AGRONEGÓCIO

Pará de Minas Receberá a 2ª Expo Conecta Agro: Destaque no Agronegócio Mineiro

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Entre os dias 23 e 25 de maio, Pará de Minas se tornará o epicentro do agronegócio em Minas Gerais com a realização da 2ª Expo Conecta Agro. O evento, que teve sua estreia em 2023, prepara-se para repetir o sucesso do ano anterior e ampliar sua abrangência e estrutura, visando aumentar o número de expositores, visitantes e negócios realizados.

Na primeira edição, a Expo Conecta Agro atraiu mais de 15 mil visitantes de 14 estados diferentes ao longo dos quatro dias de exposição. Com mais de 80 expositores de diversos segmentos, destacando-se prestação de serviços (25%), indústria (20,8%), avicultura (16,7%), suinocultura (16,7%) e agricultura/agropecuária (12,5%), o evento movimentou mais de 20 milhões de reais em negócios.

O sucesso da feira em 2023 contribuiu significativamente para o desenvolvimento econômico de Pará de Minas, impulsionando a geração de empregos e renda no campo, fomentando o empreendedorismo, a inovação e o conhecimento por meio de palestras e workshops, além de fortalecer a reputação da cidade como um polo referencial no agronegócio.

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Para a edição de 2024, a expectativa é de uma expansão significativa. A área total do evento será ampliada para 110 mil m², com um crescimento de 30% na área de exposição. Serão apresentadas novidades como a Arena Agrícola, as Arenas Gastronômica e do Conhecimento, além de um espaço renovado para o Mercado da Terra.

A Expo Conecta Agro continuará sendo um espaço para a exposição de produtos e serviços inovadores, destacando soluções tecnológicas de ponta e oferecendo oportunidades únicas de negócios e networking. O evento contará com palestras de especialistas renomados no setor, workshops interativos sobre as últimas novidades do agronegócio e o Espaço Mulher, dedicado ao compartilhamento de experiências entre mulheres envolvidas no campo.

A edição de 2024 também incluirá novos setores do agronegócio, como apicultura, piscicultura, exposição de cavalos e gado leiteiro, além do Mega Leilão de Gado, prometendo mais uma vez ser um marco no calendário do agronegócio mineiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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