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Preço do arroz nos supermercados do Japão recua após 18 semanas de alta

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Os preços do arroz nos supermercados japoneses sofreram uma leve queda na semana até 4 de maio, após 18 semanas consecutivas de aumentos. No entanto, o valor continua a ser o dobro do registrado no mesmo período do ano anterior. A redução foi reportada pelo Ministério da Agricultura do Japão na segunda-feira, em um reflexo das medidas adotadas pelo governo para tentar controlar os custos do grão.

Queda de 19 ienes no preço do arroz

De acordo com os dados divulgados, o preço médio do arroz recuou 19 ienes (aproximadamente US$ 0,13) em relação à semana anterior, chegando a 4.214 ienes (US$ 28,52) para uma embalagem de 5 kg. Embora a diminuição seja um alívio para os consumidores, o preço ainda permanece muito mais alto do que o verificado no ano passado.

Medidas governamentais para conter os custos

Em resposta aos preços elevados, o governo japonês, sob a liderança do primeiro-ministro Shigeru Ishiba, adotou medidas extraordinárias para aliviar a pressão sobre os consumidores. Em março, foi autorizada a liberação de arroz estocado para o mercado, uma ação inédita com o objetivo de aumentar a oferta e, assim, reduzir os preços. Essa medida, que se mostrou eficaz em moderar os custos, seguirá sendo implementada mensalmente até julho deste ano.

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Projeção para os próximos meses

A expectativa é que, com a liberação contínua dos estoques, o preço do arroz siga apresentando variações mais controladas. Contudo, o grão ainda enfrenta desafios de produção e distribuição que podem manter os preços mais altos do que o habitual por um período considerável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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