AGRONEGÓCIO

Prefeito palestra no fórum internacional de cidades em Dubai

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, participa nesta terça-feira (28) como palestrante convidado no Fórum de Prefeitos da 15ª Cúpula de Cidades da Ásia-Pacífico (2025 APCS), realizado na Expo City Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O evento reúne lideranças de mais de 350 cidades de todo o mundo para discutir o futuro da governança urbana, inovação tecnológica e sustentabilidade. O tema da apresentação será: ‘Destaque Urbano das Cidades Brasileiras’ (Urban Spotlight of the Brazilian Cities).

Único representante do Estado de Mato Grosso entre os 15 gestores brasileiros convidados com despesas custeadas pelo governo dos Emirados, Brunini integrará os painéis de debate sobre liderança urbana, desenvolvimento econômico e transformação digital, que fazem parte da programação oficial do encontro. O fórum é promovido pelo Instituto Milken, referência internacional em políticas públicas e mercados globais.

A programação tem início às 14h (horário local) com a cerimônia de abertura e a foto oficial dos prefeitos. Em seguida, as discussões serão conduzidas por Curtis S. Chin, presidente do Conselho de Fellows do Milken Institute, com apresentações de especialistas e gestores de várias partes do mundo. Entre os palestrantes estão Younus Al Nasser (Digital Dubai), Harpreet Kaur Babla (prefeita de Chandigarh, Índia), Adrian Schrinner (prefeito de Brisbane, Austrália), e Jakub Mazur (vice-prefeito de Wroclaw, Polônia).

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Brunini também participa de encontros bilaterais com prefeitos de diferentes países e representantes de organismos internacionais, com foco em atração de investimentos, cooperação técnica e políticas de inovação urbana. Segundo ele, o objetivo é posicionar Cuiabá entre as cidades emergentes que buscam soluções modernas e sustentáveis para seus desafios urbanos.

“Estar em Dubai representando Cuiabá é uma oportunidade de aprendizado e de projeção internacional. Vamos apresentar o que a capital tem feito em inovação e buscar novas parcerias que gerem resultados concretos para nossa população”, afirmou o prefeito.

A presença de Abilio Brunini no evento reforça o compromisso da gestão municipal em internacionalizar Cuiabá, ampliando o diálogo com líderes e instituições que pensam o futuro das cidades sob a ótica da sustentabilidade, tecnologia e desenvolvimento humano.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Colheita florestal em terrenos inclinados exige novas soluções técnicas e mais segurança operacional

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Com atuação em Minas Gerais e São Paulo, a Reflorestar aposta em planejamento detalhado e adaptação contínua para garantir produtividade e segurança na colheita florestal em relevo acidentado.

Terrenos inclinados elevam complexidade da colheita florestal no Brasil

A colheita florestal em áreas inclinadas vem se consolidando como um dos maiores desafios operacionais do setor, especialmente diante da expansão do uso de terrenos com relevo acidentado. Nessas condições, o equilíbrio entre segurança, produtividade e eficiência técnica torna-se cada vez mais complexo.

Com o avanço dessas áreas, aumentam também os riscos operacionais para equipes e máquinas, além da necessidade de ajustes constantes no planejamento e na execução das atividades em campo.

Microplanejamento e validação em campo são essenciais

Para lidar com esse cenário, a Reflorestar Soluções Florestais estruturou um modelo operacional baseado em microplanejamento, validação em campo e integração direta com as equipes.

A empresa atua em diferentes regiões, incluindo o Sul de Minas Gerais, onde realiza colheita em áreas com até 25 graus de inclinação, e o Vale do Paraíba (SP), com operações de roçada mecanizada em terrenos que chegam a 40 graus.

Segundo o gerente geral de Operações da Reflorestar, Nilo Neiva, o planejamento em áreas inclinadas precisa ser constantemente revisado, já que cada talhão apresenta características próprias e dinâmicas que podem mudar ao longo da operação.

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Análise detalhada define estratégia em cada talhão

Antes do início das atividades, cada área passa por uma avaliação técnica detalhada. São analisados fatores como inclinação do terreno, risco de tombamento, logística de retirada da madeira, pontos de entrada e saída de máquinas e direção de corte.

Mesmo com esse planejamento inicial, a validação em campo é indispensável, já que as condições reais podem apresentar variações em relação ao projetado.

De acordo com a empresa, o sucesso da operação depende da capacidade de equilibrar três pilares fundamentais: segurança, produtividade e manutenção dos equipamentos.

Operadores têm papel estratégico na tomada de decisão

A atuação em terrenos inclinados exige também forte participação das equipes operacionais, que desempenham papel decisivo na identificação de riscos e ajustes durante a execução.

O operador de colhedor florestal Dalton Moreira destaca que o trabalho exige atenção constante às condições do terreno, da madeira e do comportamento das máquinas, com foco permanente na segurança.

Essa percepção em campo é considerada essencial para ajustes operacionais em tempo real, especialmente em áreas com maior instabilidade do solo.

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Integração entre campo e gestão aumenta eficiência

Segundo o diretor florestal da Reflorestar, Igor Souza, a interação entre operadores, mecânicos e equipe técnica fortalece a tomada de decisão e melhora a segurança das operações.

Em muitos casos, sinais de variação no terreno são identificados primeiro por quem está em campo, permitindo correções rápidas no planejamento e na execução das atividades.

Essa integração também contribui para o uso mais eficiente dos recursos, possibilitando alcançar bons níveis de produtividade mesmo com equipamentos já utilizados em operações convencionais, desde que haja planejamento adequado e acompanhamento técnico rigoroso.

Adaptação contínua é chave para operar em relevo acidentado

A experiência da Reflorestar mostra que a colheita florestal em terrenos inclinados exige uma abordagem dinâmica, baseada em planejamento detalhado, validação constante e forte integração entre equipes.

Em um cenário de expansão das operações em áreas de relevo complexo, a adaptação contínua dos processos se torna essencial para garantir segurança, eficiência e competitividade no setor florestal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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