AGRONEGÓCIO

Pivot confirma participação na Agro Rosário 2024 e anuncia planos de nova unidade no oeste da Bahia

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Startando em 2024 sua participação nas maiores feiras de agronegócio no país, o Grupo Pivot já acerta os últimos preparativos para seu estande na Agro Rosário, evento de tecnologia agrícola que mais cresce na região do Matopiba (áreas agrícolas nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), hoje principal fronteira agrícola brasileira. A empresa, que é uma das líderes nacionais na comercialização de maquinários agrícolas e sistemas de irrigação, promete trazer novidades para a feira, que será realizada entre os dias 7 e 8 de março, na sede da J & H Semente, às margens da BR 020, quilômetro 21, no distrito de Rosário, que pertence ao município de Correntina (BA).

De acordo com João Morais, gerente de negócio da unidade da Pivot em Luis Eduardo Magalhães, no oeste baiano, essa é a quarta participação do grupo na Agro Rosário. “Estar em um evento como esse é de suma importância para reforçarmos ainda mais a nossa presença nessas promissoras regiões do oeste baiano e do Matopiba. Nós acreditamos muito em seu potencial agrícola, tanto que já estamos planejando a abertura de uma segunda unidade nesta área do Oeste da Bahia, mas ainda estamos estudando o local”, revela o gerente.

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Com os objetivos de levar informação e avanços tecnológicos aos profissionais da cadeia produtiva do agro na região do Oeste da Bahia e oferecer excelentes oportunidades de negócio, a Agro Rosário em sua edição de 2023 recebeu mais de 12 mil visitantes e reuniu mais de 140 expositores.

Tecnologia de irrigação

Entre as novidades que estarão expostas no estande da Pivot na Agro Rosário, haverá o retorno do Painel 712C, hoje o que há de mais moderno em termos de painéis para irrigação, segundo explica João Morais. “É um equipamento que já vem ligado à plataforma FieldNET Advisor que usa um moderno método de manejo dos recursos hídricos por meio da tecnologia de telemetria. Na verdade esse, painel 712C volta com força ao mercado, após um boom de vendas entre 2021 e 2022, e agora os fabricantes conseguiram regularizar a questão dos insumos e assim normalizar a sua distribuição”, esclarece o gerente.

Os investimentos e a atenção da Pivot para o oeste da Bahia não é por menos, segundo afirma o gerente João Morais. Ele afirma que a região tem crescido muito e que 2024 promete ser um ano tão bom quanto o de 2022, que foi considerado pela grande maioria dos players do setor agrícola como período fora da curva no agronegócio brasileiro. “Estamos já com muitos projetos de irrigação em implantação e um outro grande número para a implantação ser iniciada em breve. Por isso, nossas expectativas para 2024 são as melhores possíveis. E lembrando que 2023 não foi um ano ruim para nós e quase igualamos os nossos resultados com os de 2022, que de fato foi um ano atípico e fora da curva, por causa da demanda da pandemia. Mas 2024 tem grandes chances de superar 2022, devido aos vários e grandes projetos em andamento na região”, diz.

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Fonte: COMUNICAÇÃO SEM FRONTEIRAS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

UFV lidera projeto de melhoramento genético participativo de pimentas para fortalecer a agricultura sustentável em Minas Gerais

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A Universidade Federal de Viçosa (UFV), por meio de uma equipe coordenada pelo professor Dr. Agustin Zsögön, está desenvolvendo um projeto inovador que busca fortalecer a agricultura sustentável em Minas Gerais por meio do melhoramento genético participativo de pimentas. A iniciativa integra o Programa Participa Minas – Edital nº 01/2024 e tem como foco a construção conjunta de soluções entre pesquisadores e agricultores familiares.

O projeto pretende selecionar e desenvolver variedades de pimentas mais adaptadas às diferentes condições de cultivo da Zona da Mata mineira, promovendo ganhos de produtividade, sustentabilidade, segurança alimentar e geração de renda para os produtores rurais.

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Agricultores participam diretamente da pesquisa

Um dos diferenciais da iniciativa é a participação ativa dos agricultores em diversas etapas do processo de pesquisa. O modelo de melhoramento genético participativo permite que produtores e pesquisadores definam conjuntamente as prioridades de seleção das variedades, considerando características de interesse econômico, agronômico e comercial.

O projeto será desenvolvido em dez propriedades rurais localizadas nos municípios de Viçosa, Guaraciaba, Muriaé, Barão de Monte Alto, Raul Soares e Espera Feliz, envolvendo agricultores orgânicos vinculados ao Sistema Participativo de Garantia (SPG) Floriô.

Segundo os pesquisadores, a diversidade geográfica das áreas participantes permitirá avaliar o desempenho dos materiais genéticos em diferentes ambientes de produção, ampliando as possibilidades de adaptação das futuras cultivares.

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Ciência e tecnologia impulsionam o desenvolvimento de novas variedades

O trabalho envolve o cultivo e avaliação de variedades comerciais e acessos provenientes do Banco de Germoplasma de Hortaliças da UFV e da Embrapa Hortaliças. Os materiais serão submetidos a análises agronômicas, fisiológicas, metabólicas e genéticas para identificar características de interesse para os agricultores e para o mercado.

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Entre os parâmetros avaliados estão produtividade, crescimento das plantas, qualidade dos frutos, resistência a condições adversas, eficiência fisiológica, composição nutricional e presença de compostos responsáveis pela pungência das pimentas.

A equipe também utilizará técnicas modernas de genotipagem por sequenciamento para identificar variedades promissoras e compreender melhor a diversidade genética existente nos materiais avaliados.

Capacitação e transferência de conhecimento

Além da pesquisa científica, o projeto prevê uma ampla agenda de capacitação voltada para agricultores, estudantes e profissionais das ciências agrárias. Serão realizados cursos presenciais e online abordando temas como melhoramento genético participativo, produção de sementes, avaliação de cultivares, manejo sustentável e coleta de dados em campo.

O projeto também terá uma vertente formativa, envolvendo estudantes de graduação em Agronomia da UFV em atividades de pesquisa, extensão e interação direta com agricultores. A participação dos estudantes proporcionará experiência prática em melhoramento genético, coleta e análise de dados em campo, produção de sementes e avaliação de cultivares, além de ampliar o contato com os desafios reais da produção agrícola e com os processos de construção conjunta do conhecimento entre universidade e produtores rurais.

A proposta busca fortalecer a autonomia dos produtores e ampliar o acesso às tecnologias de inovação agrícola, promovendo a formação de uma rede regional de conhecimento voltada ao desenvolvimento sustentável.

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Agricultura sustentável e preservação da biodiversidade

De acordo com o projeto, um dos objetivos centrais é promover sistemas produtivos mais resilientes e ambientalmente responsáveis. A iniciativa pretende incentivar o uso sustentável dos recursos genéticos vegetais, ampliar a biodiversidade agrícola e reduzir a dependência de insumos externos.

A expectativa é que as variedades selecionadas apresentem melhor adaptação às condições locais e de cultivo, maior resistência a pragas e doenças e melhor desempenho produtivo, contribuindo para a sustentabilidade econômica e ambiental das propriedades rurais.

Resultados devem beneficiar produtores e consumidores

Entre os resultados esperados estão o desenvolvimento de novas variedades de pimentas com características superiores de produtividade, qualidade e adaptação regional, além do fortalecimento da participação dos agricultores nos processos de inovação tecnológica.

O projeto também prevê impactos positivos na geração de renda, segurança alimentar e fortalecimento da agricultura familiar, criando oportunidades para a diversificação produtiva e agregação de valor nas propriedades rurais mineiras.

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Divulgação dos resultados e fortalecimento da extensão rural

Os conhecimentos gerados serão compartilhados por meio de artigos científicos, cartilhas técnicas, cursos, workshops, eventos presenciais e plataformas digitais. A estratégia busca ampliar o acesso às informações e aproximar ainda mais a universidade das comunidades rurais.

Ao unir ciência, extensão rural e participação dos agricultores, o projeto coordenado pela UFV reforça o papel da pesquisa pública na construção de uma agricultura mais sustentável, inovadora e adaptada aos desafios do campo em Minas Gerais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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