AGRONEGÓCIO

Prefeito Emanuel Pinheiro visita Mercado do Porto e destaca compromisso com mais de 170 comerciantes e o desenvolvimento da cidade

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A revitalização da região do Porto, uma área historicamente preterida em Cuiabá, está sendo transformada em um marco de desenvolvimento e valorização cultural, fruto do compromisso da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro. Com a entrega da segunda etapa de revitalização do Mercado Antônio Moysés Nadaf, a tradicional Feira do Porto, que deve ser realizada na terça-feira (31), a região consolida-se como um dos grandes legados deixados pelo gestor ao longo de seus oito anos de administração. Na manhã deste domingo, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, visitou o local e foi efusivamente recepecionado pelos permissionários. No total, o espaço conta com 176 espaços comerciais e mais de 400 vagas de estacionamento.

“A região do Porto é o coração histórico e cultural de Cuiabá, mas sempre foi deixada de lado. Desde o início da nossa gestão, assumimos o compromisso de mudar essa realidade, e hoje estamos entregando um espaço completamente revitalizado, que une modernidade e tradição, valorizando nossos feirantes e devolvendo à população um local digno, funcional e acolhedor. Esta é mais uma prova de que governamos para todos, promovendo inclusão e resgatando o orgulho de ser cuiabano”, afirmou o prefeito Emanuel Pinheiro.

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A revitalização do Mercado do Porto, que beneficia diretamente 176 feirantes, inclui a modernização de suas instalações, com a inclusão de câmaras frias exclusivas, quadros de energia individualizados, medidores de água e climatizadores. Além disso, foram realizadas melhorias no calçamento, na acessibilidade, no sistema de drenagem e na substituição do telhado.

Essa entrega se soma a outras ações na área portuária, como a revitalização da Orla do Porto I, a criação da Vila Cuiabana e a inauguração do Aquário Municipal. Essas intervenções transformaram o Porto em um novo polo turístico e cultural da capital, promovendo convivência, lazer e oportunidades para os pequenos empreendedores da região.

“As obras no Mercado do Porto, somadas à revitalização da Orla, da Vila Cuiabana e do Aquário Municipal, trazem vida a uma área que antes era esquecida. Agora, o Porto é um lugar de celebração da nossa história e da nossa gente, gerando emprego, renda e promovendo a inclusão social”, destacou o prefeito agradecendo ainda ao ex-senador Blairo Maggi, ao ex deputado federal Neri Geller e ao senador Wellington Fagundes por destinarem emendas parlamentares que possibilitaram a revitalização do Mercado do Porto.

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A estrutura de tendas provisórias utilizadas durante as obras também terá nova finalidade, sendo adaptada para abrigar eventos culturais e gastronômicos, como o Festival da Pamonha, o Festival de Flores e o Festival de Pimenta. Essa estratégia reforça o compromisso de consolidar o Mercado do Porto como um ponto de encontro cultural e turístico, além de fomentar a economia local.

“Essa revitalização representa um marco na história do Mercado do Porto e na valorização da nossa cidade. O espaço ganhou uma estrutura moderna e funcional, que beneficia não apenas os feirantes, mas também toda a população cuiabana. É emocionante ver como essa obra reflete o desenvolvimento e o cuidado com a nossa tradição e cultura,” destacou o presidente da Associação do Mercado do Porto, Jorge Antônio Lemes Júnior.

Para a comerciante de frutas, Klélia Anacelto, há muitos anos, a revovação do espaço era aguardada. “Travalho aqui há dez anos e estou satisfeita. Faltam os ajustes finais, mas estamos todos entusiasmados”, disse.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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