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Plantio da Safrinha de Milho 2024 atinge quase 100% no Centro-Sul do Brasil

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O plantio da segunda safra de milho 2024, conhecida como safrinha, alcançou expressivos 99,6% da área estimada no Centro-Sul do Brasil, de acordo com dados fornecidos pela Safras & Mercado até 28 de março.

Detalhes do Plantio

No Paraná, o plantio atingiu impressionantes 99,9% da área planejada, que corresponde a 2,262 milhões de hectares. Em São Paulo, os trabalhos alcançaram 98,1% da área prevista de 515 mil hectares. Em Mato Grosso do Sul, o plantio foi concluído em 100% dos 2,125 milhões de hectares projetados. Em Goiás, onde a área estimada era de 2,353 milhões de hectares, o plantio também atingiu 100%. No maior produtor nacional, Mato Grosso, o cultivo foi finalizado nos 6,621 milhões de hectares previstos. Em Minas Gerais, o plantio atingiu 94,6% da área estimada de 746 mil hectares.

Comparação com Anos Anteriores

No mesmo período do ano passado, o cultivo alcançava 99,4% da área da safrinha 2023, que totalizava 15,468 milhões de hectares, enquanto a média de plantio nos últimos cinco anos era de 97,5%.

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Situação em Outras Regiões

Na região do Matopiba, que engloba partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o plantio atingiu 84,9% da área prevista de 1,184 milhão de hectares, com um desempenho um pouco abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior. No Tocantins, 95,8% da área prevista de 340 mil hectares já foi plantada. Na Bahia, a semeadura alcançou 72,3% dos 159 mil hectares estimados. No Maranhão, o cultivo atingiu 80,7% da área esperada de 500 mil hectares, enquanto no Piauí, os trabalhos atingiram 86,7% dos 186 mil hectares previstos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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