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Perspectivas de queda nos preços dos fertilizantes para o segundo trimestre, segundo StoneX

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Variações no Primeiro Trimestre

No primeiro trimestre de 2024, os fertilizantes nitrogenados tiveram uma forte alta no Brasil, com a ureia registrando um aumento de 13%. Enquanto isso, os fosfatados e potássicos apresentaram leves alterações, com o MAP subindo 1% e o KCI recuando 1%, respectivamente.

Além das compras americanas, as altas no Brasil foram influenciadas pelo aquecimento pontual da demanda interna, impulsionado tanto por pressões dos vendedores quanto pela atratividade das relações de troca. Adicionalmente, a Mosaic anunciou uma redução na produção na mina de Colonsay, no Canadá, contribuindo para as variações de preço.

Projeções para o Segundo Trimestre

A StoneX projeta um cenário com poucos compradores no mercado durante o segundo trimestre. Os grandes importadores, como Estados Unidos, Brasil e Índia, geralmente não realizam grandes compras nesse período. É esperado que os produtores brasileiros e indianos aumentem suas compras na segunda metade do ano, pouco antes do início do plantio das safras de soja e kharif, respectivamente.

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Além disso, os fundamentos de oferta devem apontar para baixo neste trimestre, com as exportações chinesas de ureia, MAP e DAP esperando um aumento significativo.

A desaceleração do crescimento econômico, juntamente com a desvalorização de várias commodities agrícolas e energéticas altamente correlacionadas com os fertilizantes, também tendem a pressionar os preços para baixo. Segundo o analista, a redução nos custos de produção é mais um fator que contribui para a expectativa de queda nos preços dos fertilizantes em 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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