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Preço do Etanol na BR-101 é 11,76% superior à média nacional, aponta Edenred Ticket Log

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De acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que avalia os preços dos combustíveis com base nas transações realizadas em postos credenciados, a BR-101 manteve-se como a rodovia mais cara para abastecimento no Brasil até o final de agosto. O estudo revelou que, nesta rodovia, o etanol foi comercializado a R$ 4,75 por litro, valor 11,76% superior à média nacional de R$ 4,25. Os preços da gasolina e do diesel na BR-101 foram, respectivamente, de R$ 6,28 e R$ 6,14 para o diesel comum e R$ 6,03 para o diesel S-10.

Comparativo com outras rodovias

Em comparação com outras importantes rodovias do país, como a Régis Bittencourt, Presidente Dutra e Fernão Dias, a BR-101 apresentou preços mais altos. Na Fernão Dias, foram encontrados os preços mais baixos para os tipos de diesel, com o comum a R$ 5,80 e o S-10 a R$ 5,93. A Presidente Dutra ofereceu a gasolina mais barata, a R$ 6,03, apesar de um aumento de 1,68% no preço. A Régis Bittencourt teve o etanol mais barato, comercializado a R$ 4,13 por litro.

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Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, destaca que os altos preços na BR-101 não são uma novidade recente. “Os preços elevados de combustíveis na BR-101 são uma constante ao longo do ano. Mesmo com o mesmo preço para a gasolina e o diesel mais barato em comparação com outras rodovias, o etanol na BR-101 permanece consideravelmente mais caro”, analisa Pina.

Sobre o IPTL

O IPTL é um índice confiável de preços de combustíveis, com base nas transações realizadas em mais de 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. A marca, com mais de 30 anos de experiência e uma frota de 1 milhão de veículos, realiza uma média de oito transações por segundo, o que garante a precisão dos dados coletados. A Edenred Ticket Log, parte da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, oferece soluções modernas para simplificar processos diários e atender às necessidades dos clientes de forma eficiente e inovadora.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de girassol da Argentina bate recorde histórico e impulsiona exportações bilionárias

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A safra argentina de girassol 2025/26 entrou para a história ao registrar recordes simultâneos de área cultivada, produtividade média e produção total. Os dados divulgados pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires mostram um avanço expressivo da cultura, consolidando o país como um dos principais players globais do mercado de óleo e derivados de girassol.

O desempenho histórico foi impulsionado pela expansão da área semeada, boas condições climáticas em regiões estratégicas e resultados produtivos acima da média em grande parte das lavouras.

Área cultivada cresce quase 30% na Argentina

Segundo a entidade argentina, a área plantada com girassol alcançou 2,85 milhões de hectares na temporada 2025/26, superando em 5,6% o recorde anterior, registrado na safra 2007/08, quando o cultivo ocupou 2,7 milhões de hectares.

Na comparação com o ciclo passado, a expansão foi ainda mais expressiva, com crescimento de 29,5%.

O principal avanço ocorreu na região do Nordeste Argentino (NEA), onde a área cultivada disparou 224%. Também houve aumento relevante nas províncias de Córdoba e no centro-norte de Santa Fé, reforçando o movimento de expansão da oleaginosa no país.

Condições climáticas favoreceram desenvolvimento das lavouras

O ciclo agrícola foi marcado por boa disponibilidade hídrica nas regiões norte e oeste da Argentina, fator que contribuiu para o desenvolvimento das plantas e para o elevado potencial produtivo.

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Em parte do centro-leste e do sudeste argentino, porém, o déficit hídrico registrado entre janeiro e fevereiro provocou maior variabilidade nos rendimentos das lavouras.

Mesmo assim, os resultados médios ficaram próximos ou ligeiramente acima dos padrões históricos, garantindo o melhor desempenho já registrado pela cultura no país.

Produtividade e produção também quebram recordes

A produtividade média nacional foi estimada em 23,6 quintais por hectare, superando o recorde anterior de 23,4 quintais por hectare obtido na safra 2024/25.

Com isso, a produção total de girassol da Argentina atingiu 6,6 milhões de toneladas, volume histórico que representa:

  • alta de 32% frente ao recorde anterior, de 5 milhões de toneladas;
  • crescimento de 60,2% em relação à média das últimas cinco campanhas agrícolas.

O resultado fortalece ainda mais a posição da Argentina no mercado internacional de óleo de girassol, segmento no qual o país possui participação estratégica nas exportações globais.

Complexo do girassol deve movimentar mais de US$ 3,3 bilhões

O avanço da produção também deve ampliar significativamente o peso econômico da cadeia do girassol na economia argentina ao longo de 2026.

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As estimativas apontam que o Produto Bruto do complexo deve crescer 53% em relação à campanha anterior, alcançando cerca de US$ 3,304 bilhões.

Além disso:

  • a arrecadação fiscal ligada ao setor pode atingir US$ 757 milhões;
  • as exportações devem somar aproximadamente US$ 2,491 bilhões.

O aumento projetado nas vendas externas representa um avanço de US$ 819 milhões frente ao ciclo anterior, refletindo a forte demanda internacional por óleo e derivados da oleaginosa.

Mercado internacional acompanha avanço da produção

O crescimento da safra argentina ocorre em um momento de atenção global ao mercado de óleos vegetais, especialmente diante da volatilidade climática em importantes regiões produtoras e das oscilações nos preços internacionais das commodities agrícolas.

Com maior oferta disponível, a Argentina tende a ampliar sua competitividade nas exportações de óleo de girassol, podendo influenciar os fluxos globais do setor e a dinâmica dos preços internacionais nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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