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Preço dos combustíveis em novembro: gasolina permanece estável enquanto etanol apresenta alta de 0,48%

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O preço médio da gasolina no Brasil encerrou novembro em R$ 6,26 por litro, mantendo o mesmo valor registrado desde setembro, conforme aponta o Índice de Preços da Edenred Ticket Log (IPTL). Enquanto isso, o etanol teve alta de 0,48% em relação a outubro, alcançando o valor médio de R$ 4,22 por litro.

De acordo com Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, a estabilidade no preço médio da gasolina indica um cenário mais previsível para os consumidores, embora o valor permaneça elevado. “Em relação ao etanol, apesar do leve aumento, os números do fechamento de novembro também demonstram uma tendência de estabilidade nos preços do biocombustível em nível nacional”, afirma o executivo.

Variações regionais e estaduais

Em duas regiões do País, os preços da gasolina apresentaram queda em novembro: Centro-Oeste e Nordeste, ambas registrando recuo de 0,16%, com valores médios de R$ 6,29 e R$ 6,34, respectivamente. Já o etanol teve sua maior baixa no Nordeste, com uma redução de 1,92%, sendo comercializado a R$ 4,60.

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Apesar disso, o menor preço médio do etanol foi observado no Centro-Oeste (R$ 4,12), mesmo após um aumento de 0,73% na região. A gasolina mais barata, por sua vez, foi registrada no Sudeste, a R$ 6,14, valor estável em relação a outubro.

No extremo oposto, as médias mais altas para ambos os combustíveis foram registradas na Região Norte: R$ 6,79 para a gasolina (com alta de 0,44%, a maior do País) e R$ 4,97 para o etanol (após aumento de 0,20%). A maior alta do etanol ocorreu no Sul, com elevação de 1,14%, resultando em um preço médio de R$ 4,45.

Entre os estados, o etanol teve sua maior queda na Bahia, com recuo de 3,49%, sendo negociado, em média, a R$ 4,42. Já o maior aumento foi registrado no Mato Grosso, onde o preço médio subiu 2,79%, alcançando R$ 4,05. O estado com o etanol mais barato foi São Paulo (R$ 4,00), enquanto o Amapá registrou o preço mais alto (R$ 5,39).

Quanto à gasolina, a Bahia destacou-se com a maior redução no preço médio, de 1,57%, alcançando R$ 6,25. O Acre, por outro lado, teve o maior aumento, de 2,63%, com o litro custando R$ 7,41, o valor mais alto entre os estados. São Paulo novamente apresentou o preço mais acessível, com média de R$ 6,05, apesar de uma leve alta de 0,17%.

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Vantagens do etanol

Pina também ressaltou que o etanol continua sendo a opção mais vantajosa em grande parte do Brasil, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. “Além de ser economicamente atrativo, o etanol oferece benefícios ambientais, emitindo menos poluentes e promovendo uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, explicou.

O levantamento do IPTL baseia-se em transações realizadas nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que administra uma frota de mais de 1 milhão de veículos no Brasil, consolidando dados com alta precisão por meio de ferramentas avançadas de data science.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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