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ORÍGEO leva soluções sustentáveis e de alta eficiência a agricultores do Mato Grosso, no Dinetec

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A ORÍGEO, joint venture de Bunge e UPL que fornece soluções sustentáveis e técnicas de gestão de ponta a ponta para agricultores, apresentará seu ciclo de soluções completas no Dia de Negócios e Tecnologias (Dinetec), em Canarana (MT), de 10 a 12 de janeiro de 2024. A empresa terá estande especial localizado no lote 12, da Meta Consultoria Agrícola.

“O Dinetec abre nossa agenda anual de eventos em um momento muito importante para a safra 2023/2024. Por isso, teremos no local uma equipe técnica altamente qualificada para atendimento personalizado aos agricultores. Além disso, teremos pacotes especiais com todo o nosso portfólio com condições exclusivas para os visitantes”, informa Iran Santana, CCO da ORÍGEO.

A empresa também levará à maior feira do Vale do Araguaia em volume de negócios seu completo portfólio para soja, sorgo e canola. Além disso, terá o espaço “Mate Experience” – onde os agricultores poderão degustar chimarrão com diferentes mates guiado por um especialista. Nos três dias de feira, ainda, haverá uma recepção para clientes, sempre às 8 horas (horário local).

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“Também faremos no Dinetec o pré-lançamento do nosso programa de fidelidade. Por meio dessa estratégia, queremos fortalecer nosso relacionamento com produtores com mais de 4 mil hectares, e ofertando experiências exclusivas, serviços e oportunidades diferenciadas. Para isso, oferecemos um portfólio de soluções completas e um trabalho dedicado à sustentabilidade, tendo em vista que esse pilar é fundamental para moldar a agricultura do futuro”, diz Paulo Laurente, head de marketing da ORÍGEO.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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