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Prefeito destaca regularização fundiária em palestra na Conferência das Cidades

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O prefeito Abilio Brunini foi o responsável pela abertura da 7ª Conferência Municipal da Cidade de Cuiabá. O evento, pautado na discussão de políticas urbanas, foi realizado na noite de quinta-feira (17), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Na palestra, o prefeito reiterou seu compromisso com a regularização fundiária, ressaltando que se trata de um direito constitucional, independente de ideologias políticas.

“A regularização fundiária não é uma bandeira política de esquerda ou direita. É, acima de tudo, um importante instrumento de desenvolvimento social de uma cidade. Quando se regulariza o imóvel, o proprietário pode vender, contribuir com o município pagando IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis), e ainda ter o imóvel como legítimo patrimônio para deixá-lo aos seus sucessores como herança”, destacou.

Abilio ressaltou, ainda, que está comprometido a trabalhar para oferecer moradia digna às famílias mais pobres. Uma das opções avaliadas é a criação de um novo programa que prevê a oferta de lotes urbanizados a preços acessíveis. A ideia é que famílias com capacidade de iniciar uma construção, mesmo em áreas invadidas, possam adquirir um terreno regularizado, com infraestrutura mínima garantida, como ruas planejadas, áreas públicas delimitadas e acesso futuro a creches, unidades de saúde e lazer.

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“Quem consegue invadir e construir, também consegue pagar um lote com parcelamento justo. Mas isso precisa ser feito com organização, com áreas reservadas para serviços essenciais e vias de acesso pensadas desde o início”, afirmou Abilio.

Abilio declarou que está disposto a dialogar com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso para desenvolver ações de políticas urbanas pautadas pela justiça social.
“Aqueles que invadem áreas públicas ou privadas com dinheiro vão pagar a desafetação para promover a regularização daqueles que precisam”, disse.

Outra política pública idealizada por Abilio Brunini é o marco zero da regularização imobiliária em Cuiabá. Trata-se de um conjunto de ações para promover a regularização de imóveis de uso residencial e comercial, facilitando a obtenção de alvarás, licenças e registro em cartório.

Participaram da 7ª Conferência Municipal da Cidade de Cuiabá os seguintes secretários municipais: Ana Karla Costa (Comunicação), Juliana Palhares (Ordem Pública), Nivaldo Carvalho (Planejamento), José Afonso Portocarrero (Meio Ambiente), Felipe Welaton (diretor geral da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos – Limpurb), Michele Dreher (Habitação), Helida Vilela (Assistência Social), Murilo Bianchini (Assuntos Estratégicos), Fernando Medeiros (Turismo), William Campos (secretário chefe de gabinete) e Alessandro Borges Ferreira (Defesa Civil).

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#PraCegoVer

A foto ilustra o prefeito Abilio Brunini vestido com camisa cinza e calça preta, em um ambiente de palestra. O prefeito está com um microfone na mão, dirigindo-se a um público.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Mercado do açúcar recua nas bolsas internacionais, enquanto preços no Brasil mostram sinais de recuperação

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O mercado internacional do açúcar encerrou a terça-feira (10) em queda nas principais bolsas globais, pressionado pelo aumento da oferta mundial, pelo desempenho das exportações dos grandes produtores e pela forte desvalorização do petróleo. No Brasil, porém, os preços do açúcar cristal e do etanol registraram recuperação diária, indicando uma possível reação do mercado interno.

Açúcar bruto fecha em baixa na Bolsa de Nova York

Na ICE Futures US, em Nova York, os contratos futuros do açúcar bruto voltaram a recuar. O vencimento julho/26 fechou cotado a 14,08 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,04 ponto.

Os demais contratos também encerraram o pregão no campo negativo:

  • Outubro/26: 14,54 cents/lbp (-0,09 ponto);
  • Março/27: 15,42 cents/lbp (-0,09 ponto);
  • Demais vencimentos também registraram desvalorizações.

O movimento reflete a percepção de um mercado amplamente abastecido, especialmente diante da forte produção observada nos principais países exportadores.

Açúcar branco acompanha perdas em Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou a sessão em baixa.

Os principais contratos fecharam em:

  • Agosto/26: US$ 445,00 por tonelada (-US$ 0,10);
  • Outubro/26: US$ 439,30 por tonelada (-US$ 0,90);
  • Dezembro/26: US$ 437,80 por tonelada (-US$ 1,00).
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A pressão sobre as cotações internacionais continua associada ao avanço da safra brasileira e ao aumento da disponibilidade global da commodity.

Mercado físico brasileiro apresenta recuperação

Em sentido contrário ao mercado externo, o açúcar cristal negociado no mercado paulista registrou valorização.

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, a saca de 50 quilos do açúcar cristal branco foi negociada a R$ 92,90, alta de 1,69% em relação ao fechamento anterior.

Apesar da recuperação diária, o indicador ainda acumula recuo de 0,11% em junho, refletindo um ambiente de negócios cauteloso em meio ao avanço da moagem da cana-de-açúcar na região Centro-Sul.

Etanol hidratado também registra avanço

O mercado de etanol acompanhou o movimento positivo observado no açúcar.

Segundo o Indicador Diário Paulínia, o etanol hidratado foi negociado a R$ 2.321,50 por metro cúbico, registrando valorização de 0,39% na comparação diária.

Mesmo com a recuperação recente, o biocombustível ainda acumula queda de 1,28% no mês, pressionado pela maior oferta decorrente do pico da safra sucroenergética.

Petróleo e oferta global seguem no radar do mercado

A recente queda dos preços do petróleo continua sendo um dos principais fatores de pressão para o açúcar. Com combustíveis fósseis mais baratos, o etanol perde competitividade, reduzindo o incentivo para a destinação da cana à produção de biocombustíveis.

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Nesse cenário, cresce a expectativa de maior direcionamento da matéria-prima para a fabricação de açúcar, aumentando a oferta disponível no mercado internacional.

Além disso, os investidores seguem monitorando o desempenho das exportações da Tailândia e o forte ritmo produtivo do Centro-Sul do Brasil, fatores que reforçam a perspectiva de abundância global da commodity.

Por outro lado, preocupações climáticas relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre importantes regiões produtoras continuam limitando quedas mais acentuadas nas cotações internacionais, mantendo um componente de risco no mercado para os próximos meses.

Perspectivas

O mercado do açúcar segue dividido entre a pressão de uma oferta global robusta e as incertezas climáticas que podem afetar a produção futura. No Brasil, a recuperação dos preços do açúcar cristal e do etanol sugere maior sustentação no mercado físico, embora a evolução da safra e o comportamento do petróleo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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