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Phibro Lança Novo Relatório de Sustentabilidade e Reafirma Compromisso com ESG

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A Phibro Saúde Animal divulgou a terceira edição de seu relatório anual sobre ações de responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG), evidenciando as realizações do ano fiscal de 2023. “Na Phibro, buscamos otimizar a saúde e a nutrição animal para promover vidas melhores e um mundo mais sustentável, através de nossas conexões entre pessoas, animais e o planeta”, afirma Mauricio Graziani, country manager da Phibro no Brasil.

Graziani ressalta que as atividades da Phibro estão intrinsecamente ligadas aos princípios de ESG e responsabilidade corporativa. “Estamos presentes no dia a dia dos nossos clientes, ajudando-os a ser mais eficientes e sustentáveis, prevenindo doenças, reduzindo desperdícios, e contribuindo para a eficiência e rentabilidade. Nosso trabalho resulta em alimentos mais seguros e acessíveis para a sociedade”, explica.

Pesquisas recentes destacam que o controle de doenças animais é crucial para a sustentabilidade econômica, ambiental e social, alinhando-se com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU para 2030. Camila Ferraz, gerente de marketing da Phibro América do Sul, destaca que “o novo Relatório de ESG oferece insights sobre o impacto global da saúde animal no meio ambiente, na economia e na sociedade, enfatizando a importância da abordagem One Health, que reconhece a interconexão entre a saúde das pessoas, dos animais e do planeta.”

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Durante o ano fiscal de 2023, a Phibro focou em manter a saúde dos animais para reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa (GEE). A prevenção de doenças não só diminui a pegada de carbono nas atividades pecuárias, como também aumenta a eficiência da produção de alimentos, ajudando a mitigar as mudanças climáticas e garantindo a segurança alimentar.

Além disso, o foco na prevenção de doenças e na saúde animal contribui para a redução dos custos de produção, permitindo investimentos em práticas sustentáveis. Animais saudáveis demandam menos recursos, como ração e água, conservando os recursos naturais e reduzindo o desperdício. Essas práticas estão alinhadas com o compromisso One Health, promovendo um equilíbrio que beneficia toda a vida no planeta.

Graziani reforça: “Nosso compromisso vai além dos objetivos comerciais. Reconhecemos nossa responsabilidade com as comunidades e o meio ambiente, promovendo a saúde e a nutrição animal em harmonia com a equidade socioeconômica. Ao melhorar os meios de produção, colaboramos com nossos parceiros para garantir uma oferta estável de alimentos, contribuindo para a redução da pobreza e da desnutrição, que são focos principais dos ODS da ONU.”

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Camila Ferraz conclui: “A Phibro está totalmente dedicada a criar conexões significativas entre pessoas, animais e o planeta. Nossa dedicação à sustentabilidade e ao crescimento ético orienta nossas ações, assegurando contribuições positivas para o mundo em que vivemos.”

Íntegra do Relatório

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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