AGRONEGÓCIO

Plena Alimentos participa de feira internacional de alimentos em Dubai e reforça presença no mercado árabe

Publicado em

Com foco no mercado externo, a Plena Alimentos, uma das maiores empresas do segmento de proteína bovina do Brasil e com forte atuação na exportação de carne para o Oriente Médio, vai participar da Gulfood 2024, uma das maiores feiras de alimentos e bebidas do mundo. O evento, já em sua 29ª edição, será realizado entre os dias 19 e 23 de fevereiro, no World Trade Centre de Dubai, nos Emirados Árabes.

Na ocasião, o gerente de exportação da Plena, Fernando Bevilacqua, a trader Beatriz Maia e o trader para Oriente Médio e Norte da África (Mena), Mohamad Sus, vão representar a empresa no evento. “Nossa presença na feira fortalece nossa marca e potencializa as relações comerciais já existentes. É o momento perfeito para mostrarmos nossos produtos, estreitarmos relacionamentos e fechar novos negócios”, afirma Bevilacqua.

Desde 2015, a Plena possui certificação halal, documento que assegura os preceitos da produção de acordo com os critérios do islã. “Essa certificação é uma garantia para os muçulmanos e traz uma competitividade maior para a Plena”, afirma o gerente. Além dos países árabes, por ter a certificação halal, a empresa brasileira atende muitos países com populações muçulmanas ou de maioria muçulmana, mas que não são árabes.

Leia Também:  Audições do Cantarte 2023 começam nesta terça-feira (25)

A Plena já tem uma atuação expressiva na exportação de carne para o Oriente Médio. Hoje, a empresa atende praticamente todos os países árabes e mantém um time de pesquisa e desenvolvimento focado em produtos para a região. “Os países árabes têm uma representação significativa e importante nas nossas exportações. Por isso, nos preocupamos em ampliar o nosso mix de produtos, com opções in natura e industrializados”, destaca Roberto Antonio Oliveira, diretor comercial e de Marketing da empresa.

A Plena fornece carne e derivados de alto padrão para mais de 50 países, com destaque para Ásia, Oriente Médio, Leste Europeu e África. “Na Gulfood, vamos destacar nossas proteínas, que possuem alto padrão de qualidade e de segurança alimentar, reforçando, assim, o nosso propósito de alimentar com felicidade pessoas ao redor do mundo”, afirma Oliveira.

Fonte: Plena Alimento

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Nova rota pelo Pacífico pode reduzir custos logísticos e ampliar competitividade do agro de MT nas exportações

Published

on

O agronegócio de Mato Grosso pode ganhar uma nova alternativa estratégica para o escoamento da produção ao mercado internacional com a criação do Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil–Bolívia–Pacífico. A iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prevê a estruturação de corredores logísticos transfronteiriços com acesso aos portos do Oceano Pacífico, ampliando as opções de exportação do setor.

A portaria que institui o programa foi assinada na última terça-feira (23), em Brasília, pelo ministro da Agricultura, André de Paula, e marca um novo movimento de integração regional entre Brasil e Bolívia, com foco em competitividade logística e ampliação de mercados.

Mato Grosso deve ser um dos principais beneficiados

Maior produtor agropecuário do país e com extensa faixa de fronteira com a Bolívia, Mato Grosso desponta como um dos estados mais favorecidos pela nova rota. A proposta busca reduzir a dependência dos corredores tradicionais de exportação via portos brasileiros, historicamente marcados por gargalos logísticos e altos custos de transporte.

A expectativa é de que o novo corredor contribua para o escoamento mais eficiente de grãos, carnes e outros produtos agroindustriais, especialmente com destino ao mercado asiático, um dos principais compradores da produção brasileira.

Nova rota pelo Pacífico pode encurtar distâncias e reduzir custos

O programa prevê a consolidação da chamada Rota 3/Rondon, que parte da região oeste de Mato Grosso, passa por Vila Bela da Santíssima Trindade (531 km de Cuiabá), atravessa o território boliviano e segue até portos no Oceano Pacífico.

Leia Também:  PM lança Operação Liquida Centro nesta sexta-feira (07) em Cuiabá

Na avaliação do setor produtivo, o novo trajeto pode reduzir distâncias logísticas, aliviar a pressão sobre rotas já consolidadas e ampliar a eficiência no transporte da produção agropecuária, especialmente em períodos de safra recorde.

Setor produtivo vê avanço estratégico para o agro

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, destacou que a iniciativa atende a uma demanda antiga do setor e reforça a necessidade de novas alternativas logísticas para o estado.

Segundo ele, a localização geográfica de Mato Grosso impõe desafios constantes de competitividade. “Esse era um momento esperado há vários anos. Mato Grosso é distante dos mercados e dos portos. A integração com a Bolívia abre mais uma rota de escoamento pelo oeste do Estado e pode alavancar a economia agropecuária mato-grossense”, afirmou.

Integração também pode ampliar acesso a insumos

Além da exportação, o programa também prevê o fortalecimento da cooperação econômica entre Brasil e Bolívia. A expectativa é de que a nova rota facilite o acesso a insumos estratégicos para o agro, como fertilizantes, além de estimular novos investimentos na faixa de fronteira.

Para Tomain, a integração tem potencial de gerar ganhos mútuos. “Mato Grosso tem alta tecnologia e grande capacidade produtiva. A Bolívia pode contribuir com insumos importantes. É uma relação que pode gerar desenvolvimento e oportunidades para os dois lados”, destacou.

Infraestrutura e cooperação serão pontos-chave do projeto

O avanço da rota também depende da consolidação da infraestrutura logística. Em Mato Grosso, já há investimentos em pavimentação de trechos que ligam a região de Vila Bela da Santíssima Trindade até a fronteira com a Bolívia.

Leia Também:  Audições do Cantarte 2023 começam nesta terça-feira (25)

O próximo desafio, segundo representantes do setor, será a continuidade das obras em território boliviano, especialmente no eixo em direção a San Ignacio, essencial para viabilizar a conexão até o Pacífico.

Programa prevê integração comercial e institucional

Além da estruturação dos corredores logísticos, o Programa Brasil–Bolívia–Pacífico inclui ações de facilitação regulatória, cooperação técnica e sanitária, promoção comercial e atração de investimentos em infraestrutura.

A operacionalização ficará sob responsabilidade da Secretaria-Executiva do Mapa, que deverá instituir um Comitê Gestor para coordenar as ações e acompanhar a implementação do novo corredor internacional.

Para a Famato, a ampliação das rotas de exportação é um fator decisivo para a competitividade do agronegócio mato-grossense, especialmente diante da crescente demanda global por alimentos e da necessidade de reduzir custos logísticos na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA