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Pimentão Raquel F1 se destaca no Brasil com produtividade e qualidade superiores

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O pimentão segue como uma das hortaliças mais importantes do Brasil, com produção estimada em 1,9 milhão de toneladas em 2023, cultivadas em aproximadamente 208 mil hectares. Os principais estados produtores são Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro, com forte participação da agricultura familiar em grande parte da produção.

Raquel F1: produtividade e qualidade para campo aberto

O pimentão híbrido Raquel F1, da linha Topseed Premium, surge como alternativa para produtores que buscam alto rendimento e frutos de qualidade superior. Indicado para plantio em campo aberto, o híbrido combina características valorizadas em diferentes regiões:

  • Excelente enfolhamento, garantindo proteção natural contra queimaduras solares;
  • Sanidade da planta, mesmo em períodos chuvosos;
  • Pegamento uniforme de frutos, principalmente nas primeiras colheitas;
  • Frutos grandes e pesados, com parede espessa, aumentando o rendimento e prolongando a vida útil pós-colheita.
Especialista destaca desempenho consistente

Segundo Thiago Teodoro, especialista em tomates e pimentões, o Raquel F1 alia precocidade, frutos graúdos e padronização durante todo o ciclo. Ele afirma:

“O pimentão Raquel F1 é uma opção consolidada para campo aberto que atende tanto produtores quanto consumidores, oferecendo rentabilidade e resultados uniformes do início ao fim do ciclo.”

Topseed Premium reforça presença estratégica no mercado

Combinando desempenho agronômico e qualidade comercial, o pimentão Raquel F1 consolida a posição da Topseed Premium como parceira estratégica dos produtores de hortaliças em todo o país, contribuindo para produtividade elevada e produtos de alta qualidade no mercado brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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