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Pivot implementa novo sistema que reduz 30% gastos com gestão fiscal para faturar R$ 1 bilhão em 2023

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Em processo final de implementação do novo sistema de gestão e recebimento fiscal, o SAP TOTAL COMPLIANCE, da SOLUTIO, a Pivot – concessionária autorizada de máquinas agrícolas CASE IH, de sistemas de irrigação por pivô central Lindsay e de energia solar – se prepara para alcançar um faturamento de R$ 1 bilhão em 2023. Esses sistemas – TOTAL COMPLIANCE e TOTAL INBOUND – atendem todas as necessidades e demandas impostas pelo fisco e integram o rol de ações colocadas em prática pela Pivot para alcançar o resultado projetado.

Fundada em Cristalina (GO) em 1989, a Pivot é hoje a maior revenda da Lindsay Corporation no mundo em termos de faturamento, tamanho de empresa e know-how e a maior concessionária autorizada CASE IH do país. Com mais de 600 colaboradores e atuação em quatro Estados do país (Goiás, Minas Gerais, Tocantins e Bahia), e em franco processo de expansão, a Pivot contratou a SOLUTIO para otimizar a apuração de impostos e cumprimento de obrigações.

Waniel Cruvinel, Controller da Pivot, explica que hoje a Pivot tem uma escrituração diária de cerca de 200 documentos e que contar com os serviços da SOLUTIO propiciará uma economia de tempo de 30% a 40% com estes processos, o que culminará em uma economia de gastos de 30% para a companhia neste setor.

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“Teremos a possibilidade de terminar todos os dias do expediente com o fluxo zerado, pingou uma nota na mensageria, eu já tenho condições de validá-la do ponto de vista fiscal e colocá-la no sistema. O sistema fiscal desenvolvido no SAP pela SOLUTIO é amigável para os usuários e cobre todas as demandas de apuração e obrigações acessórias, aprimorando a organização do trabalho, sincronização de agendas e melhoria dos processos, com uma apuração limpa e integrada”, diz.

Cruvinel conta que a expectativa com o novo sistema é de conseguir evoluir a rotina produtiva do setor fiscal, tornando o trabalho dos colaboradores mais analítico.

“Hoje são duas células no meu departamento fiscal: uma de apuração e cumprimento de obrigações e outra de recebimento fiscal, que fazem o trabalho de escrituração manual, processos, classificação e cruzamento de pedidos. Com a implementação de 100% do INBOUND, será reduzida a necessidade de mão de obra nesta segunda célula. Isso vai abrir espaço para conseguirmos ser mais analíticos, estudiosos e inovadores em nossa área. A automação e ganho de tempo proporcionada para a SOLUTIO não vai impactar em redução de pessoal e sim em melhoria de processos”, acrescenta.

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Flávio Ortencio, co-fundador da SOLUTIO, comenta que o produto garante a conformidade fiscal de ponta a ponta no atendimento ao fisco, desde a correta entrada e saída de documentos fiscais, apurações dos impostos, com ampla abrangência e atendimento a todas as obrigações acessórias nas esferas Federal, Estadual e Municipal.

“É algo essencial para uma companhia do porte da Pivot, que atua em quatro Estados diferentes e precisa lidar com uma alta complexidade do ponto de vista tributário. Nosso sistema permite uma visão consolidada de todas as entradas relevantes para a apuração, seja nota fiscal, faturas financeiras ou lançamentos contábeis, dispensando a necessidade de Integração e reduzindo o tempo gasto em conferências e a possibilidade de erros de interface”.

Fonte: FirstCom Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abelhas elevam produtividade da soja em até 18%

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A presença de abelhas nas proximidades das lavouras pode aumentar, em média, 13% a produtividade da soja, segundo estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Em alguns experimentos, o ganho chegou a 18%, resultado obtido sem ampliação da área plantada.

Embora a soja seja considerada uma planta capaz de se autopolinizar, as visitas das abelhas às flores melhoram o processo de fecundação. Os efeitos podem aparecer no aumento do número de grãos por vagem, na redução de vagens vazias e, ao final do ciclo, na quantidade colhida por hectare.

Os percentuais não representam uma garantia automática para todas as propriedades. O resultado depende da cultivar, das condições climáticas, da população de polinizadores, da paisagem ao redor da lavoura e das práticas adotadas durante o florescimento. Ainda assim, as pesquisas mostram que a polinização deve ser considerada parte do sistema produtivo, e não apenas um benefício ambiental.

A contribuição econômica das abelhas vai muito além da produção de mel. Um estudo citado pela Embrapa estimou em aproximadamente R$ 43 bilhões o valor anual do serviço de polinização para a produção brasileira de alimentos, com base nos dados agrícolas de 2018.

Entre 141 espécies cultivadas no Brasil para alimentação humana, produção animal, fibras e biocombustíveis, cerca de 85 dependem, em algum grau, da polinização realizada por animais. As abelhas são os principais agentes desse processo. Café, laranja, maçã, melão, maracujá, castanha-do-brasil, canola e algodão estão entre as culturas beneficiadas.

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A dimensão desse serviço também começou a ser mais bem compreendida nas áreas de soja. Pesquisa divulgada pela Embrapa em 2026 identificou 53 espécies de abelhas em lavouras e fragmentos de vegetação nativa no sudoeste de Goiás. Desse total, 27 eram novos registros de espécies associadas à cultura na região.

O levantamento mostra que a soja não recebe apenas a visita da abelha-africanizada, normalmente utilizada na produção comercial de mel. Diferentes espécies nativas também percorrem as flores e participam da polinização. Essa diversidade reduz a dependência de um único polinizador e aumenta a capacidade de o ambiente responder a mudanças de temperatura, umidade e disponibilidade de alimento.

A manutenção de vegetação nativa próxima às áreas produtivas tem papel importante nesse processo. Matas, reservas legais, áreas de preservação permanente, corredores de vegetação e faixas com plantas floridas oferecem abrigo e alimento às abelhas antes e depois da florada da cultura comercial.

Para o produtor, essas áreas podem funcionar como infraestrutura biológica da propriedade. A contribuição será maior quando houver conexão entre os ambientes naturais e a lavoura, permitindo que os insetos encontrem locais para nidificação, água e fontes de néctar e pólen durante diferentes períodos do ano.

A integração também pode abrir uma fonte complementar de renda. Dados da Embrapa indicam que apicultores com bom manejo e colmeias instaladas próximas às lavouras podem obter até 50 quilos de mel por colmeia durante a florada da soja. Ao mesmo tempo que as abelhas encontram alimento, o produtor de grãos recebe o serviço de polinização.

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A convivência, entretanto, exige planejamento. A localização dos apiários precisa ser conhecida, e agricultores, responsáveis técnicos e apicultores devem manter comunicação sobre o calendário da lavoura e as aplicações de defensivos.

O manejo integrado de pragas ajuda a evitar pulverizações desnecessárias. Quando o controle químico for indispensável, devem ser respeitados o registro do produto, as orientações da bula, as condições meteorológicas e as técnicas destinadas a reduzir deriva. Sempre que tecnicamente possível, a aplicação deve considerar os horários de menor atividade das abelhas.

O vento, a temperatura e a umidade interferem diretamente na dispersão da calda. Uma pulverização feita em condições inadequadas pode atingir flores, vegetação próxima e fontes de água frequentadas pelos insetos, mesmo quando as colmeias estão fora da área cultivada. Por isso, regulagem do equipamento, escolha correta das pontas e acompanhamento das condições ambientais são medidas decisivas.

Também cabe ao apicultor manter as colmeias identificadas, bem manejadas e instaladas em locais adequados. A comunicação antecipada permite avaliar medidas de proteção sem comprometer as necessidades fitossanitárias da lavoura.

A preservação das abelhas não deve ser tratada como uma obrigação separada da produção. Os estudos mostram que esses insetos participam da formação da safra e podem melhorar o aproveitamento da área já cultivada. Para o produtor, proteger os polinizadores significa conservar um serviço natural capaz de elevar a produtividade, diversificar a renda e fortalecer a estabilidade do sistema agrícola.

Fonte: Pensar Agro

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