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Preços do feijão começam a se recuperar após queda no Paraná

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Após um período de queda nos preços dos feijões comerciais cariocas e pretos no Paraná, o mercado começa a se reorganizar. Os empacotadores agora estão cientes de que o feijão-carioca pode ser adquirido por menos de R$ 150 e que os grãos de melhor qualidade podem alcançar até R$ 230 no estado. Em Minas Gerais, os produtores têm testado a paciência dos compradores, pedindo preços mais altos, o que resultou em um impasse no mercado local.

Os empacotadores e cerealistas, responsáveis pela compra e venda do feijão em sacos, ainda não se sentem completamente seguros para absorver os aumentos de preços na região mineira. No entanto, eles reconhecem que o melhor momento para compra já passou e que agora será necessário pagar mais para continuar operando.

No Paraná, os lotes de feijão-preto também estão sendo armazenados. Os produtores optaram por vender os grãos de qualidade inferior primeiro, aguardando para negociar os melhores lotes. Esse movimento trouxe mais tranquilidade para as negociações.

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Com o mercado começando a se estabilizar, espera-se uma recuperação gradual dos preços, permitindo um ambiente de negócios mais previsível e equilibrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Híbridos de braquiária avançam no mercado forrageiro e ganham espaço na pecuária brasileira

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Os híbridos de braquiária vêm ampliando participação no mercado forrageiro brasileiro e consolidando espaço na pecuária nacional, impulsionados pela busca crescente dos produtores por maior estabilidade produtiva, eficiência técnica e segurança no manejo das pastagens.

Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio do SIGEF — Módulo de Controle da Produção de Sementes e Mudas — referentes à safra 2025/2026, apontam que os híbridos apresentaram maior resiliência no mercado em comparação às braquiárias convencionais, mesmo em um cenário de retração das áreas inscritas para produção de sementes tropicais.

O movimento reforça uma tendência de amadurecimento do setor forrageiro, especialmente entre pecuaristas que priorizam desempenho consistente, previsibilidade e melhor adaptação das pastagens em sistemas mais intensivos de produção.

Híbridos ganham força com foco em produtividade e segurança

Entre os materiais que vêm ampliando presença no mercado está o Mavuno, híbrido desenvolvido pela Wolf Seeds, que registrou crescimento de 15% na área de produção em relação à safra anterior.

Segundo os dados do SIGEF, a área inscrita do híbrido passou de 1.796 hectares para 2.067 hectares, colocando o material como a braquiária híbrida com maior área registrada entre os híbridos na atual safra.

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De acordo com Alexander Wolf, CEO da empresa, o avanço reflete uma mudança gradual no perfil de decisão do produtor rural brasileiro.

“O produtor busca hoje materiais que entreguem previsibilidade, segurança produtiva e maior estabilidade de desempenho, mesmo diante de diferentes condições de manejo e ambiente”, afirma.

Mercado forrageiro passa por seleção mais técnica

O cenário também evidencia uma maior seletividade técnica no mercado de sementes forrageiras. Enquanto os híbridos ampliam participação, parte das braquiárias convencionais perdeu espaço na safra 2025/2026.

Um dos principais exemplos foi a B. ruziziensis, que registrou retração de 59% nas áreas inscritas em comparação com a temporada anterior.

Segundo especialistas do setor, o movimento está diretamente ligado à busca por materiais mais adaptados às exigências atuais da pecuária moderna, que demanda maior produtividade por área, eficiência alimentar e estabilidade das pastagens ao longo do ano.

Além da uniformidade de desenvolvimento, os híbridos vêm sendo associados a melhor resposta agronômica em sistemas intensivos, principalmente em propriedades que trabalham com integração lavoura-pecuária, recuperação de pastagens e aumento da lotação animal.

Pecuária intensiva impulsiona demanda por híbridos

A evolução dos híbridos ocorre em um momento de transformação da pecuária brasileira, com avanço de tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva e sustentabilidade dos sistemas de produção.

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Nesse contexto, materiais mais consistentes e adaptáveis ganham relevância estratégica para produtores que buscam reduzir riscos produtivos e melhorar o desempenho das áreas de pastagem.

Para Alexander Wolf, o mercado brasileiro de forrageiras passa por um processo natural de evolução técnica.

“O mercado está amadurecendo e existe uma preocupação cada vez maior com eficiência, adaptação, estabilidade e capacidade de entrega dos materiais ao longo das safras. Isso favorece híbridos mais consistentes tecnicamente e com maior previsibilidade produtiva”, destaca.

Tendência aponta fortalecimento dos híbridos no Brasil

Com a crescente demanda por produtividade e maior eficiência na pecuária, a expectativa do setor é de continuidade da expansão dos híbridos forrageiros nos próximos ciclos agrícolas.

O avanço da tecnologia genética aplicada às pastagens e a necessidade de sistemas produtivos mais resilientes devem continuar impulsionando investimentos em materiais híbridos no mercado brasileiro de sementes forrageiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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