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Prefeito e vereadores prestigiam abertura da Semana do Trabalhador na Limpurb

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A Semana do Trabalhador em Cuiabá começou em clima de celebração e reconhecimento nesta segunda-feira (28). O prefeito Abilio Brunini participou da abertura oficial do evento, promovido pela Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), em um ato que reuniu servidores, vereadores e secretários municipais.

O encontro contou com um café da manhã especial, sorteio de brindes e a promoção de dois servidores ao cargo de chefe de equipe, como forma de valorizar o empenho dos trabalhadores que diariamente contribuem para manter a cidade limpa e organizada. Ao lado da primeira-dama, Samantha Iris, do secretário municipal de Serviços Urbanos, Felipe Wellaton, e de vereadores da capital, o prefeito destacou a importância de reconhecer o esforço dos servidores públicos.

“Estamos aqui para valorizar quem está na linha de frente todos os dias. Esse é um momento de agradecimento, mas também de reforço ao nosso compromisso de melhorar as condições de trabalho e qualidade de vida da nossa população”, afirmou Abilio Brunini.

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Além das homenagens, a Semana do Trabalhador trará um presente especial para toda a cidade: no dia 1º de maio, próxima quinta-feira, o transporte público será gratuito para a população como forma de incentivo à mobilidade e comemoração da data.

Aproveitando a oportunidade, o prefeito também se reuniu com os subprefeitos das quatro regiões e distritos de Cuiabá para alinhar estratégias e reforçar ações que tragam melhorias concretas para a população.

Participaram do evento os vereadores Baixinha Girardelli, Katiuscia Manteli, Paula Calil, Dídimo Vovô, Alex Rodrigues, Sargento Joelson, Dilemário Alencar, Cezinha Nascimento e Ilde Taques, além da secretária Municipal de Comunicação, Ana Karla Costa e o secretário adjunto de assuntos Comunitários, Amarildo Batista.

#PraCegoVer

A foto mostra o prefeito Abilio visto do alto. Ele discursa e está rodeado de dezenas de trabalhadores da Limpurb, uniformizados e as cores verde e amarelo predominam.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

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O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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