AGRONEGÓCIO

Ourofino Agrociência Apresenta Soluções Inovadoras na Agrotec 2025

Publicado em

A Ourofino Agrociência estará presente na 8ª edição da Agrotec, o maior evento técnico organizado pela Cooperativa Integrada, que acontece nos dias 22 e 23 de janeiro, na Unidade de Difusão Tecnológica (UDT), em Londrina (PR). Com o tema “Valor e Propósito – Safras Sustentáveis que Alimentam o Mundo”, a feira reunirá mais de 40 expositores, oferecendo inovações tecnológicas e conteúdos relevantes para o agronegócio.

Soluções de Alto Desempenho em Destaque

No evento, a Ourofino apresentará um portfólio de soluções voltadas para as culturas de milho e soja, com destaque para seus mais recentes lançamentos. Entre os produtos exibidos estão:

  • Terrad’or (tiafenacil) e Brucia (tolpiralate): Herbicidas de alta eficiência para o manejo de plantas daninhas resistentes e de difícil controle.
  • Teburaz: Fungicida que combina potência e segurança, oferecendo proteção eficaz contra doenças críticas durante o ciclo produtivo.
  • Vivantha: Inseticida de rápida ação que reduz a transmissão de viroses ao paralisar imediatamente o ataque de pragas.

Os visitantes poderão conferir o desempenho prático dessas tecnologias em um campo demonstrativo localizado na cooperativa, espaço estratégico para validação de testes e pesquisas.

Leia Também:  Brasil eleva exportações de soja no primeiro trimestre de 2025
Campo Demonstrativo: Inovação em Ação

O campo demonstrativo desempenha um papel essencial na avaliação das soluções desenvolvidas pela Ourofino. Segundo Guilherme Acquarole, gerente de marketing da companhia, esses resultados são fundamentais para o planejamento agrícola. “Os dados obtidos no campo demonstrativo servem como referência valiosa para produtores e associados, garantindo mais precisão no manejo das lavouras”, destaca.

Presença Estratégica e Compromisso com a Sustentabilidade

Para Acquarole, participar da Agrotec 2025 é uma oportunidade de fortalecer a presença da marca no mercado e consolidar seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade no agronegócio. “A Agrotec é um evento estratégico que nos conecta a parceiros, produtores e instituições, promovendo um ambiente de troca de conhecimento e avanço tecnológico”, afirma.

Com uma programação diversificada, a Agrotec 2025 espera reunir cooperados, parceiros, colaboradores e representantes de instituições governamentais e de pesquisa, reforçando sua posição como um dos principais eventos de inovação no setor agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Acordo Mercosul-UE entra em vigor e abre mercado para agro brasileiro, com desafios distintos para café e frutas

Published

on

Após mais de duas décadas de negociações, o acordo entre Mercosul e União Europeia inicia uma nova fase com a entrada em vigor do chamado Acordo Interino de Comércio, marcando a abertura gradual do mercado europeu para produtos do agronegócio brasileiro. A partir de 1º de maio, o foco recai sobre o Pilar Comercial, permitindo a redução imediata de tarifas sem a necessidade de aprovação pelos parlamentos dos 27 países do bloco europeu.

O movimento representa uma janela relevante de oportunidades para o Brasil, mas com impactos distintos entre setores. Enquanto o café solúvel avança de forma mais gradual e sob forte pressão regulatória, o segmento de frutas tende a capturar benefícios mais rapidamente, embora ainda enfrente desafios logísticos e sanitários.

Acesso ampliado, mas condicionado à sustentabilidade

A abertura tarifária não garante, por si só, o aumento das exportações. Especialistas destacam que o acesso ao mercado europeu dependerá do cumprimento de exigências ambientais rigorosas, especialmente ligadas ao Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR).

Nesse cenário, produtores brasileiros precisarão comprovar, de forma estruturada, a rastreabilidade e a sustentabilidade de suas cadeias produtivas. A adaptação a essas regras deve ser um dos principais desafios no curto prazo, sobretudo para o setor cafeeiro.

Café solúvel: recuperação gradual e exigências mais rígidas

No caso do café solúvel, o acordo prevê redução tarifária progressiva ao longo de quatro anos. Já na fase inicial, há uma diminuição de 1,8 ponto percentual sobre a tarifa atual, hoje em 9%.

Leia Também:  Reforma Tributária: A Simplificação dos Tributos e Seu Potencial para Transformar a Competitividade Empresarial

O setor avalia que o novo cenário pode ajudar o Brasil a recuperar participação no mercado europeu, perdida nas últimas décadas. Atualmente, a União Europeia responde por cerca de 20% a 22% das exportações brasileiras de café solúvel, com volume próximo de 16 mil toneladas ao ano.

Mesmo em caráter provisório, o acordo já começa a gerar efeitos positivos. Empresas exportadoras iniciaram negociações com compradores europeus, que passaram a demandar informações detalhadas sobre o novo ambiente tarifário e as condições de fornecimento.

A expectativa é de crescimento gradual das exportações, acompanhando a redução das tarifas e o avanço na adequação às exigências ambientais.

Frutas: ganho mais imediato e expansão de mercado

Para o setor de frutas, o impacto tende a ser mais direto, embora varie conforme o produto. Algumas categorias, como a uva de mesa, passam a ter tarifa zerada já na entrada em vigor do acordo. Outras frutas seguirão cronogramas de redução tarifária que podem se estender por quatro, sete ou até dez anos.

A avaliação do setor é de que o cenário é positivo, com potencial de aumento da competitividade e ampliação da presença brasileira no mercado europeu.

Exportadores já iniciaram processos de adaptação, com ajustes na documentação e nos padrões exigidos pelos compradores internacionais. A tendência é de avanço mais rápido em relação ao café, especialmente pela menor pressão regulatória ambiental direta sobre algumas cadeias produtivas.

Leia Também:  Carnaval e grandes eventos religiosos devem reunir cerca de 400 mil pessoas em Cuiabá
Desafios estruturais e competitividade

Apesar da abertura comercial, especialistas apontam que o principal obstáculo não está na produção, mas na capacidade de organização e adequação às exigências do mercado europeu.

A necessidade de consolidar sistemas de rastreabilidade, comprovação de origem e conformidade ambiental exige investimentos e coordenação entre produtores, cooperativas e exportadores.

Cenário político e limites do acordo

Outro ponto relevante é que o acordo mais amplo entre Mercosul e União Europeia ainda não foi totalmente ratificado, especialmente no que se refere às cláusulas ambientais. No entanto, a entrada em vigor do pilar comercial reduz a capacidade de países críticos ao acordo de interferirem no curto prazo.

Na prática, isso significa que a redução de tarifas já passa a valer, mesmo sem consenso total dentro do bloco europeu.

Perspectivas para o agro brasileiro

A implementação do acordo inaugura uma nova fase para o comércio entre Brasil e União Europeia, com potencial de ampliar exportações e diversificar mercados. No entanto, o sucesso dessa abertura dependerá diretamente da capacidade do agronegócio brasileiro de atender às exigências regulatórias e fortalecer sua competitividade internacional.

A janela está aberta, mas o avanço efetivo dependerá da adaptação do setor às novas regras do comércio global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA