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Planejamento antecipado do plantio de soja é decisivo para produtividade e saúde da lavoura

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Antecipar decisões no TSI melhora desempenho da sojicultura

O sucesso do plantio de soja no segundo semestre começa muito antes do maquinário entrar em campo. Um planejamento criterioso, especialmente no que diz respeito à escolha dos produtos utilizados no Tratamento Industrial de Sementes (TSI), é essencial para garantir produtividade, sanidade das plantas e redução de perdas na lavoura.

Nesse processo, destacam-se os inoculantes de longa duração, que contêm protetores biológicos capazes de preservar a viabilidade dos microrganismos e estimular a formação da simbiose com a planta — etapa crucial para o bom desenvolvimento da cultura.

De acordo com Fernando Bonafé Sei, gerente da área técnica da Novonesis, empresa líder global em biossoluções, a preparação eficiente no tratamento das sementes é estratégica. “Ela assegura maior saúde à cultura, eleva o potencial produtivo e contribui para uma lavoura mais eficiente e lucrativa”, afirma.

A escolha correta dos produtos faz toda a diferença

Planejar com antecedência também permite ao produtor conhecer melhor as opções disponíveis no mercado e evitar erros, como a incompatibilidade entre produtos. Segundo o especialista, a seleção adequada dos insumos — como polímeros, micronutrientes, defensivos biológicos e demais produtos fitossanitários — é determinante para o desempenho, segurança, sanidade das sementes e menor impacto ambiental. “Essa combinação precisa seguir rigorosamente os registros, recomendações e bulas de cada fabricante”, explica Sei.

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Os inoculantes têm se destacado como ferramentas eficazes na nutrição vegetal, por meio da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN). Estudos da Embrapa apontam que a adoção da inoculação pode proporcionar um aumento médio de 8% na produtividade, em comparação ao cultivo sem essa prática. Além disso, essas soluções contribuem para a redução do uso de fertilizantes químicos, promovendo um manejo mais sustentável.

Tecnologia avança na eficiência da FBN

Para tornar a FBN ainda mais eficaz, a Novonesis tem desenvolvido inoculantes microbianos com maior resistência a condições ambientais adversas e total compatibilidade com o TSI. Um exemplo dessa inovação é o CTS 1000®, produto à base de Bradyrhizobium, cuja formulação permite que a semente tratada permaneça viável por até 90 dias, em contraste com os inoculantes tradicionais, que exigem plantio em até 24 horas.

Além da praticidade do sistema “Abre e Plante”, o CTS 1000® se destaca pelo maior tempo de pós-tratamento e por apresentar, segundo dados de campo, um aumento de produtividade de 3,8% em relação aos inoculantes padrão. Esse resultado é atribuído à intensificação na formação de nódulos nas raízes e ao maior volume de nitrogênio fixado, tornando essa solução uma aliada estratégica para produtores que buscam elevar a performance de suas lavouras.

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O planejamento prévio, aliado ao uso de tecnologias adequadas no tratamento de sementes, consolida-se, assim, como fator chave para uma sojicultura mais eficiente, sustentável e rentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Volatilidade do diesel expõe custos ocultos na logística e pressiona gestão de frotas no Brasil

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A instabilidade no preço do petróleo no mercado internacional e seus reflexos diretos sobre o diesel têm ampliado a pressão sobre empresas de transporte e logística em todo o Brasil. Em um setor altamente dependente do combustível, qualquer variação impacta de forma imediata os custos operacionais e a competitividade das operações.

Diesel pode representar até um terço dos custos do transporte

O diesel é um dos principais componentes da estrutura de custos do transporte rodoviário, podendo responder por cerca de um terço das despesas totais de uma operação. Nesse contexto, oscilações de preço são um desafio constante para gestores logísticos.

No entanto, especialistas destacam que o impacto financeiro vai além da variação do mercado. Muitos operadores ainda enfrentam perdas internas relacionadas à falta de controle no abastecimento, o que amplia o efeito da alta dos preços.

Falhas de registro, abastecimentos fora do padrão, inconsistências de medição e desperdícios operacionais são exemplos de problemas que, apesar de muitas vezes não serem percebidos imediatamente, podem gerar prejuízos significativos ao longo do tempo.

Perdas operacionais podem ser maiores que o impacto do preço

Segundo o especialista em operações logísticas Nelson Margarido, diretor operacional da Korth, momentos de alta no diesel acabam evidenciando fragilidades já existentes nas empresas.

“Quando o diesel sobe, a atenção se volta naturalmente para o preço do combustível. Mas esse também é um momento estratégico para analisar se o consumo está alinhado à operação e se existem perdas que podem ser evitadas com mais controle e rastreabilidade”, afirma.

De acordo com ele, muitas dessas perdas não aparecem de forma clara nos indicadores financeiros tradicionais, o que dificulta a identificação de falhas e a adoção de medidas corretivas.

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Falta de controle manual amplia riscos na operação

Em operações que ainda utilizam processos manuais ou sistemas pouco integrados, pequenas divergências entre o volume abastecido e o consumo esperado podem se acumular ao longo do tempo.

Essa falta de visibilidade compromete a gestão eficiente da frota e dificulta a identificação de padrões de desperdício, impactando diretamente a rentabilidade do negócio.

Tecnologia ganha espaço na gestão de abastecimento

Diante desse cenário, cresce a adoção de soluções tecnológicas voltadas ao monitoramento do consumo de combustível e à gestão do abastecimento.

A digitalização dos processos permite o registro e a validação das informações em tempo real, reduzindo erros operacionais e aumentando a confiabilidade dos dados utilizados na tomada de decisão.

Com maior rastreabilidade, empresas conseguem identificar desvios com mais precisão e atuar de forma preventiva na redução de desperdícios.

Combustível passa a ser indicador estratégico da operação

Para especialistas do setor, o combustível deixa de ser apenas uma despesa operacional e passa a ser um indicador estratégico da eficiência da frota.

“O preço do diesel é uma variável externa. Já o controle do abastecimento é um processo interno que pode ser monitorado e aprimorado continuamente. Quanto maior a visibilidade sobre os dados, maior a capacidade de reduzir perdas e aumentar a eficiência”, destaca Margarido.

Eficiência operacional será diferencial competitivo

Em um cenário de custos elevados e margens pressionadas, a eficiência operacional tende a se tornar um dos principais diferenciais competitivos no setor de transporte e logística.

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Empresas que investem em controle, rastreabilidade e análise de dados conseguem transformar informações operacionais em inteligência estratégica, ganhando mais previsibilidade e resistência às oscilações do mercado de combustíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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