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Preços de Combustíveis: Gasolina se Mantém Estável e Etanol Cai 0,25% na Primeira Quinzena de Junho, aponta Edenred Ticket Log

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A mais recente análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) revela que, na primeira quinzena de junho, o preço médio do litro da gasolina permaneceu estável em R$ 6,02, mesmo valor registrado no consolidado de maio.

Variações Regionais no Preço da Gasolina

Apenas as regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram aumentos nos preços da gasolina, com elevações de 0,67% e 0,16%, respectivamente, em comparação com maio. No Centro-Oeste, o litro foi comercializado a R$ 6,02, enquanto no Norte, a média foi de R$ 6,40, a mais alta entre todas as regiões. No Sudeste, o preço se manteve estável em R$ 5,87, o valor mais baixo entre as cinco regiões. As demais regiões registraram pequenas reduções, entre 0,32% e 0,33%.

O Distrito Federal destacou-se com o maior aumento no preço da gasolina, 3,60%, fechando a R$ 6,04. O Acre apresentou a média mais alta, R$ 6,88, enquanto Pernambuco teve a maior redução, 1,80%, com o litro a R$ 6,01. Em São Paulo, a gasolina foi encontrada pelo menor preço, R$ 5,77.

Queda no Preço do Etanol

O preço do litro do etanol registrou uma redução de 0,25% na primeira quinzena de junho, sendo comercializado a R$ 3,99. Esta é a primeira queda desde janeiro deste ano.

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Variações Regionais no Preço do Etanol

Nas regiões Norte e Nordeste, apesar da estabilidade em relação a maio, o preço médio do etanol foi de R$ 4,62, o mais alto do país. No Sul, o biocombustível manteve-se a R$ 4,14. No Centro-Oeste, o preço caiu 0,52%, com o litro a R$ 3,86, a menor média nacional. No Sudeste, houve uma redução de 0,51%, com o etanol a R$ 3,90.

A maior redução no preço do etanol foi registrada em Pernambuco, 1,72%, com o litro a R$ 4,57. Em São Paulo, o etanol foi encontrado pelo menor preço, R$ 3,76. O valor mais alto foi observado em Sergipe, R$ 5,05, e a maior redução, 1,72%, ocorreu em Alagoas, com o litro a R$ 4,74.

Observações e Comentários

“No início de junho, aumentou de onze para doze o número de estados brasileiros onde a gasolina é o combustível mais econômico, incluindo Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe, Rio Grande do Sul, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. Vale lembrar que, além de ser mais econômico na maioria dos estados, o etanol é ecologicamente mais interessante, pois emite menos poluentes e contribui para a descarbonização do setor de mobilidade”, destaca Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

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Sobre o IPTL

O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. Com uma robusta estrutura de data science, o índice consolida o comportamento de preços das transações nos postos, proporcionando uma média precisa e altamente confiável, dada a grande quantidade de veículos administrados pela marca – mais de 1 milhão – com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, parte da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência, oferecendo soluções modernas e inovadoras para simplificar os processos diários de seus clientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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