AGRONEGÓCIO

Parceria entre Agrotoken e SLC Máquinas impulsiona o agronegócio no Rio Grande do Sul

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Em apenas seis meses de atuação, a parceria entre a Agrotoken e a SLC Máquinas vem impulsionando a vida dos produtores rurais no Rio Grande do Sul, representando não apenas uma aliança estratégica, mas também uma transformação tangível na forma como os agricultores acessam produtos e serviços essenciais para o seu trabalho.

Uma das principais vantagens dessa parceria é a tokenização, que permite aos agricultores efetuarem o pagamento utilizando sua própria produção, como a soja, milho e trigo. Segundo Thays Ariyoshi, Gerente Comercial da Agrotoken, essa modalidade flexível e viável tem fortalecido a infraestrutura e a capacidade produtiva das propriedades, além de facilitar o acesso às máquinas e implementos agrícolas.

“A tokenização facilita a compra por parte do produtor com sua moeda (sua produção), ampliando as opções de pagamento utilizadas tradicionalmente no segmento de maquinários. Além disso, fortalece os laços entre os diversos atores da cadeia produtiva ao estabelecer uma relação direta entre a produção e o consumo. Tudo isso promove uma economia mais colaborativa e transparente”, afirma Thays.

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A tokenização

Os gaúchos contam agora com a digitalização das garantias utilizadas para adquirir os produtos. As garantias são transformadas em registros digitais seguros e confiáveis, graças à tecnologia blockchain. Isso não apenas assegura a integridade das transações, mas também permite uma rastreabilidade detalhada das operações, proporcionando maior transparência e segurança para todos.

Além disso, a introdução de uma carteira digital padronizada ajuda a gestão do consumo, permitindo uma integração com múltiplos agentes, incluindo credores e fornecedores. Facilita também a entrada de novos participantes e amplia ainda mais as oportunidades para os produtores rurais.

Para Anderson Strada, Diretor Comercial e de Operações, da SLC Máquinas, a parceria tem promovido a integração com diversos agentes do setor, trazendo inovação e oferecendo mais uma opção de pagamento para os produtores. “Estamos comprometidos em continuar impulsionando o desenvolvimento e a modernização do setor agrícola no Rio Grande do Sul, proporcionando aos produtores as ferramentas e recursos necessários para alcançarem o sucesso”.

A SLC Máquinas, parceira essencial nesta empreitada, tem uma história sólida e um alcance impressionante na região. Representante da marca John Deere desde 1984, faz parte do Grupo SLC que é um dos principais grupos econômicos do Agronegócio Brasileiro. Possui 27 unidades espalhadas estrategicamente no Rio Grande do Sul, atendendo 402 municípios e mais 3 Unidades para atender todo o estado na Linha de Construção e Pavimentação. A SLC Máquinas desempenha um papel vital no desenvolvimento e na modernização do setor agrícola.

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Fonte: NR7 Full Cycle Agency

Fonte: Portal do Agronegócio

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Setor canavieiro do Nordeste alerta para risco de colapso com possível abertura do mercado de etanol aos EUA

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A possível flexibilização das tarifas de importação sobre o etanol norte-americano voltou a gerar preocupação entre representantes do setor sucroenergético brasileiro. A Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) avalia que uma eventual abertura do mercado nacional ao etanol de milho produzido nos Estados Unidos poderá provocar impactos severos sobre a cadeia produtiva da cana-de-açúcar no Nordeste.

Segundo o vice-presidente da entidade, Alexandre Andrade Lima, a medida teria potencial para comprometer a viabilidade econômica de usinas, produtores independentes e milhares de empregos ligados ao setor na região.

Feplana vê ameaça à competitividade da produção nordestina

De acordo com o dirigente, a redução ou eliminação das tarifas aplicadas aos países de fora do Mercosul abriria espaço para uma concorrência considerada desigual com o etanol norte-americano, produzido majoritariamente a partir do milho.

Na avaliação da entidade, o setor sucroenergético nordestino já enfrenta desafios relacionados aos custos de produção, à concorrência de combustíveis fósseis e às condições de mercado, fatores que poderiam ser agravados pela entrada de maiores volumes de etanol importado.

A Feplana argumenta que a medida colocaria em risco a sustentabilidade econômica de diversas unidades industriais da região, além de afetar fornecedores de cana e trabalhadores do campo e da indústria.

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Pressão dos Estados Unidos aumenta debate sobre tarifas

O tema ganhou força após a divulgação de relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que defende maior acesso do etanol norte-americano ao mercado brasileiro.

Segundo representantes do setor canavieiro, os Estados Unidos alegam que existem barreiras comerciais que dificultam a entrada do biocombustível produzido naquele país. Já a Feplana sustenta que a tarifa aplicada pelo Brasil segue as regras estabelecidas para produtos originários de países fora do Mercosul e não representa uma medida direcionada especificamente aos norte-americanos.

A entidade também destaca que o açúcar brasileiro enfrenta limitações para acessar o mercado dos Estados Unidos, por meio de cotas e mecanismos tarifários adotados pelo país.

Debate envolve subsídios e concorrência internacional

Outro ponto levantado pelo setor produtivo está relacionado aos programas de incentivo existentes nos mercados internacionais.

Segundo Alexandre Andrade Lima, produtores brasileiros enfrentam desafios adicionais decorrentes da política de preços dos combustíveis no mercado interno, enquanto os produtores norte-americanos contam com mecanismos de apoio à produção agrícola, especialmente voltados à cadeia do milho, principal matéria-prima do etanol fabricado nos Estados Unidos.

Na avaliação da Feplana, essa diferença de condições competitivas deve ser considerada em eventuais negociações comerciais envolvendo o biocombustível.

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Governo analisa alternativas para o comércio bilateral

O debate ocorre em meio a estudos conduzidos por órgãos do governo federal sobre possíveis ajustes na política comercial relacionada ao etanol. As discussões envolvem diferentes áreas da administração pública, incluindo comércio exterior, desenvolvimento econômico e política fiscal.

Representantes do setor sucroenergético acompanham as tratativas com atenção e defendem a manutenção de mecanismos que preservem a competitividade da produção nacional.

Cadeia sucroenergética tem papel estratégico na economia regional

O Nordeste concentra importante parcela da produção brasileira de cana-de-açúcar, além de reunir usinas, fornecedores independentes, cooperativas e milhares de trabalhadores ligados direta e indiretamente à atividade.

Para lideranças do setor, qualquer alteração nas condições de acesso ao mercado brasileiro deve considerar os impactos econômicos e sociais sobre a cadeia produtiva regional, que desempenha papel relevante na geração de emprego, renda e desenvolvimento em diversos municípios.

Diante das discussões em curso, entidades representativas reforçam a defesa de políticas que garantam segurança jurídica, previsibilidade e condições equilibradas de concorrência para o setor sucroenergético brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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