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Porto de Porto Alegre registra recorde histórico de movimentação de cargas

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Durante o último bimestre, o Porto de Porto Alegre, operado pela Portos RS, testemunhou um desempenho operacional notável, marcando um crescimento sem precedentes na movimentação de cargas. Os dados fornecidos pela empresa revelam um cenário de pico, destacando a eficiência operacional do porto e seu papel vital como centro logístico.

Novo Recorde em Fevereiro

No mês de fevereiro, o porto atingiu um novo marco ao movimentar 107.274 toneladas, estabelecendo um recorde para este período. Esse resultado contribuiu para consolidar o primeiro bimestre de 2024 como o melhor da história, com um total de 175.227 toneladas movimentadas. Esse aumento de 81.02% em relação ao ano anterior representa um crescimento substancial e sustentável.

Diversidade de Cargas e Parcerias Internacionais

A diversidade de cargas, incluindo trigo, fertilizantes, sebo bovino, cevada e cargas gerais, destaca a importância do Porto de Porto Alegre como centro logístico estratégico. O Brasil liderou como o principal país de origem das mercadorias desembarcadas, seguido por nações como Rússia, Argentina, Alemanha e Uruguai. Quanto aos destinos das exportações, os Estados Unidos se destacaram como o principal mercado, além do mercado interno brasileiro.

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Investimentos e Compromisso Futuro

Fernando Estima, gerente de planejamento e desenvolvimento da Portos RS, expressou otimismo diante desses resultados excepcionais. Ele ressaltou o compromisso contínuo das empresas com o porto e os esforços para impulsionar o desenvolvimento da hidrovia e do cais comercial. Além disso, destacou os investimentos planejados para melhorias na infraestrutura, como a requalificação da pavimentação da área operacional, visando aprimorar a eficiência e a segurança das operações portuárias para um futuro ainda mais próspero.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil deve bater recorde na produção de etanol em 2026/27, projeta DATAGRO

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O Brasil caminha para uma safra histórica no setor sucroenergético. A DATAGRO projetou produção recorde de etanol na temporada 2026/27, impulsionada pela maior oferta de cana-de-açúcar e pelo crescimento global da demanda por biocombustíveis.

As novas estimativas foram apresentadas nesta terça-feira (13), em Nova York, durante a 19ª edição da CITI ISO DATAGRO New York Sugar and Ethanol Conference, realizada na tradicional Sugar Week.

Segundo os dados divulgados por Plinio Nastari, o Centro-Sul do Brasil deverá processar 642,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2026/27. A estimativa inclui produção de 40,98 milhões de toneladas de açúcar e 38,61 bilhões de litros de etanol produzido a partir da cana e do milho.

Produção nacional de etanol pode superar 41 bilhões de litros

Considerando também a produção do Nordeste, a DATAGRO estima que o Brasil deverá alcançar moagem total de 698 milhões de toneladas de cana na safra 2026/27.

A projeção nacional aponta para produção de 44,2 milhões de toneladas de açúcar e 41,4 bilhões de litros de etanol, consolidando o país como um dos principais fornecedores globais de energia renovável.

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O avanço da produção ocorre em um cenário de maior direcionamento das usinas para o etanol, principalmente nos primeiros meses da safra atual, movimento favorecido pela demanda crescente por combustíveis renováveis no mercado internacional.

Mercado global de açúcar deve voltar ao déficit em 2026/27

Além das projeções para o Brasil, a DATAGRO também atualizou suas estimativas para o mercado mundial de açúcar.

A consultoria prevê que o ciclo 2025/26 deverá encerrar com pequeno superávit global de 0,57 milhão de toneladas em valor bruto. Já para 2026/27, a expectativa é de déficit de 3,17 milhões de toneladas.

Entre os fatores que sustentam esse cenário estão os possíveis impactos climáticos do fenômeno El Niño sobre importantes produtores asiáticos, como Índia e Indonésia, além da redução de área cultivada na Europa e na Tailândia.

Biocombustíveis ampliam espaço nos setores marítimo e aéreo

A DATAGRO destacou ainda que o aumento das tensões geopolíticas e a busca global por alternativas energéticas renováveis vêm fortalecendo o mercado de biocombustíveis.

Segundo Plinio Nastari, novos mercados vêm surgindo especialmente nos setores marítimo e aéreo, ampliando o potencial de consumo de etanol, biodiesel e metanol verde nos próximos anos.

“O uso de biocombustíveis como substitutos do combustível marítimo pode gerar aumento de demanda entre 0,4 milhão e 1,8 milhão de toneladas por ano até 2029”, afirmou.

As projeções indicam ainda que a demanda global por biocombustíveis voltados ao transporte marítimo poderá alcançar até 72 milhões de toneladas até 2050, reforçando o protagonismo do Brasil no fornecimento de energia limpa e renovável.

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Etanol ganha protagonismo estratégico na transição energética

O cenário projetado pela DATAGRO reforça a crescente importância do etanol brasileiro dentro da agenda global de descarbonização.

Com ampla disponibilidade de matéria-prima, elevada eficiência produtiva e capacidade de expansão sustentável, o Brasil segue consolidando sua posição estratégica no mercado internacional de biocombustíveis, especialmente diante do avanço das políticas globais de redução de emissões de carbono.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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