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Preços da mandioca têm pouca variação com produtores focados no plantio, aponta Cepea

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Atividades de plantio limitam a comercialização

De acordo com pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a maioria dos produtores de mandioca segue priorizando as atividades de plantio, o que tem restringido a comercialização da raiz nesta safra. Ainda assim, há agricultores que optam por liberar áreas de cultivo ou buscar capitalização, aumentando os volumes destinados ao processamento.

Mercado encontra equilíbrio entre oferta e demanda

Com esse comportamento dos produtores, a oferta e a demanda da matéria-prima se mantêm relativamente ajustadas, o que contribuiu para a estabilidade dos preços na última semana, segundo levantamento do Cepea.

Leve recuo nos preços da tonelada posta fecularia

O valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia registrou uma leve queda de 0,31% em comparação com a semana anterior, fechando em R$ 553,44 — o equivalente a R$ 0,9625 por grama de amido.

Estabilidade nos preços mensais

A média parcial dos preços em maio está praticamente estável em relação à verificada no mês anterior, reforçando o cenário de equilíbrio entre produção e demanda neste período.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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