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Peixe a R$ 25 atrai consumidores e segue até sexta-feira em Cuiabá

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A população de Cuiabá ainda pode aproveitar, até esta sexta-feira (03), o programa Peixe Santo, que comercializa peixe ao valor popular de R$ 25 o quilo. A iniciativa da Prefeitura segue com pontos de venda espalhados por todas as regiões da capital, facilitando o acesso durante a Semana Santa.

O atendimento ocorre diariamente das 8h às 22h, com exceção da Sexta-feira da Paixão, quando as vendas serão realizadas das 8h às 12h. Ao todo, estão sendo ofertadas cerca de 52 mil quilos de peixe redondo, híbridos do pacu, já eviscerados e sem escamas, garantindo praticidade ao consumidor.

Além do preço acessível de R$ 25/kg, há a opção de solicitar o corte e a retirada de espinhas, serviço cobrado à parte conforme escolha do cliente. A estrutura montada nos pontos conta com refrigeração adequada e segue todas as normas de segurança alimentar.

Os pontos de comercialização estão distribuídos estrategicamente pela cidade:

Região Norte
Terminal do CPA III
Praça Cultural do CPA II
Parque das Nascentes no Morada do Ouro

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Região Leste
Trevo do Planalto, próximo à antiga policlínica na Avenida Dante Martins de Oliveira
Rotatória Viola de Cocho, no Jardim Imperial

Região Oeste
Avenida principal do Novo Colorado, próximo à frutaria
Trevo da Avenida Miguel Sutil, acesso ao Cidade Verde

Região Sul
Praça do Caic, no Pedra 90
Ponto em frente ao CRAS no Pedra 90
Praça do Popeye, no Tijucal
Praerinho

Região Central
Praça Alencastro, em frente à Prefeitura

A procura segue alta desde o início da semana, com reposição constante para atender à demanda. A ação busca garantir alimento de qualidade a preço acessível neste período tradicional de consumo de peixe, reforçando o compromisso social com a população cuiabana.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor tem até o dia 30 para entregar declaração do ITR e evitar multa

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Proprietários e possuidores de imóveis rurais têm até as 23h59 de 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026. Quem perder o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 50, além de possíveis dificuldades para comprovar a regularidade fiscal da propriedade.

A obrigação alcança pessoas físicas e jurídicas que sejam proprietárias, titulares do domínio útil ou possuidoras de imóveis rurais. Também precisam declarar usufrutuários, condôminos e contribuintes que tenham perdido a posse ou a propriedade entre 1º de janeiro e a data da entrega, inclusive em casos de transferência ou incorporação da área ao patrimônio do expropriante.

As situações de imunidade e isenção previstas na legislação permanecem fora da obrigatoriedade. Como o enquadramento depende das características do imóvel, da área e da forma de exploração, o produtor deve confirmar se a propriedade atende aos requisitos antes de deixar de apresentar a declaração.

A principal mudança em 2026 está no canal de entrega. Todas as pessoas jurídicas, independentemente do tamanho do imóvel, e as pessoas físicas com propriedades superiores a 100 hectares devem utilizar obrigatoriamente o serviço digital Minhas Declarações do ITR, disponível na área de imóveis do Portal de Serviços da Receita Federal.

O acesso exige conta gov.br nos níveis Prata ou Ouro e pode ser realizado por computador, celular ou tablet. O próprio contribuinte pode entregar a declaração ou autorizar um procurador digital.

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A plataforma reúne os imóveis vinculados ao mesmo contribuinte, recupera dados cadastrais, permite preencher e transmitir declarações, consultar recibos e fazer retificações. Quem possui várias propriedades também pode importar e enviar declarações em lote.

Pessoas físicas com imóvel rural de até 100 hectares podem escolher entre o serviço digital e o Programa ITR 2026 instalado no computador. Essa alternativa não está disponível para pessoas jurídicas nem para pessoas físicas com áreas superiores a 100 hectares.

A Receita Federal recomenda verificar os dados cadastrais da propriedade antes da transmissão. Informações incorretas sobre área, utilização do imóvel, atividades produtivas e áreas ambientais podem provocar divergências, cobrança adicional de imposto ou necessidade de retificação.

Caso o contribuinte identifique erro, omissão ou informação inexata depois do envio, poderá apresentar uma declaração retificadora, desde que a Receita ainda não tenha iniciado um procedimento de fiscalização. A nova declaração substitui integralmente a anterior.

O imposto inferior a R$ 100 deve ser pago de uma única vez até 30 de setembro. Valores a partir de R$ 100 podem ser divididos em até quatro parcelas mensais e sucessivas, desde que nenhuma seja inferior a R$ 50. A primeira parcela também vence no último dia do prazo.

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Na versão web, o pagamento pode ser realizado por Pix, transferência eletrônica disponível, cartão de crédito ou Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf). Eventuais encargos cobrados pela instituição financeira ou operadora do cartão devem ser observados pelo contribuinte.

A entrega em atraso gera multa de 1% por mês ou fração, calculada sobre o imposto devido. O valor mínimo da penalidade é de R$ 50, mesmo quando o imposto apurado for menor.

Além da multa, a pendência pode dificultar a emissão de certidões e a comprovação da regularidade fiscal do imóvel. Essa documentação costuma ser analisada em operações de crédito rural, financiamentos, garantias, compra e venda e transferência da propriedade.

Em 2025, a Receita Federal recebeu quase 6 milhões de declarações dentro do prazo. Com a proximidade do encerramento do período de entrega, a recomendação é não deixar o envio para o último dia, principalmente para quem ainda precisa aumentar o nível da conta gov.br, corrigir dados cadastrais ou reunir informações sobre a propriedade.

Fonte: Pensar Agro

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