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Piracanjuba ProCampo lança campanha para fortalecer o relacionamento com o produtor rural

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O Piracanjuba ProCampo, programa de relacionamento com produtores de leite da Piracanjuba, apresenta sua nova campanha, Ser Pró é Ser ProCampo, desenvolvida pela agência MEMO. A iniciativa, que faz uso de uma comunicação integrada, inclui a colaboração de influenciadores do setor agropecuário, ações digitais e mobilização interna, com o objetivo de destacar o protagonismo do produtor rural e as ações da marca para fortalecer a produtividade, qualidade e as conexões no campo.

Mais do que uma abordagem técnica, o ProCampo busca ser um verdadeiro apoio ao crescimento dos produtores parceiros da Piracanjuba. O programa oferece capacitação, promove a troca de conhecimentos e dá visibilidade à importância daqueles que estão na base da cadeia produtiva. A proposta central é fomentar o crescimento sustentável, com foco na qualidade, na produtividade e no bem-estar animal.

Influenciadores renomados, como Camila Lima (834 mil seguidores) e Ricardo Arantes (74,9 mil seguidores), participam da ação com o objetivo de expandir o alcance do programa e aproximá-lo da rotina dos produtores. “O campo é fundamental para aquilo que chega à mesa do consumidor. Esta campanha tem como propósito ressaltar que quem produz também precisa ser valorizado, e a comunicação desempenha um papel decisivo nesse processo”, afirma Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba.

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A campanha já está em circulação e conta com uma estratégia de comunicação integrada, envolvendo influenciadores, mídias digitais, ações internas e ativação com os supervisores de campo.

Para a MEMO, esta campanha representa uma excelente oportunidade de aplicar sua expertise em comunicação para o setor agropecuário. “Nosso desafio foi transformar um tema técnico em uma conversa com a qual o público se identifique. Quando o influenciador certo se comunica de forma autêntica, o campo escuta. E quando a equipe interna se engaja, a mensagem se fortalece e adquire propósito”, afirma Aline Hasse, VP de Estratégia e Negócios da MEMO.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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