AGRONEGÓCIO

Piracanjuba ProCampo: respeito e parceria com o produtor de leite

Publicado em

Com mais de seis décadas no mercado, o Grupo Piracanjuba se tornou especialista em leite, transformando essa rica matéria-prima em um portfólio variado. Para alcançar esses resultados, a marca conta com mais de 8 mil fornecedores de leite diretos que, todos os dias, se dedicam à produção desse importante alimento. Para o Grupo Piracanjuba, a parceria com os produtores é focada na confiança e, por isso, instituiu o Programa de Relacionamento com o Produtor de Leite – o Piracanjuba ProCampo, com ações que incluem comunicação clara, além da oferta de serviços e programas que permitem ser referência para o produtor, além de estabelecer uma forte parceria promovendo inovação e sustentabilidade nos seus negócios e transmitir, através dessa relação, o amor genuíno pelo leite.

“Nosso programa une forças, conhecimento técnico, capacitação e atenção aos detalhes, pois acreditamos que, com essas iniciativas, conseguimos tornar a atividade leiteira ainda mais sustentável, digital e eficiente”, destaca o diretor de Compra de Leite, Edney Murillo Secco.

Leia Também:  Açúcar branco acumula sexta alta consecutiva com temores sobre safra indiana

O Piracanjuba ProCampo oferece quatro pilares estratégicos de ações: projetos; comunicação; produtos e serviços; inovação e capacitação. O incremento do suporte aos produtores contempla melhorias em áreas como qualidade e manejo. Esse apoio ocorre por meio do próprio time de campo da Piracanjuba, a partir das demandas do fornecedor.

“Nossa equipe está dedicada a trabalhar para oferecer suporte contínuo e adoção de práticas responsáveis, que criarão um futuro promissor para os produtores de leite e para o meio ambiente. Trabalhamos para investir em treinamentos especializados e atualizações constantes, fornecendo as melhores práticas e ferramentas disponíveis. Também compreendemos a importância de construir relações sólidas e duradouras com os produtores, com o foco em pessoas, nos animais e no meio ambiente”, ressalta Murillo.

Em uma das frentes, batizada de ProCampo Consultoria, a Consultoria Técnica e Gerencial é oferecida aos produtores por meio de consultores terceirizados. Eles fazem visitas mensais às propriedades. A Piracanjuba garante a qualidade da prestação do serviço do consultor e contribui com um auxílio de custo dessas visitas.

Em comunicação, além de disponibilizar conteúdos voltados à pecuária leiteira em site e nas mais diferentes redes sociais, o programa conta com aplicativo próprio, disponível gratuitamente para smartphones com sistemas Android e iOS.

Leia Também:  Principais desafios do produtor rural em 2024

No canal, após se cadastrar, o produtor pode conferir o preço do leite atualizado; acompanhar o volume de leite coletado diariamente; acompanhar os resultados de qualidade e receber alertas importantes; além de ter acesso a notícias do setor e da empresa.

“Convidamos todos os interessados a conhecerem o ProCampo e a descobrirem como podemos crescer juntos, incentivando a cadeia produtiva do leite no Brasil”, convida o diretor.

Fonte: Piracanjuba

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Plano Safra 2026/27 confirma avanço do crédito privado e reduz dependência do financiamento oficial no agro

Published

on

O anúncio do Plano Safra 2026/27 trouxe um novo recorde nominal para o crédito rural empresarial, com R$ 525,1 bilhões destinados a médios e grandes produtores. Apesar do volume expressivo, o crescimento de apenas 1,7% em relação à safra anterior ficou abaixo da inflação acumulada e do avanço esperado para o setor, gerando questionamentos sobre a capacidade do programa de sustentar sozinho a expansão do agronegócio brasileiro.

Mais do que o valor anunciado, o que chama a atenção é a mudança estrutural que vem ocorrendo no sistema de financiamento rural. O crédito privado, impulsionado por instrumentos como CPR, Fiagro, CRA e LCA, assume papel cada vez mais relevante, reduzindo a dependência histórica dos recursos subsidiados pelo governo.

Plano Safra cresce menos e reflete cenário de maior cautela

O novo ciclo do Plano Safra foi lançado em um contexto marcado por margens mais apertadas no campo, aumento da inadimplência em algumas cadeias produtivas e maior seletividade das instituições financeiras.

Dos R$ 525,1 bilhões anunciados, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização da produção, uma redução de 7,2% em relação à safra anterior. Já os recursos para investimentos somam R$ 140,2 bilhões, alta de 38,1%, sinalizando prioridade para projetos de modernização, tecnologia e infraestrutura.

Além disso, houve redução nas principais taxas de juros das linhas de financiamento, acompanhando o início do ciclo de queda da taxa Selic. O crédito de custeio empresarial passou de 14% para 12,5% ao ano, enquanto o Pronamp caiu de 10% para 9%.

Crédito privado ganha protagonismo no financiamento rural

Embora o Plano Safra continue sendo um importante instrumento de política agrícola, sua participação relativa no financiamento do setor vem diminuindo.

Leia Também:  Produtor de milho deve ponderar mercado e clima para a safra 2023/24

Nas últimas cinco safras, o crescimento do crédito rural ocorreu principalmente por meio de recursos livres, captados a mercado. Enquanto o crédito subsidiado permaneceu praticamente estável, as operações com recursos privados avançaram de forma consistente.

Esse movimento mostra que o agronegócio brasileiro está cada vez menos dependente dos subsídios governamentais e mais conectado ao sistema financeiro e ao mercado de capitais.

A participação dos recursos equalizados — aqueles em que o Tesouro Nacional subsidia parte dos juros — caiu significativamente nos últimos anos, representando atualmente cerca de 22% do total disponibilizado pelo Plano Safra.

Cooperativas ampliam presença no campo

Outro destaque da transformação do crédito rural é o avanço das cooperativas financeiras.

Nos últimos dez anos, a participação dessas instituições nas operações de crédito rural praticamente dobrou. Em diversas regiões do país, especialmente no interior, as cooperativas se tornaram a principal fonte de financiamento para produtores rurais.

Além da proximidade com o associado, essas instituições ampliaram sua capacidade de captação no mercado, fortalecendo sua atuação em um cenário de maior demanda por crédito e menor participação dos bancos tradicionais.

CPR alcança R$ 565 bilhões e lidera expansão do mercado privado

A principal evidência da mudança estrutural está no crescimento da Cédula de Produto Rural (CPR), instrumento que se consolidou como a espinha dorsal do crédito privado no agronegócio.

O estoque de CPR saltou de aproximadamente R$ 170 bilhões para R$ 565 bilhões em apenas seis safras, crescimento superior a 230%. O avanço supera com folga a expansão registrada pelo próprio Plano Safra no mesmo período.

Leia Também:  Milho com preços em queda. Ruim para o produtor, bom para o pecuarista

Paralelamente, outros instrumentos também ganharam espaço. O estoque de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) alcançou cerca de R$ 176 bilhões, enquanto os Fiagros já administram aproximadamente R$ 62 bilhões em ativos distribuídos em centenas de fundos.

Somados a operações de barter e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os mecanismos privados movimentam atualmente cerca de R$ 1,4 trilhão, consolidando uma nova realidade para o financiamento da produção agropecuária.

Desafio para produtores passa a ser gestão financeira

Especialistas apontam que o principal desafio para os próximos anos não será apenas acessar crédito, mas administrar diferentes fontes de financiamento de forma estratégica.

Ferramentas como CPR, barter, Fiagro e operações estruturadas passam a integrar cada vez mais o planejamento financeiro das propriedades rurais. Nesse cenário, gestão de risco, proteção de margem e eficiência operacional tornam-se fatores tão importantes quanto produtividade e tecnologia.

Nova fase do crédito rural já começou

O Plano Safra 2026/27 reforça uma tendência que vem se consolidando no agronegócio brasileiro: o financiamento da produção deixou de depender exclusivamente dos recursos oficiais.

Embora continue relevante, o programa governamental passa a atuar como parte de um sistema mais amplo, formado por cooperativas, mercado financeiro, investidores e instrumentos privados.

A mensagem para o setor é clara: o futuro do crédito rural será construído pela combinação entre recursos públicos e privados. Mais do que acompanhar o tamanho dos anúncios oficiais, produtores, empresas e investidores precisarão observar a qualidade do funding, a gestão dos riscos e a capacidade de execução dos projetos para garantir competitividade nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA