da diligência devem ser conservados por cinco anos.

A lista de produtos também merece atenção. Segundo a Comissão Europeia, itens acrescentados ao alcance da norma em 2026, como café solúvel, determinados derivados do óleo de palma e línguas bovinas congeladas, estarão sujeitos às exigências a partir de 30 de dezembro de 2027.

Para preparar os próximos embarques, o primeiro passo é confirmar com o comprador quais produtos e operações estão abrangidos. Depois, conferir as localizações, relacionar cada fornecimento à sua origem e organizar o histórico das áreas e os documentos de legalidade. A revisão antecipada permite identificar lacunas antes que elas comprometam a comercialização.

Fonte: Pensar Agro

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