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Parque do Barbado e mais 10 bairros recebem mutirão de limpeza da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), iniciou nesta segunda-feira (26) um amplo mutirão de limpeza que contempla 19 pontos estratégicos da capital mato-grossense. Um dos locais atendidos é a Avenida Parque do Barbado, que recebe ações ao longo de toda a sua extensão.

Além da avenida, os trabalhos se estendem aos bairros Jardim Califórnia, Jardim Imperial, Ouro Fino e Residencial Flor de Liz. Entre os espaços públicos contemplados estão a Praça de Lazer do Parque Geórgia, a Lagoa Encantada no CPA III, a Avenida das Torres, a rotatória da Estrada do Moinho, o Centro Comunitário da Cohab Nova, a Avenida Miguel Sutil, o Mercado do Porto, o Viaduto da Rodoviária, o Córrego do São Francisco, a Avenida Dante Martins de Oliveira, a Avenida Juliano Costa Marques, a UPA do Pascoal Ramos, o Miniestádio do CPA III e o Córrego do Passaredo.

Os serviços realizados pelas equipes incluem capinação, roçagem, varrição, pintura de meio-fio, remoção de bolsões de lixo e manutenção da iluminação pública. O objetivo é proporcionar um ambiente mais limpo, organizado e seguro para a população cuiabana.

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Durante o mutirão, também foram disponibilizados caminhões do programa Cata-treco, que realiza o recolhimento de entulhos e móveis inservíveis, como sofás, mesas, armários, geladeiras, camas e colchões. Para garantir a coleta, os moradores devem deixar os materiais organizados e identificados em frente às residências.

A prefeitura ressalta que o programa não contempla o recolhimento de restos de poda de árvores, materiais perigosos (como vidros, baterias e pilhas) nem resíduos que devem ser destinados aos ecopontos, como pneus e entulho de construção civil. Esses itens devem ser descartados de forma adequada em locais apropriados.

O agendamento do serviço do Cata-treco também pode ser feito por telefone, pelo número (65) 3645-5518, ou via WhatsApp, pelo (65) 99243-6502.

#PraCegoVer

A imagem mostra colaboradores da Limpurb no mutirão de limpeza na Avenida Parque do Barbado. Os funcionários usam uniforme na cor verde, e estão munidos de Equipamento de Proteção Individual (EPIs).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço dos legumes sobe até 14,3% no Sudeste e lidera alta dos alimentos em maio, revela estudo

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As temperaturas mais baixas registradas em maio impactaram a produção agrícola e provocaram forte alta nos preços das hortaliças em todo o Brasil. Levantamento da Neogrid mostra que os legumes lideraram a inflação dos alimentos no mês, com avanço médio de 15,1% no país e de 14,3% na Região Sudeste, refletindo os efeitos da sazonalidade e da menor oferta de produtos.

O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” aponta que o preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 entre abril e maio, consolidando os legumes como o principal responsável pela pressão sobre o orçamento das famílias.

Clima mais frio reduz oferta de hortaliças

Segundo Marcelo Alves, gerente executivo de Dados da Neogrid, as condições climáticas exerceram influência direta sobre o comportamento dos preços.

De acordo com o especialista, o frio reduz a produtividade e desacelera o desenvolvimento de diversas culturas, diminuindo a disponibilidade de produtos no mercado e elevando os preços ao consumidor.

Além dos impactos na produção, Alves destaca que uma gestão mais eficiente da cadeia de abastecimento torna-se ainda mais importante em períodos de maior volatilidade.

Segundo ele, ferramentas de previsão de demanda e maior visibilidade dos estoques ajudam supermercados e distribuidores a realizar reposições mais precisas, reduzindo perdas, desperdícios e rupturas no abastecimento.

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Leite em pó e feijão também registram alta

Além dos legumes, outras categorias importantes da cesta de consumo apresentaram aumento de preços em maio.

O leite em pó registrou alta de 9%, passando de R$ 40,47 para R$ 44,10. O feijão avançou 5%, enquanto o molho de tomate teve elevação de 3,3% e a água mineral subiu 3,5% no período.

Os resultados reforçam a pressão exercida por produtos básicos sobre a inflação dos alimentos.

Ovos, café, óleo de soja e carne suína ficam mais baratos

Em contrapartida, algumas categorias contribuíram para aliviar os gastos das famílias.

Os ovos apresentaram a maior redução do mês, com queda de 6,5%, fazendo o preço médio por unidade recuar de R$ 0,97 para R$ 0,90.

Também registraram redução de preços:

  • Massas alimentícias secas: -3,0%;
  • Café em pó e em grãos: -2,5%;
  • Carne suína: -1,4%;
  • Açúcar: -1,1%;
  • Óleo de soja: -0,9%.

Entre esses produtos, o óleo de soja foi o único a apresentar queda em todas as regiões brasileiras.

Legumes acumulam alta de mais de 44% em 2026

No acumulado entre dezembro de 2025 e maio de 2026, os legumes permanecem como a categoria com maior valorização no varejo alimentar.

Os preços avançaram 44,2% no período, passando de R$ 5,50 para R$ 7,93.

Na sequência aparecem:

  • Feijão: 26,5%;
  • Leite UHT: 23,9%;
  • Carne bovina: 6%;
  • Ovos: 6%.
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O levantamento evidencia como fatores climáticos continuam exercendo forte influência sobre os preços dos alimentos frescos.

El Niño pode ampliar volatilidade dos preços

Segundo a Neogrid, o mercado segue atento às projeções climáticas para os próximos meses, especialmente diante da possibilidade de consolidação do fenômeno El Niño.

Caso o aquecimento do Oceano Pacífico provoque alterações significativas no regime de chuvas e nas temperaturas, novas oscilações poderão atingir a produção agrícola, principalmente nas cadeias de hortifrútis e lácteos.

Nesse cenário, o fortalecimento da logística, do planejamento de estoques e da gestão da cadeia de abastecimento será fundamental para reduzir os impactos sobre o consumidor.

Sudeste registra maior pressão sobre hortaliças

Na Região Sudeste, os legumes lideraram as altas de preços em maio, com avanço de 14,3%.

Também apresentaram elevação:

  • Feijão: 6,3%;
  • Farinha de mandioca: 4,5%;
  • Leite em pó: 2,9%;
  • Molho de tomate: 2,7%.

Entre as maiores quedas registradas na região estão os ovos (-7,8%), massas alimentícias secas (-2,9%), café (-2,7%), óleo de soja (-2,7%) e leite UHT (-2,6%), amenizando parcialmente a pressão inflacionária sobre a cesta de alimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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