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Plantio de soja é travado pela espera por chuvas, com menos de 0,1% da área cultivada no Brasil

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O plantio da safra de soja 2024/25 teve início no Brasil, mas seu progresso está restrito a áreas muito pontuais no Paraná e em Mato Grosso, em função da baixa umidade do solo e das temperaturas elevadas. Até a última quinta-feira (12), essas áreas representavam apenas 0,06% da área total estimada para o país, conforme levantamento da AgRural, um percentual inferior aos 0,15% registrados no mesmo período do ano passado.

No Paraná, alguns produtores foram incentivados a plantar “no pó” devido à previsão de chuvas leves no oeste do estado. No entanto, a maioria ainda prefere esperar por condições mais favoráveis. Já em Mato Grosso, a situação é mais crítica, com os mapas meteorológicos indicando a ausência de chuvas para esta semana, o que desanima os agricultores locais.

Plantio de milho verão avança no Centro-Sul, com 19% da área já semeada

Enquanto o plantio de soja avança lentamente, a semeadura da primeira safra de milho 2024/25, o chamado milho verão, segue a um ritmo mais acelerado. Até quinta-feira (12), 19% da área estimada para o Centro-Sul do Brasil já havia sido plantada, comparado a 15% na semana anterior e 20% no mesmo período do ano passado, segundo a AgRural. O progresso se concentra nos três estados do Sul, onde as atividades no campo dependem diretamente da umidade disponível no solo.

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Essas condições climáticas são monitoradas de perto pelos agricultores, que aguardam uma melhora no regime de chuvas para intensificar o plantio das duas culturas, essenciais para a economia agrícola do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Diesel S-10 dispara mais de 7% em abril e pressiona custos do transporte no Brasil

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O preço do diesel S-10 registrou forte alta nos postos brasileiros em abril, consolidando um movimento de pressão sobre os custos logísticos e o transporte no país. Segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o combustível avançou mais de 7% na comparação com março, alcançando média de R$ 7,61 por litro.

O diesel comum também apresentou elevação relevante no período, com alta de 6,42%, chegando a R$ 7,46 por litro. O levantamento considera abastecimentos realizados em uma base de mais de 21 mil postos credenciados em todo o Brasil.

Diesel lidera alta entre combustíveis

Entre os principais combustíveis, o diesel foi o que registrou a maior variação em abril. A gasolina teve aumento de 3,45%, com preço médio de R$ 6,90 por litro, enquanto o etanol hidratado apresentou leve alta de 0,62%, sendo comercializado a R$ 4,86.

De acordo com o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o movimento de alta reflete fatores estruturais e conjunturais. “Abril foi marcado por uma pressão significativa nos preços do diesel, influenciada pelo cenário de oferta e demanda e por ajustes nas refinarias”, destacou.

Conflito no Oriente Médio impacta mercado

O avanço dos preços está diretamente ligado ao cenário internacional, especialmente às tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito tem provocado instabilidade no mercado global de petróleo, afetando cadeias de abastecimento e elevando custos.

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No Brasil, o impacto é ampliado pela dependência externa: cerca de 25% do diesel consumido no país é importado. A Petrobras, principal produtora nacional, também atua como importadora, o que torna o mercado sensível às oscilações internacionais.

O último reajuste promovido pela estatal ocorreu em meados de março, mas os efeitos do cenário global continuam sendo repassados ao consumidor final.

Governo tenta conter alta

Diante da escalada de preços, o governo federal implementou medidas para reduzir o impacto, incluindo programas de subsídio ao diesel. A iniciativa busca amenizar os custos, principalmente para o setor de transporte e o agronegócio, altamente dependentes do combustível.

Alta atinge todo o país

Os dados do IPTL indicam que todas as regiões brasileiras registraram aumento no preço do diesel em abril. O Nordeste apresentou as maiores altas percentuais em relação a março, enquanto a região Norte concentrou os preços médios mais elevados.

O movimento reforça a preocupação com os custos logísticos no Brasil, especialmente em um momento de intensificação das atividades no campo e escoamento da produção agrícola.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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