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Prefeito inicia instalação da iluminação pública no bairro Silvanópolis

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, iniciou nesta terça-feira (16) a instalação do sistema de iluminação pública no bairro Silvanópolis, atendendo a uma demanda histórica da comunidade. A ação vai beneficiar mais de 1.200 moradores, garantindo mais segurança, dignidade e qualidade de vida para as famílias da região.

O serviço é coordenado e executado pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb). A implantação da iluminação estava paralisada e dependia de autorização judicial, que permitiu a retomada dos trabalhos e o avanço das melhorias mesmo em uma área ainda em processo de regularização.

Durante o início das atividades, o prefeito destacou o compromisso da gestão em destravar antigas demandas e assegurar serviços essenciais à população. “Essa é uma luta antiga. O Silvanópolis ficou muitos anos no escuro, e agora estamos conseguindo avançar. Começamos pela iluminação, vamos trabalhar para regularizar o abastecimento de água e seguir buscando a regularização da área, sempre com diálogo, responsabilidade e respeito às famílias que vivem aqui”, afirmou Abilio Brunini.

A emoção dos moradores marcou o início da obra. Uma moradora agradeceu pessoalmente ao prefeito pela presença e pelas melhorias que começam a chegar ao bairro. “É um sonho estar aqui com você. Obrigada pelo carinho, obrigada por olhar por nós. A luz já deu certo, vai vir, e isso muda tudo para a gente. Que Deus lhe proteja e realize esse sonho”, declarou, emocionada.

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O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a obra no Silvanópolis segue critérios técnicos rigorosos e integra um planejamento mais amplo de expansão da iluminação pública na capital.
“Levar iluminação para bairros que nunca tiveram esse serviço é devolver dignidade às pessoas. A luz traz segurança, organização urbana e melhora a qualidade de vida. Estamos atuando com equipes especializadas, equipamentos adequados e planejamento para atender quem mais precisa”, ressaltou Wellaton.

Iluminação avança também no Jonas Pinheiro III

Além do Silvanópolis, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Limpurb, concluiu em setembro a instalação da rede de iluminação pública no bairro Residencial Jonas Pinheiro III, na região leste da capital. O local não contava com pontos de luz e agora passa a ter ruas iluminadas, garantindo mais segurança e tranquilidade aos moradores.

No total, foram implantados 52 novos pontos de iluminação em 12 ruas do bairro. Os trabalhos foram realizados no período noturno, entre 18h30 e 0h, com a atuação de 14 profissionais, entre eletricistas, motoristas, fiscais e equipes de apoio.

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A ação integra o planejamento contínuo da Prefeitura de Cuiabá para modernização e ampliação da rede de iluminação pública. Além de novas implantações, a Limpurb executa mutirões mensais de manutenção em diferentes regiões da cidade e realiza atendimentos diários para reparos em pontos de luz danificados, conforme as demandas da população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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