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Paraná lidera crescimento econômico no Brasil nos primeiros cinco meses de 2025

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O Paraná registrou o maior avanço econômico do país entre janeiro e maio de 2025, apresentando crescimento de 6,9%, o dobro da média nacional, que foi de 3,4%. Os dados são do Banco Central e foram compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Crescimento acima da média nacional

O crescimento paranaense superou o resultado médio do Brasil em 3,5 pontos percentuais no período analisado, que compara os cinco primeiros meses de 2025 com o mesmo intervalo do ano anterior. Além do Paraná, destacam-se no ranking Santa Catarina (6,1%), Goiás (6%) e Pará (5,6%). Por outro lado, Rio Grande do Sul (0,6%) e Pernambuco (-0,9%) apresentaram os menores índices.

Setores industriais impulsionam a economia

A indústria do Paraná acumulou alta de 5,7% nos primeiros cinco meses, ficando atrás apenas do Pará, que alcançou 9,6%. No acumulado de 12 meses, o estado teve crescimento de 6,4%, ocupando a segunda posição nacional nesse indicador. Esses dados foram divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal.

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Comércio varejista com desempenho expressivo

O comércio varejista no Paraná cresceu 3% entre janeiro e maio, praticamente três vezes acima da média nacional, que foi de 1,1%, conforme a Pesquisa Mensal do Comércio. O segmento de móveis e eletrodomésticos registrou alta de 10,5% no período.

Turismo em expansão e liderança na agropecuária

As vendas em atividades turísticas no estado cresceram 5,7% em 2025, desempenho superior a estados como Pernambuco (2,7%), Rio Grande do Sul (4,9%) e Minas Gerais (-0,5%). No setor agropecuário, o Paraná se manteve líder nacional na produção de aves no primeiro trimestre e é o segundo maior produtor de grãos, com exportações para mais de 200 países.

Mercado de trabalho impulsiona a economia

O Paraná foi o terceiro estado brasileiro que mais gerou empregos formais nos cinco primeiros meses de 2025, com 84.882 novas vagas. O crescimento do emprego foi registrado em 81,7% dos municípios do estado.

Visão do Ipardes sobre o desempenho do Paraná

Para Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, o crescimento reflete o dinamismo e a resiliência dos diversos setores econômicos do Paraná. “Tivemos um bom primeiro semestre e os indicadores deixam isso bem claro. O Paraná é a quarta maior economia do Brasil e segue em expansão”, afirmou.

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Comentário oficial do governo

Ulisses Maia, secretário de Planejamento do Paraná, destacou que o resultado evidencia o planejamento estratégico do governo aliado à parceria com o setor produtivo. “Esse resultado reflete o dinamismo da nossa economia e o forte planejamento estratégico do Governo, que é parceiro do setor produtivo”, afirmou.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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