AGRONEGÓCIO

Prefeito sanciona lei que institui o Dia Municipal do Trabalhador Rural

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, sancionou na noite desta terça-feira (26), no Salão Nobre da Prefeitura, a primeira lei de autoria da vereadora Baixinha Giraldeli. A legislação institui o Dia Municipal do Trabalhador Rural, que será celebrado anualmente em 24 de maio. A iniciativa tem como objetivo reconhecer a importância dos pequenos produtores da capital e valorizar o trabalho árduo desempenhado por esses profissionais.

Durante a cerimônia, a vereadora Baixinha Giraldeli destacou a relevância da lei para dar visibilidade ao esforço dos trabalhadores rurais de Cuiabá. “Sinto muito orgulho de ter feito esse projeto para vocês, por valorizar aqueles que estão na terra, plantando e enfrentando um trabalho árduo. Muitas vezes fazendo uma pamonha, colhendo um tomate ou uma abobrinha sem o devido reconhecimento. Essa foi a forma que encontrei de dizer que vocês existem”, afirmou emocionada.

O prefeito Abilio Brunini ressaltou que a sanção da lei reforça o compromisso da gestão municipal com os pequenos produtores. “Essa é uma justa homenagem a quem trabalha duro para garantir alimento na mesa da nossa população. O pequeno produtor é essencial para a economia local e merece esse reconhecimento”, declarou.

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A nova lei entra em vigor imediatamente e passará a integrar o Calendário Oficial do Município de Cuiabá.

#PraCegoVer

A foto principal destaca o prefeito Abilio Brunini e a vereadora Baixinha Giraldeli após a assinatura do Projeto de Lei, que aconteceu no Salão Nobre da Prefeitura de Cuiabã. Ambos estão em pé, o prefeito com a tradicional camisa cinza e a vereadora de camiseta de cor laranja. Ela segura o documento enquanto o prefeito aponta o documento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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