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Preços do Milho Mantêm Trajetória de Queda em Chicago e na B3

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Os preços futuros do milho começaram a sexta-feira (27) em queda na Bolsa Brasileira (B3), refletindo um movimento de desvalorização já observado no mercado internacional. Por volta das 10h21 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 67,81 e R$ 71,40.

O contrato com vencimento para novembro de 2024 era negociado a R$ 67,81, representando uma queda de 0,56%. Já o contrato para janeiro de 2025 registrava desvalorização de 0,31%, sendo cotado a R$ 70,50, enquanto o vencimento para março de 2025 caía 0,15%, alcançando o valor de R$ 71,40.

Mercado Internacional

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o cenário também é de retração. Os preços internacionais do milho futuro abriram o dia com perdas, por volta das 09h44 (horário de Brasília), mantendo o viés negativo.

O contrato de dezembro de 2024 era cotado a US$ 4,13, com perda de 0,25 pontos. O vencimento para março de 2025 registrava US$ 4,30, uma queda de 1,00 ponto. O contrato de maio de 2025 era negociado a US$ 4,39, com baixa de 1,25 pontos, e o de julho de 2025 registrava US$ 4,45, uma desvalorização de 1,50 pontos.

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De acordo com informações divulgadas pelo portal internacional Farm Futures, os futuros do milho ficaram sob pressão durante a madrugada, refletindo o impacto das fracas vendas de exportação semanais divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quinta-feira.

“O USDA relatou vendas de exportação de milho de 535.100 toneladas métricas na semana encerrada em 19 de setembro, uma queda de 20% em relação à semana anterior, ficando abaixo do limite inferior das expectativas do mercado”, destacou a publicação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Aquisição da Leprino Foods pela Catupiry acelera consolidação do setor lácteo brasileiro

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A aquisição da operação da Leprino Foods no Brasil pela Catupiry representa mais um importante capítulo no processo de consolidação da indústria de lácteos nacional. A avaliação é de Juliana Torres, analista de inteligência de mercado da StoneX, que destaca o movimento como estratégico para ampliar escala, fortalecer a cadeia produtiva e expandir a atuação em segmentos de maior valor agregado.

Segundo a especialista, a negociação acompanha uma tendência observada nos últimos anos, em que grandes grupos do setor têm utilizado aquisições para acelerar crescimento, aumentar participação de mercado e diversificar seus portfólios.

Consolidação ganha força na indústria de lácteos

O mercado brasileiro de lácteos vem passando por um intenso processo de concentração, impulsionado pela busca por maior eficiência operacional, ganhos de escala e fortalecimento da presença regional.

Empresas como Lactalis, Tirolez e Piracanjuba têm protagonizado movimentos semelhantes, ampliando suas operações por meio da incorporação de ativos estratégicos em diferentes regiões do país.

Na avaliação de Juliana Torres, a aquisição da Leprino Foods pela Catupiry está alinhada a essa dinâmica e fortalece a posição da companhia em uma das principais regiões produtoras de leite do Brasil.

“A incorporação da operação no Paraná contribui para ampliar a captação de leite em uma importante bacia leiteira, além de expandir a capacidade produtiva e aumentar o controle sobre a cadeia de suprimentos”, explica.

Estratégia fortalece atuação no segmento food service

Além dos ganhos operacionais, a operação amplia a presença da Catupiry no mercado de food service, segmento que engloba restaurantes, pizzarias, redes de alimentação e estabelecimentos especializados.

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A Leprino Foods é reconhecida mundialmente pela produção de queijos destinados a esse canal, especialmente para a indústria de pizzas e refeições prontas, acumulando experiência internacional e forte reputação em qualidade.

Com a aquisição, a Catupiry passa a incorporar esse conhecimento técnico e comercial, fortalecendo sua estratégia de expansão em produtos voltados ao consumo profissional.

De acordo com a analista da StoneX, o movimento permite à empresa diversificar sua linha de queijos, ampliar a oferta de produtos de maior valor agregado e consolidar sua presença junto a clientes estratégicos do setor de alimentação fora do lar.

Ganho de escala e acesso à matéria-prima impulsionam negócios

A busca por escala produtiva e maior acesso à matéria-prima continua sendo um dos principais fatores que impulsionam fusões e aquisições no setor lácteo.

Para Juliana Torres, operações como essa permitem acelerar o crescimento empresarial de forma mais rápida do que investimentos exclusivamente orgânicos, reduzindo o tempo necessário para expansão de capacidade, fortalecimento da originação de leite e ampliação da participação de mercado.

“O movimento reflete uma estratégia amplamente utilizada pela indústria de lácteos: ganhar eficiência, aumentar escala e fortalecer a captação de matéria-prima por meio de aquisições, acelerando o crescimento dos negócios”, destaca.

Mercado deve acompanhar novos movimentos de consolidação

Especialistas avaliam que a consolidação do setor lácteo brasileiro deve continuar nos próximos anos, impulsionada pela necessidade de ganhos de competitividade, modernização industrial e fortalecimento das marcas diante de um ambiente cada vez mais competitivo.

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Nesse contexto, a aquisição da Leprino Foods pela Catupiry reforça uma tendência de mercado que combina expansão produtiva, fortalecimento da cadeia de suprimentos e maior foco em segmentos especializados, como o food service, considerados estratégicos para a geração de valor e rentabilidade no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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