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Parceria entre Microgeo e Lavoro impulsiona o setor de biológicos

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A Microgeo, fundada há 23 anos na cidade de Limeira (SP), tem se destacado por sua proposta de valor única no mercado. A empresa é especializada na produção e comercialização do Microgeo®, um componente balanceado que nutre, regula e mantém o Processo de Compostagem Líquida Contínua (CLC). Essa solução inovadora é particular para cada fazenda, respeitando e restabelecendo o perfil do microbioma local, com efeito sinérgico a todas as práticas agrícolas (a otimização de recursos e práticas comuns é um dos grandes benefícios dessa inovação). Ferramenta ímpar para a chamada Agricultura Regenerativa.

A Lavoro tem como propósito apoiar a entrega e adoção de tecnologias agrícolas inovadoras e inteligentes aos agricultores da América Latina, potencializando sua produção sem comprometer recursos essenciais como terra, água e energia. Essa parceria não apenas posiciona a Lavoro em um patamar privilegiado no setor, mas também demonstra o potencial produtivo e tecnológico da agricultura latino-americana, desempenhando um papel vital no desenvolvimento sustentável globalmente.

“Estamos muito entusiasmados com essa parceria estratégica com a Lavoro. Acreditamos que, juntos, poderemos impulsionar ainda mais o setor de biológicos e disponibilizar ao agricultor brasileiro soluções inovadoras e sustentáveis para melhorar sua produtividade e rentabilidade. A Microgeo continuará desenvolvendo tecnologias que promovam o equilíbrio na agricultura por meio da diversidade biológica, sempre com foco na sustentabilidade e no crescimento”, disse Caio Suppia, Diretor de Marketing da Microgeo.

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Para a Lavoro, essa parceria representa um avanço significativo em sua estratégia de desenvolvimento de soluções limpas e alternativas ao agricultor. A empresa, consolidada como a maior distribuidora de insumos agrícolas do Brasil, tem como objetivo, ajudar a tornar a América Latina um celeiro global. “Com a parceria, estaremos mais preparados para revolucionar a forma como a agricultura é conduzida. Além das empresas impulsionarem a economia e fortalecerem o setor de biológicos, elas vão contribuir ainda mais para a segurança alimentar e a sustentabilidade da cadeia agro”, disse o CEO da Lavoro, Ruy Cunha.

A história da Microgeo começa com duas famílias de agricultores que enfrentaram perdas de produtividade devido a efeitos climáticos que levaram à crise econômica. Determinadas a encontrar alternativas para permanecer na atividade agrícola, essas famílias se uniram e desenvolveram, na década de 90, o Microgeo® – uma tecnologia inovadora que permitiria produzir mais, gastando menos.

Após pesquisas iniciais e comprovação da eficácia da Biotecnologia pela ESALQ/USP e diversas outras renomadas instituições, a Microgeo foi fundada no início dos anos 2000, marcando o início da comercialização do Microgeo®. A empresa começou a transformar solos degradados em “Terra Nova”, por meio do Processo de Compostagem Líquida Contínua (CLC).

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Ao longo dos anos, a Microgeo se destacou como pioneira no restabelecimento do microbioma do solo, promovendo o equilíbrio na agricultura por meio da diversidade biológica. A empresa também recebeu reconhecimento internacional, sendo a única empresa do mercado a palestrar sobre o assunto no 1º Plant Microbiome Symposium realizado na EMBRAPA Meio Ambiente, bem como em três edições posteriores que aconteceram em outros países.

“Continuaremos liderando o desenvolvimento de tecnologias biológicas inovadoras para o solo, levando através do maior sistema de distribuição da América Latina, que é a Lavoro, as melhores soluções aos agricultores, com uma proposta de valor focada em produzir mais, de forma limpa e sustentável”, finaliza Caio Suppia, Diretor de Marketing da Microgeo.

Fonte: Microgeo

Fonte: Portal do Agronegócio

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Açúcar recua nas bolsas internacionais com pressão do dólar, petróleo e avanço da safra no Brasil

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O mercado global de açúcar encerrou os últimos pregões pressionado pela valorização do dólar, queda do petróleo e avanço da oferta no Brasil, ampliando o cenário de volatilidade nas bolsas internacionais. Ao mesmo tempo, investidores acompanham com atenção as projeções para a safra 2026/27, os impactos climáticos do El Niño na Ásia e o comportamento da produção brasileira de etanol no Centro-Sul.

Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), o açúcar bruto voltou a registrar perdas, após uma breve recuperação técnica impulsionada pela recompra de posições vendidas por fundos especulativos. O contrato julho/26 fechou cotado a 14,73 cents de dólar por libra-peso, com queda de 1,9% no pregão mais recente. Já o vencimento outubro/26 encerrou a sessão a 15,22 cents/lbp.

Segundo análise da StoneX, o mercado chegou a encontrar sustentação no início da semana diante da redução das posições líquidas vendidas dos fundos e das projeções que indicavam déficit global de 0,55 milhão de toneladas para a safra 2026/27. No entanto, a valorização do índice DXY, que mede a força do dólar frente a outras moedas, acabou provocando liquidação de posições compradas em commodities, pressionando novamente os preços.

Outro fator que contribuiu para o sentimento negativo foi a queda do petróleo no mercado internacional. Com o petróleo mais barato, o etanol perde competitividade, aumentando a expectativa de maior destinação da cana para produção de açúcar e ampliando a oferta global da commodity.

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Mercado acompanha superávit global e produção recorde

As atenções também permanecem voltadas às projeções da Organização Internacional do Açúcar (OIA), que estima produção mundial recorde de 182 milhões de toneladas na safra 2025/26, com superávit global de 2,2 milhões de toneladas.

Além disso, a trading Czarnikow reforçou a pressão sobre o mercado ao divulgar expectativa de excedente global de 1,4 milhão de toneladas na temporada 2026/27, principalmente em função do aumento da produção chinesa.

Apesar do viés baixista atual, operadores seguem atentos ao risco climático provocado pelo El Niño, especialmente sobre lavouras asiáticas. A possibilidade de impactos na produção da Índia e de outros grandes exportadores mantém a volatilidade elevada nas bolsas.

Mix mais alcooleiro limita pressão adicional no Brasil

No Brasil, o avanço da moagem no Centro-Sul continua ampliando a oferta física de açúcar e pressionando os preços internos. Entretanto, o direcionamento maior da cana para produção de etanol ajuda a limitar uma queda ainda mais intensa nas cotações do adoçante.

O indicador CEPEA/ESALQ para o açúcar cristal branco em São Paulo registrou nova retração, com a saca de 50 quilos negociada a R$ 93,25, acumulando perdas de 4,76% em maio.

Na ICE Europe, o açúcar branco também apresentou desempenho pressionado. O contrato agosto/26 encerrou estável em US$ 441 por tonelada, enquanto os demais vencimentos oscilaram entre leves altas e baixas moderadas.

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Etanol segue estável, mas mercado monitora mudanças regulatórias

No mercado de etanol, os preços seguiram relativamente estáveis em São Paulo, embora ainda com viés de baixa devido à expectativa de maior oferta na safra 2026/27.

O etanol anidro em Ribeirão Preto iniciou a semana cotado a R$ 2,77 por litro, recuou para R$ 2,74 e encerrou próximo de R$ 2,75. O hidratado acompanhou movimento semelhante.

Já o Indicador Diário Paulínia apontou o etanol hidratado a R$ 2.347 por metro cúbico, praticamente estável no comparativo diário, mas ainda acumulando retração de 2,45% em maio.

O mercado também permanece em compasso de espera diante das discussões envolvendo novas regras para formação obrigatória de estoques e a possível ampliação da mistura de etanol anidro na gasolina para E32.

Volatilidade deve continuar no curto prazo

Analistas avaliam que o mercado seguirá altamente sensível aos movimentos do dólar, petróleo e clima nas próximas semanas. O comportamento da safra brasileira, aliado às incertezas sobre produção asiática e demanda global, continuará definindo o rumo das cotações internacionais do açúcar e do etanol.

Mesmo diante das projeções de superávit no curto prazo, o setor monitora sinais de possível aperto na oferta global a partir de 2026/27, o que pode voltar a sustentar os preços internacionais da commodity.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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