AGRONEGÓCIO

Peletização de Sementes: Tecnologia que Eleva a Eficiência e Produtividade Agrícola

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A peletização de sementes desponta como uma solução tecnológica avançada no setor agrícola. Esse processo envolve o recobrimento das sementes com uma camada uniforme composta por diversos produtos, o que aumenta seu tamanho, peso e formato. O resultado é um revestimento liso que facilita tanto o manuseio quanto o plantio mecanizado, permitindo ainda a integração de ativos e aditivos essenciais.

A Laborsan Agro, reconhecida por suas inovações no mercado de sementes, lidera este avanço com os produtos LabGum e LabMax. Essas tecnologias garantem recobrimento homogêneo, alta resistência mecânica e maior eficiência no campo, atendendo às crescentes demandas por precisão e desempenho no plantio.

Destaques das tecnologias LabGum e LabMax

O LabGum é um produto de fácil aplicação, dissolvendo-se rapidamente em temperatura ambiente e oferecendo excelente adesividade mesmo em baixas concentrações. Atóxico e seguro, não interfere na fisiologia das sementes, tornando-se ideal para um recobrimento eficiente e confiável.

Já o LabMax é indicado para revestimentos que conferem uniformidade ao tamanho e ao formato das sementes. Além disso, atua como veículo para ativos como fungicidas, inseticidas, nematicidas e biopromotores, ampliando as possibilidades de proteção e desenvolvimento das sementes sem comprometer os índices de germinação.

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Diferenças entre peletização e incrustação

Embora muitas vezes comparadas, peletização e incrustação possuem aplicações distintas que atendem a diferentes necessidades do setor agrícola.

Na peletização, cria-se uma camada uniforme que aumenta significativamente o tamanho e o peso das sementes, ideal para plantio mecanizado de alta precisão. O processo também permite a incorporação de uma ampla variedade de ativos que garantem proteção e estímulo ao crescimento.

Por outro lado, a incrustação preserva o formato original das sementes, suavizando apenas as imperfeições da superfície. Essa técnica é indicada para situações de curto prazo ou quando se busca manter as características originais da semente.

Compromisso com produtividade e sustentabilidade

“Estamos comprometidos em oferecer soluções de alta performance, que garantem não apenas produtividade, mas também segurança e sustentabilidade no campo. Cada tecnologia foi desenvolvida para atender às demandas específicas dos nossos clientes, promovendo resultados excepcionais em diversas culturas agrícolas”, afirma o Engenheiro Agrônomo Robson Soares, Gerente de Agronomia e GDM da Laborsan Agro.

Com soluções inovadoras como LabGum e LabMax, a Laborsan Agro reafirma seu papel de liderança no desenvolvimento de tecnologias que transformam o setor agrícola, otimizando processos e promovendo resultados superiores no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Safra recorde deve superar capacidade dos armazéns em 133 milhões de toneladas

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A produção brasileira de grãos poderá superar a capacidade de armazenagem do país em aproximadamente 133 milhões de toneladas na safra 2026/27. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma colheita de 366,6 milhões de toneladas, enquanto os armazéns brasileiros comportam 233,8 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A estrutura existente equivale a cerca de 64% do volume que poderá ser produzido. A diferença expõe um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro: a produção avança em ritmo superior à construção e à modernização de silos, sobretudo dentro das propriedades rurais e nas novas regiões produtoras.

Na prática, a limitação reduz a capacidade do agricultor de escolher o melhor momento para comercializar. Sem espaço próprio, parte dos produtores precisa retirar rapidamente os grãos da fazenda e negociar durante a colheita, período marcado pela concentração da oferta, aumento da procura por caminhões e pressão sobre os preços e os fretes.

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), o problema deixou de ser apenas logístico e passou a afetar diretamente a renda no campo.

“Produzir uma safra recorde é uma conquista, mas o produtor precisa ter condições de transformar esse volume em renda. Sem armazenagem, ele perde liberdade para decidir quando vender e pode ser obrigado a negociar justamente no período de maior oferta, quando os preços tendem a estar mais pressionados”, afirma Rezende.

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“Um silo dentro da propriedade não serve apenas para guardar grãos. Ele permite preservar a qualidade, reduzir perdas, organizar o transporte e esperar uma condição comercial mais favorável. Em uma atividade de margens cada vez mais estreitas, essa capacidade de decisão pode determinar o resultado de toda a safra”, acrescenta.

Segundo Rezende, a ampliação dos armazéns exige financiamento de longo prazo, previsibilidade e condições compatíveis com o período necessário para recuperar o investimento. “O Brasil não pode continuar ampliando a produção sem fazer o mesmo esforço na infraestrutura. A armazenagem precisa ser tratada como parte do sistema produtivo, porque o gargalo acaba transferindo custos, riscos e perdas para quem está no campo”, diz.

A capacidade de armazenagem brasileira cresceu 1,1% no segundo semestre de 2025 e chegou a 233,8 milhões de toneladas. No mesmo período, o país contabilizava 9.668 estabelecimentos com estruturas destinadas à guarda de produtos agrícolas.

O avanço, porém, não acompanha o ritmo das lavouras. A safra 2025/26 foi estimada em 361,7 milhões de toneladas. Para o ciclo 2026/27, a projeção de 366,6 milhões representa mais 4,9 milhões de toneladas chegando ao mercado, com novos recordes esperados em culturas importantes.

A diferença entre produção e capacidade estática não significa que 133 milhões de toneladas ficarão literalmente sem local para serem guardadas. Os armazéns podem receber mais de uma carga durante o ano, e as culturas são colhidas em épocas diferentes. Mesmo assim, a comparação mostra que a estrutura disponível é insuficiente nos momentos de concentração da colheita e está distribuída de forma desigual pelo território.

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O problema é mais grave nas regiões em que a produção cresceu rapidamente sem a instalação de silos na mesma proporção. Nesses locais, os grãos percorrem distâncias maiores até unidades armazenadoras, elevando o consumo de combustível, o custo do transporte e o tempo de espera para descarga.

As filas também podem atrasar a retirada da produção da propriedade e a entrada das máquinas em novas áreas. Quando soja e milho disputam simultaneamente caminhões e espaço nos armazéns, o gargalo alcança cooperativas, tradings, indústrias e terminais de exportação.

A ampliação da armazenagem nas fazendas permitiria distribuir melhor o fluxo dos grãos ao longo do ano e reduzir a pressão sobre rodovias e terminais durante a colheita. Também daria ao produtor melhores condições para separar lotes, conservar a qualidade e negociar o produto de acordo com as oportunidades do mercado.

O desafio da safra 2026/27, portanto, não estará apenas em produzir mais. O país terá de encontrar espaço, transporte e condições comerciais para transformar 366,6 milhões de toneladas de grãos em renda efetiva para o produtor.

Fonte: Pensar Agro

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