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Preço do Milho Inicia Quinta-Feira em Baixa na Bolsa Brasileira

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Nesta quinta-feira (23), os preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3) iniciaram o dia em baixa. Por volta das 10h14 (horário de Brasília), as principais cotações variavam entre R$ 59,25 e R$ 69,41.

O contrato de vencimento para julho de 2024 foi negociado a R$ 59,25, uma queda de 0,45%. O contrato para setembro de 2024 estava cotado a R$ 62,84, representando uma desvalorização de 0,46%. Para novembro de 2024, o preço era de R$ 66,07, com uma perda de 0,29%, enquanto o contrato para janeiro de 2024 estava a R$ 69,41, uma baixa de 0,07%.

Mercado Externo

Em contraste, a Bolsa de Chicago (CBOT) iniciou o pregão desta quinta-feira com os preços futuros do milho em alta. Por volta das 09h44 (horário de Brasília), os principais contratos apresentavam movimentações positivas.

O vencimento para julho de 2024 foi cotado a US$ 4,63, um aumento de 2,25 pontos. O contrato de setembro de 2024 valia US$ 4,72, com uma valorização de 2,50 pontos. Para dezembro de 2024, o preço era de US$ 4,85, uma alta de 1,50 pontos, e o contrato de março de 2025 estava a US$ 4,98, com elevação de 1,25 pontos.

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Segundo o site internacional Farm Futures, os preços do milho subiram nesta manhã, elevando os preços do contrato de julho de 2024 para US$ 4,645/bushel, e os da nova safra de dezembro de 2024 para US$ 4,86/bushel.

“A influência climática continua a ser dominante nos mercados de commodities agrícolas, com os comerciantes acompanhando atentamente o progresso do plantio nos Estados Unidos”, destacou a analista da Farm Futures, Jacqueline Holland.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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