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Parceria Estratégica entre ABCS e Swift Promove Consumo de Carne Suína no Brasil

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A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) firmou uma inovadora parceria com a Swift, integrante do grupo JBS, com o objetivo de impulsionar o consumo de carne suína no Brasil. Recentemente, a ABCS promoveu três treinamentos para os colaboradores de mais de 600 lojas da Swift, abordando temas fundamentais como produção, segurança alimentar, saúde, sabor e preparo da carne suína.

Os treinamentos, denominados “Cesta do Saber – Festival da Carne Suína”, proporcionaram uma experiência enriquecedora aos participantes, com a presença do chef Jimmy Ogro, da nutricionista Thaliane Dias Mack e do médico veterinário Iuri Pinheiro Machado, que compartilharam seu conhecimento técnico de forma prática e dinâmica. Essa iniciativa representa um passo significativo na conexão entre os produtores de suínos e os consumidores brasileiros, avançando no projeto de educação e informação de qualidade sobre a cadeia suinícola no país. Mais de 500 colaboradores da Swift foram capacitados, e a ABCS também forneceu um pacote de marketing inspiracional, que serviu como base para a campanha de divulgação do festival.

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O “Festival de Suínos Swift” ocorrerá de 14 a 31 de outubro, com potencial para impactar 3 milhões de consumidores da marca através de uma campanha abrangente. A estratégia de comunicação envolverá os clientes em todas as etapas da jornada de compra, com ativações por meio de CRM, comunicação no ponto de venda (PDV), aumento da exposição de produtos suínos nas lojas físicas, degustações, promoções de itens, venda de kits, inserções em relógios digitais de São Paulo, rádio e mídia eletrônica. Além disso, influenciadores digitais serão convidados a participar de desafios e tendências relacionados à carne suína. Durante todo o festival, a Swift produzirá conteúdos sobre sabor, saúde e desmistificação de mitos em relação à carne suína.

Marcelo Mauro, Diretor Executivo Comercial da Swift, enfatizou a relevância dos treinamentos: “Foi uma experiência excepcional. Acreditamos na importância de ensinar as pessoas. A sinergia foi total, e o time estava extremamente engajado. Tenho certeza de que isso se refletirá no crescimento das vendas.” Fábio Casanova, Gerente Comercial de Exportação da Swift, complementou: “Durante três semanas, com o apoio da ABCS, capacitamos toda a nossa equipe sobre a cadeia da suinocultura, abordando desde a criação dos suínos até os mitos e verdades sobre o produto, seus nutrientes e sua versatilidade na culinária. Esse conhecimento agrega valor ao nosso colaborador, permitindo que ele o transmita aos clientes, aumentando assim as vendas.”

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Lívia Machado, Diretora de Marketing e Projetos da ABCS, destacou que esta iniciativa é um passo importante para fortalecer a conexão entre produtores e varejo, ampliando a percepção positiva de valor da carne suína entre os consumidores. “A Swift é uma marca significativa e esse projeto complementa nossas iniciativas de promoção do consumo de carne suína. Já observamos um aumento nas vendas, evidenciando a efetividade do nosso trabalho de marketing ético”, concluiu.

De 14 a 31 de outubro, aproveite a oportunidade de participar do “Festival de Suínos Swift” e descubra mais sobre o universo da carne suína e seus benefícios!

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção recorde de leite impulsiona digitalização e novas estratégias no setor de laticínios

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O setor de laticínios brasileiro atravessa um novo ciclo de expansão, impulsionado pelo avanço da produção de leite e pela crescente demanda por alimentos frescos. Dados do IBGE apontam que a aquisição de leite cru alcançou 27,51 bilhões de litros em 2025, volume recorde da série histórica e 8,5% superior ao registrado no ano anterior. Apenas no quarto trimestre, foram captados 7,36 bilhões de litros, alta anual de 8,6%.

O crescimento reforça o potencial competitivo da cadeia leiteira nacional, mas também amplia os desafios logísticos e operacionais do setor. Com um produto altamente perecível, a eficiência na distribuição se torna fator decisivo para evitar perdas, garantir qualidade e equilibrar produção e consumo.

Cadeia do leite enfrenta desafios com aumento da oferta

Ao contrário de outras categorias alimentícias, o leite exige uma operação logística extremamente sincronizada. Oscilações entre oferta e demanda podem gerar desperdícios significativos, seja pela falta de produtos em períodos de maior consumo ou pelo descarte causado pelo excesso de produção.

Além disso, o comportamento do consumidor brasileiro também vem mudando. A busca por produtos mais naturais, frescos e com origem conhecida impulsiona modelos de comercialização mais diretos.

Pesquisa “Do prato ao copo”, realizada pela MindMiners, mostra que 33% dos brasileiros afirmam consumir mais alimentos naturais ou in natura, enquanto 53% alternam entre produtos naturais e industrializados. Entre as bebidas não alcoólicas, 38% priorizam opções consideradas mais naturais.

Nesse cenário, a tradicional entrega de leite em domicílio volta a ganhar espaço, agora impulsionada pela tecnologia.

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Modelo de entrega domiciliar ganha nova força com digitalização

Durante décadas, o sistema de entrega de leite na porta de casa operou com base em rotas fixas, pedidos recorrentes e relacionamento direto entre distribuidores e consumidores. Embora eficiente, o modelo tinha limitações operacionais e baixa integração de dados.

Com a digitalização da cadeia, empresas do setor começam a transformar essa dinâmica, integrando pedidos, pagamentos, logística e gestão em plataformas unificadas.

Segundo a CEO da Food2C, Einat Eisler Carasso, o avanço tecnológico permite modernizar um formato tradicional sem alterar sua essência.

“A digitalização traz previsibilidade, organização e controle para uma operação que historicamente dependia de processos manuais. Em uma cadeia como a de lácteos, na qual perecibilidade e margem caminham juntas, reduzir ineficiências é fundamental”, afirma.

Compra recorrente melhora previsibilidade e reduz desperdícios

Entre os principais avanços proporcionados pela digitalização está a adoção de modelos de compra recorrente e assinaturas. Com entregas programadas, as empresas conseguem prever melhor a demanda e ajustar a produção com mais precisão.

A estratégia reduz desperdícios, melhora o abastecimento e fortalece a fidelização dos consumidores.

“A recorrência muda completamente a operação. Quando existe previsibilidade de consumo, toda a cadeia consegue atuar com mais eficiência, desde a produção até a entrega final. Isso também melhora a experiência do consumidor, que recebe produtos mais frescos e com regularidade”, destaca Einat.

Além da previsibilidade, o modelo aumenta a segurança de abastecimento para o consumidor, reduzindo o risco de falta de produtos no dia a dia.

Digitalização transforma operação de empresas tradicionais

O movimento já começa a ganhar força entre empresas consolidadas do setor. A Fazenda Bela Vista, que atua há mais de 30 anos com entrega domiciliar de leite e produtos frescos, modernizou recentemente sua operação ao substituir processos descentralizados por uma plataforma integrada.

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Com a mudança, pedidos, pagamentos e informações passaram a ser gerenciados em um único ambiente digital, conectando distribuidores, consumidores e indústria.

Segundo o diretor comercial da empresa, Paulo Passarini, a digitalização elevou o nível de eficiência operacional sem comprometer a proximidade com o cliente.

“A entrega domiciliar sempre fez parte da nossa história, mas a tecnologia trouxe mais organização, controle e capacidade de planejamento. Hoje conseguimos operar com mais eficiência e oferecer uma experiência mais consistente ao consumidor”, explica.

Dados e tecnologia fortalecem eficiência na cadeia de lácteos

Outro benefício da transformação digital está no acesso a informações mais precisas sobre hábitos de consumo, comportamento dos clientes e demanda regionalizada.

Com dados centralizados, as empresas conseguem ajustar ofertas, otimizar estoques e estruturar rotas de entrega de forma mais inteligente, reduzindo custos logísticos e desperdícios ao longo da cadeia.

Para especialistas do setor, a tecnologia tende a se consolidar como um dos principais vetores de competitividade da cadeia leiteira brasileira nos próximos anos.

Com a produção em crescimento e o consumo cada vez mais conectado à conveniência e à qualidade, modelos digitais devem ganhar relevância tanto na indústria quanto na distribuição.

“Existe uma grande oportunidade de modernizar a distribuição de alimentos no Brasil sem romper com modelos já consolidados. A tecnologia atua justamente como ponte entre produção, logística e consumidor final”, conclui Einat.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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