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Preços do Milho Operam de Forma Estável nas Bolsas de Chicago e B3

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Os preços futuros do milho abriram a quinta-feira (9) com leves recuos na Bolsa Brasileira (B3), refletindo um movimento de cautela antes da divulgação do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na sexta-feira. Às 10h49 (horário de Brasília), as principais cotações estavam oscilando entre R$ 73,92 e R$ 75,80.

O contrato para janeiro de 2025 estava cotado a R$ 74,00, com uma queda marginal de 0,01%. Já os contratos de março de 2025 e maio de 2025 registravam perdas de 0,30% e 0,22%, respectivamente, sendo negociados a R$ 75,80 e R$ 73,92.

Mercado Externo: Estabilidade com Expectativas de Ajustes na Produção

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços internacionais do milho também operavam próximos da estabilidade nesta manhã. Às 10h42 (horário de Brasília), os contratos futuros de março de 2025 estavam sendo negociados a US$ 5,54, com um ganho de 0,50 pontos, enquanto o contrato de maio de 2025 era cotado a US$ 4,62, com uma alta de 0,25 pontos. O contrato de julho de 2025 permaneceu estável, sendo negociado a US$ 4,65, e o contrato de setembro de 2025 registrava queda de 0,50 pontos, a US$ 4,42.

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Segundo o site Farm Futures, os preços futuros de milho continuam próximos das máximas dos últimos seis meses, mas devem continuar apresentando uma tendência lateral até a divulgação do relatório do USDA, que é aguardado com grande expectativa pelos agentes do mercado.

Analistas projetam que o USDA deverá reduzir sua estimativa para a produção de milho dos Estados Unidos em 2024 para 15,095 bilhões de bushels, o que representaria uma queda de 48 milhões de bushels em relação à previsão divulgada em novembro, conforme pesquisa realizada pela Reuters com analistas do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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