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Preço do Leite no Rio Grande do Sul é Projetado em R$ 2,5214 para Março

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O preço do leite no Rio Grande do Sul para o mês de março foi projetado em R$ 2,5214 por litro, conforme o estudo divulgado nesta quarta-feira (26/03) pelo Conseleite durante reunião realizada em Santa Cruz do Sul. O valor representa um aumento de 0,62% em comparação ao preço projetado para fevereiro, que foi de R$ 2,5058. A pesquisa leva em consideração os dados dos primeiros 20 dias de março e utiliza os novos parâmetros de cálculo implementados desde janeiro deste ano.

O preço consolidado de fevereiro de 2025 foi de R$ 2,4972, o que representa uma alta de 1,03% em relação ao consolidado de janeiro, que foi de R$ 2,4718. A reunião, que contou com a presença de lideranças do setor leiteiro, como produtores, indústrias e cooperativas, integrou a programação da Expoagro Afubra e seguiu com o projeto de interiorização dos encontros mensais do colegiado.

Darlan Palharini, coordenador do Conseleite, destacou que a reunião foi altamente produtiva, com a participação de representantes de diversas regiões. “Essas agendas são fundamentais para levar o trabalho do Conseleite e de sua Câmara Técnica a diferentes bacias leiteiras, permitindo debates sobre o preço com produtores locais e esclarecimentos sobre a metodologia de cálculo adotada”, enfatizou.

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Dados com Parâmetros Anteriores

Além das informações baseadas nos novos parâmetros, o Conseleite também apresentou dados compilados com base nos critérios de 2021, adotados para garantir uma transição segura entre os modelos de cálculo. Nesse cenário, o valor de referência do leite projetado para março ficou em R$ 2,5303, em comparação com o valor projetado de fevereiro, que foi de R$ 2,5247. O consolidado de fevereiro, utilizando os parâmetros antigos, ficou em R$ 2,5145.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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