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Preço do diesel tem variação leve em abril, aponta pesquisa Edenred Ticket Log

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O mercado de combustíveis registrou uma variação leve nos preços do diesel neste início de abril, conforme apontam dados da última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). A pesquisa, que acompanha o comportamento dos preços nos postos de combustível em todo o país, revelou um acréscimo de 0,34% no preço médio nacional do litro do diesel comum, que fechou a primeira quinzena do mês a R$ 5,98. Já o diesel S-10 foi comercializado, em média, a R$ 6,08, após um aumento de 0,16%.

Destaque para Regiões Sul e Sudeste

As altas nos preços foram mais expressivas nas regiões Sul e Sudeste. No Sul, o diesel comum apresentou um incremento de 1,03%, enquanto no Sudeste foi de 0,51%. Por outro lado, as regiões Centro-Oeste e Nordeste apresentaram uma leve queda nos valores, de 0,33%.

Variação entre Estados

Entre os estados, houve variações significativas nos preços do diesel. O estado de Alagoas registrou o maior aumento para o diesel comum, com um acréscimo de 11,31%, enquanto a Paraíba apresentou a maior redução, com uma queda de 5,02%. Para o diesel S-10, os maiores aumentos foram registrados nos postos do Maranhão e do Rio Grande do Norte, com 0,84%, e a maior redução foi no Amapá, com 2,55%.

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Edenred Ticket Log: Referência em Pesquisa de Preços de Combustíveis

O IPTL é um índice de preços de combustíveis baseado nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. Com uma robusta estrutura de data science, o IPTL consolida o comportamento de preços das transações nos postos, oferecendo uma média precisa e confiável. A Edenred Ticket Log, com mais de 30 anos de experiência, se destaca por sua capacidade de se adaptar às necessidades dos clientes, oferecendo soluções inovadoras para simplificar os processos diários.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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