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Passo a passo: como migrar a sua empresa para o mercado livre de energia

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Nos últimos anos, o setor elétrico vem passando por mudanças significativas, com a abertura gradativa do mercado livre de energia. Diante desse cenário, empresas de diversos setores têm buscado explorar as oportunidades oferecidas por essa modalidade, visando diminuir custos e aumentar a sua competitividade.

O mercado livre de energia permite que consumidores conectados à rede de média e alta tensão, o chamado grupo A, negociem diretamente com fornecedores ou comercializadoras de energia elétrica, em vez de ficarem restritos ao mercado cativo (modelo de contratação exclusiva com a distribuidora local). Essa flexibilidade proporciona às empresas diversas vantagens, como a oportunidade de negociar contratos personalizados de acordo com as suas necessidades específicas de cada empresa.

De acordo com Sandro Luiz Bittencourt de Souza, CEO da Vektor Energia, uma das pioneiras em Santa Catarina no segmento, já tendo auxiliado mais de 400 empresas a migrarem para o mercado livre de energia, “entre os principais benefícios estão a possibilidade de obter preços mais competitivos (uma economia que pode variar entre 15% a 40%), maior flexibilidade na gestão do consumo, previsibilidade orçamentária e o acesso a fontes renováveis”. No entanto, esse processo (de deixar o mercado cativo e migrar para o ambiente de contratação livre de energia) requer planejamento e conhecimento adequado do mercado.

Neste guia, listamos pelo menos cinco passos que as empresas precisam seguir para realizar a migração com sucesso. Confira:

1 – Verifique a sua elegibilidade

Antes de iniciar o processo de migração, é importante verificar se sua empresa atende aos critérios de elegibilidade estabelecidos pela legislação. No Brasil, desde janeiro de 2024, pequenas e médias empresas (PMEs) conectadas a rede de média e alta tensão, o chamado Grupo A, têm o direito de migrar para o mercado livre de energia, independente da demanda contratada. Antes disso, somente empresas de grande porte e com um alto consumo de energia podiam realizar a migração. “A tendência é que esta oportunidade se estenda cada vez mais a um grupo maior de consumidores, até chegarmos em um cenário ideal, como ocorreu com a telefonia no Brasil, onde todo consumidor pode escolher qual a empresa atende melhor às suas necessidades”, complementa o CEO da Vektor Energia.

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2 – Pesquise e avalie gestores

Apesar das vantagens, a migração para o mercado livre de energia também apresenta desafios que precisam ser considerados pelas empresas. Um dos principais é a necessidade de uma gestão mais estratégica e eficiente do consumo de energia, uma vez que os custos podem variar de acordo com as condições de mercado.

Outro desafio é a necessidade de entender e negociar contratos complexos, o que requer expertise técnica e conhecimento do mercado. Diante disso, muitas empresas têm optado por contar com o apoio de consultorias especializadas para auxiliá-las na tomada de decisão e na gestão eficiente da sua energia.

“Escolher uma gestora experiente e qualificada faz toda a diferença durante o processo de migração para as empresas que desejam aproveitar todas as vantagens do mercado livre de energia sem dificuldades”, afirma Sandro, que possui quase 30 anos de experiência no setor elétrico, tendo trabalhado na CELESC entre 1990 e 2006, até fundar uma das primeiras comercializadoras catarinenses em 2010.

“Nosso foco é oferecer uma gestão de energia eficaz e personalizada para o perfil de cada consumidor. Nossa diretriz é simplificar o processo de migração, deixando toda a parte burocrática com nossos especialistas, e auxiliar o cliente na tomada de decisões estratégicas, inclusive fornecendo uma visão de longo prazo, com maior previsibilidade de preços e custos, garantindo mais segurança e previsibilidade ao empresário”, explica Sandro.

3 – Negocie e assine o contrato

Após escolher uma gestora especializada e da sua confiança, é hora de negociar contratos de energia com os fornecedores ou comercializadoras. Nessa etapa, os consumidores deverão escolher quais fontes de energia e fornecedores melhor se adequam ao seu modelo de negócio. É importante considerar não apenas o preço da energia, mas também cláusulas contratuais relacionadas a horário de fornecimento, indexadores de preço e condições de pagamento. E ao escolher fontes de energia limpa, o empresário receberá um selo que certifica que a sua empresa é “amiga” do meio ambiente – o que em tempos da pauta ESG em evidência é fundamental e também uma importante ferramenta para ações de marketing.

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4 – Inicie o processo de migração junto à sua gestora

Com todos os contratos assinados e a orientação da sua gestora, é hora de formalizar a migração para o mercado livre de energia. Essa etapa envolve o registro junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a comunicação à distribuidora local sobre a decisão de migrar. A gestora escolhida pela empresa auxiliará com toda a documentação. Após realizada todas essas etapas, a empresa estará pronta para fazer parte do mercado livre de energia.

5 – Acompanhar à distância, de onde estiver, todas as informações sobre o mercado

Para que o cliente possa acompanhar todas as movimentações do setor elétrico, bem como passar a entender sobre como funciona o processo de compra e venda de energia, a Vektor desenvolveu duas ferramentas que dão suporte e garantem mais transparência ao consumidor. “Em 2023 lançamos o aplicativo Easy Energy e a plataforma Insight Energy, ferramentas pelas quais o cliente, se assim desejar, também poderá ter uma visão mais ampla e clara sobre tudo que diz respeito a este mercado. A ideia é justamente descomplicar e mostrar que o mercado livre de energia não é um bicho de sete cabeças”, finaliza Sandro.

Fonte: Paes e Lima Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça rede de acompanhamento a adolescentes em medidas socioeducativas

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A integração entre os serviços da assistência social e o fortalecimento das ações voltadas aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas foram os principais temas debatidos durante a Reunião Ampliada “Adolescência: um Compromisso de Todos, Avanços e Desafios da PSC”, promovida pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. O encontro ocorreu na quarta-feira (3), no auditório da pasta, reunindo profissionais que atuam diretamente na execução da Prestação de Serviços à Comunidade (PSC).

A atividade reuniu representantes dos dois Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), dos 14 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e demais profissionais da rede socioassistencial para discutir estratégias de atendimento, alinhar procedimentos e compartilhar experiências relacionadas ao acompanhamento de adolescentes encaminhados pela Justiça para o cumprimento de medidas em meio aberto.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o município mantém uma atuação articulada entre as políticas de assistência social, saúde e educação para garantir acompanhamento aos adolescentes e suas famílias.

“As medidas socioeducativas são acompanhadas pelas equipes técnicas dos CREAS, que desenvolvem um trabalho contínuo de orientação, apoio e fortalecimento de vínculos”, disse, ressaltando a busca por parcerias voltadas à qualificação profissional e à inserção no mercado de trabalho, incluindo ações do Programa Acessuas Trabalho, que oferece oficinas e orientações relacionadas ao mundo do trabalho.

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A palestrante e gerente do CREAS Norte, Vera Lúcia Martins Pereira, explicou que a reunião ampliada teve com

De acordo com ela, além dos 14 CRAS, o município conta atualmente com quatro Centros de Convivência da Pessoa Idosa (CCI), que atuam como unidades executoras da Prestação de Serviços à Comunidade. O alinhamento entre os profissionais busca garantir que os adolescentes cumpram as medidas determinadas pela Justiça de forma adequada e com acompanhamento técnico qualificado.o principal objetivo aproximar as equipes da Proteção Social Especial e da Proteção Social Básica, fortalecendo a atuação conjunta entre CREAS e CRAS.

Durante a apresentação, Vera detalhou o fluxo de atendimento realizado pela rede. Após a determinação judicial, o adolescente é encaminhado ao CREAS, onde uma equipe multidisciplinar composta por psicólogo, assistente social, pedagogo e orientador social elabora, juntamente com o jovem e sua família, o Plano Individual de Atendimento (PIA). Quando a medida aplicada é a Prestação de Serviços à Comunidade, o adolescente passa a desenvolver atividades supervisionadas em unidades do CRAS de seu território.

A psicóloga e gerente do CRAS Centro, Dariane Melo, ressaltou que o serviço de medidas socioeducativas conta com uma equipe técnica exclusiva responsável pelo atendimento dos adolescentes e de seus familiares. Ela explicou que, além do acompanhamento psicossocial, são realizados encaminhamentos para áreas como saúde, educação e qualificação profissional, em articulação com a rede de proteção e o Poder Judiciário.

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Para Dariane, momentos de capacitação são fundamentais para a qualificação do serviço. “A assistência social não trabalha sozinha, trabalha com todos, e estar ali junto faz parte do processo de trabalho”, afirmou, ao destacar a importância da troca de experiências entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento.

A perspectiva prática do trabalho desenvolvido nos territórios também foi abordada pelos participantes. O orientador social Marcelo Lima Martins, do CRAS Doutor Fábio, destacou que o acolhimento é um dos pilares do atendimento aos adolescentes. Segundo ele, compreender as particularidades de cada jovem e respeitar seu tempo são fatores essenciais para transformar o período de cumprimento da medida em uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento.

Na mesma linha, o gerente do CRAS Pedregal, João Vítor Souza dos Santos, afirmou que o maior desafio das equipes é conquistar a confiança dos adolescentes durante o primeiro contato. Ele destacou que o trabalho desenvolvido pelos profissionais busca identificar potencialidades e estimular habilidades que contribuam para a ressocialização e a construção de novas perspectivas de vida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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