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Prefeita em exercício participa de homenagens e destaca valor do servidor público

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A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, prestigiou as sessões de Moção de Aplausos aos servidores públicos realizadas na Câmara Municipal de Cuiabá e na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta quarta-feira (29), alusivas ao Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro. As solenidades foram marcadas por homenagens e mensagens de reconhecimento, destacando a importância do serviço público e o compromisso de cada servidor com o bem-estar da população.

Na Câmara Municipal de Cuiabá, a cerimônia contou com apresentação cultural de Siriri, com o grupo Coração Tradição Franciscano, do bairro São Francisco. A servidora Letícia Celma também emocionou o público ao entoar o louvor “Tu és Fiel, Senhor”, da cantora gospel Eyshila.

A presidente da Câmara, Paula Calil, presidiu a sessão e ressaltou que o Dia do Servidor é uma celebração ao amor, à dedicação e ao compromisso daqueles que escolheram servir à sociedade. “Os servidores são quem fazem a máquina pública funcionar diariamente. Muitas vezes eles nem aparecem, mas suas ações são imprescindíveis para o andamento dos trabalhos que impactam diretamente a vida dos cidadãos e que dão visibilidade para nós, os vereadores da Casa”, afirmou. Ela enfatizou ainda o papel desses profissionais, que atuam com ética, responsabilidade e humanidade.

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A prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, reforçou a valorização do servidor público como base e sustentação da sociedade. Ela destacou o sentimento de pertencimento e responsabilidade que deve nortear a atuação de todos que integram o serviço público, lembrando que “o que é público é de todos e deve ser cuidado por todos”.

Vânia também expressou orgulho e gratidão em ser servidora pública e em trabalhar ao lado de profissionais dedicados, reconhecendo o esforço e o comprometimento de cada um. “Cuidem de si mesmos e valorizem-se, buscando reconhecimento pessoal, profissional e salarial. Aproveito para parabenizar todos os servidores e peço que continuem firmes diante dos desafios e no propósito de servir ao próximo. Eu tenho orgulho de dizer que sou servidora pública desde os meus 18 anos e sempre batalhei por melhores condições de trabalho e remuneração, porque sei da importância da nossa dedicação no serviço público. Continuem lutando, a máquina pública não funciona sem vocês”, frisou.

A sessão na ALMT, presidida pelo deputado Max Russi, homenageou 38 servidores com Diplomas de Reconhecimento e Moções de Mérito Legislativo. Em discurso, Vânia Rosa contou sua trajetória como filha de servidora pública e relatou sua própria caminhada iniciada aos 18 anos na Polícia Militar. “Para mim é muito natural falar do serviço público. Não aceito que falem mal do servidor público. Fazemos retornar tudo o que é de bom para a sociedade, seja na saúde, na educação e nas demais áreas. Então, cada um é parte importante desse processo. Parabéns a todos”, destacou.

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O deputado Max Russi também ressaltou o papel essencial dos servidores públicos, em especial os da Assembleia Legislativa. “Todos os problemas de Mato Grosso, em algum momento, passam pela Assembleia Legislativa, seja projeto de lei, indicação ou projeto para a comunidade. Nós, como deputados, temos orgulho disso, mas vocês, servidores, também devem ter orgulho, porque ajudam diariamente a desenvolver este estado. O trabalho de vocês, lá na ponta, se soma ao de todos os 24 deputados”, pontuou.

#PraCegoVer

A imagem mostra a prefeita em exercício, coronel Vânia Rosa, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ela compõe o dispositivo da Mesa durante a Sessão Especial em comemoração ao Dia do Servidor Público. Abaixo, há uma galeria de fotos que mostra sua participação tanto na ALMT quanto na Câmara Municipal, nas sessões em homenagem ao Dia do Servidor.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre

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O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões com as vendas ao exterior no primeiro semestre de 2026. Com 8,46 milhões de toneladas enviadas a 166 países, o estado manteve a terceira posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo.

Os dados foram divulgados no Informativo Conjuntural de julho, publicado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,09.

Minas Gerais respondeu por 10,3% das exportações brasileiras do agronegócio entre janeiro e junho. O setor também gerou 40,9% de toda a receita obtida pelo estado com as vendas internacionais, demonstrando a importância das atividades rurais para a economia mineira.

A China permaneceu como o principal destino dos produtos agropecuários do estado. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A presença em mercados com diferentes perfis de consumo reduz a dependência de um único comprador e amplia as possibilidades de comercialização para produtores, cooperativas e agroindústrias.

O café continuou como o principal produto da pauta. As vendas somaram R$ 22,9 bilhões e representaram 50,1% de toda a receita do agronegócio mineiro no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre.

O preço médio do café exportado aumentou 4,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025. Convertida para a moeda brasileira, a média passou de aproximadamente R$ 2.034 para R$ 2.119 por saca. Essa referência corresponde ao valor do produto embarcado e não ao preço pago diretamente ao cafeicultor.

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A valorização ajudou a sustentar a receita em um período de menor disponibilidade do grão. O volume exportado diminuiu 21,6%, depois dos elevados embarques realizados nos ciclos anteriores e dos efeitos do clima sobre a produção e os estoques.

A perspectiva para os próximos meses é favorecida pela entrada da safra de 2026. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil possa colher 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% sobre o ciclo anterior.

Minas Gerais, maior produtor nacional de café, deverá ter participação decisiva nesse avanço. A bienalidade positiva do arábica, a ampliação da área em produção e a recuperação esperada da produtividade podem aumentar a disponibilidade do grão para o mercado interno e para as vendas internacionais.

A soja foi o segundo principal grupo da pauta e apresentou crescimento. As exportações de grão, farelo e óleo movimentaram R$ 10,9 bilhões, alta de 10,2%. O volume chegou a 5,01 milhões de toneladas, avanço de 2,5%.

O resultado do complexo soja mostra que Minas Gerais também amplia sua participação na comercialização de produtos processados. A produção de farelo e óleo agrega valor ao grão, movimenta as indústrias de esmagamento e atende às cadeias de ração animal e biodiesel.

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As carnes também avançaram. Os embarques renderam R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O estado vendeu 247,3 mil toneladas, volume 3,7% maior.

O aumento mais expressivo da receita em relação à quantidade indica melhora no valor médio das carnes exportadas. O movimento favorece frigoríficos, cooperativas e pecuaristas integrados às cadeias que atendem ao mercado internacional.

O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, movimentou R$ 2,7 bilhões, enquanto os produtos florestais renderam R$ 2,6 bilhões. Juntos, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais responderam por 96,2% das vendas externas do agronegócio mineiro.

Produtos tradicionais e de maior valor agregado também conquistaram espaço. Queijos, doce de leite, cachaça e doces mineiros movimentaram cerca de R$ 49,4 milhões no semestre. Embora tenham participação menor na pauta, esses produtos abrem oportunidades para pequenas e médias agroindústrias que trabalham com origem, qualidade, tradição e indicação geográfica.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, a receita total das exportações do agro mineiro recuou 9,6% e o volume diminuiu 3%. Ainda assim, o crescimento da soja e das carnes, a valorização média do café e a presença em 166 mercados mantiveram Minas Gerais entre as principais forças do agronegócio exportador brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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