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Prefeito Emanuel Pinheiro anuncia construção de 192 casas populares no Tijucal

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, em parceria com a Caixa Econômica Federal, a empresa MaisLar e o Governo Federal, através do Ministério das Cidades, anunciou a construção de 192 unidades habitacionais na região do bairro Tijucal. O projeto integra o programa ‘Minha Casa, Minha Vida, Faixa 1’, e trará esperança a centenas de famílias que sonham com a casa própria.

“Hoje é um dia de grande felicidade, pois estamos dando mais um passo importante para beneficiar a população de Cuiabá, especialmente aqueles que aspiram por moradia popular”, afirmou Emanuel Pinheiro. “Graças à articulação direta do deputado Emanuelzinho, firmamos um contrato com a Caixa e a MaisLar para dar início a esta obra que transformará a vida de muitas famílias cuiabanas.”

Com previsão de início imediato, as obras têm duração estimada de 18 meses. Com a entrega dessas unidades, a gestão de Emanuel Pinheiro terá distribuído cerca de 1.500 casas populares.

“Com essas 192 unidades articuladas por Emanuelzinho em Brasília, já chegamos a quase 1.500 moradias entregues, beneficiando diretamente a população de baixa renda de Cuiabá. Essa articulação resultou nas entregas dos conjuntos habitacionais Nico Baracat 1, 2 e 3, que somam mais de 1.200 unidades. Agora, adicionamos mais 192 no Tijucal, também pelo programa Minha Casa, Minha Vida, Faixa 1. Continuamos lutando por outras iniciativas importantes para Cuiabá, como as obras do Jonas Pinheiro”, destacou o prefeito.

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As obras devem ter início até a primeira quinzena de dezembro.

“Estou muito feliz em celebrar este empreendimento. São 192 casas prontas para o início das obras, dentro de um total de mais de mil unidades habitacionais autorizadas pelo presidente Lula para Cuiabá, atendendo ao nosso pedido e articulação. É gratificante contribuir para a redução do déficit habitacional, garantindo moradias dignas para as famílias que mais precisam. Com a bênção de Deus, espero que esse seja um passo rumo a um futuro próspero para todas elas em Cuiabá”, explicou o deputado federal Emanuelzinho.

O programa Minha Casa, Minha Vida tem como público-alvo grupos de baixa renda e visa beneficiar pessoas em áreas rurais e urbanas, incluindo comunidades tradicionais, como quilombolas e povos indígenas, com prioridade para grupos mais vulneráveis, como mulheres chefes de família e famílias em áreas de risco. A reunião foi realizada em 23 de outubro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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