AGRONEGÓCIO

Orbia Lança Campanha para Potencializar Benefícios e Fidelização de Produtores Rurais

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Durante o mês de março, a Orbia, maior plataforma digital integrada do agronegócio na América Latina, promove a campanha “Esquenta Firme e Forte”, que visa proporcionar aos agricultores benefícios ampliados, com até 60% de desconto em uma seleção especial de produtos. A ação tem como foco incentivar o acúmulo de pontos por parte dos produtores, permitindo a conversão desses pontos em novos produtos e serviços dentro da plataforma, em parceria com onze empresas do setor.

A fidelização tem se mostrado uma estratégia eficaz para empresas que atuam tanto no mercado B2B quanto B2C, especialmente quando alinhada às necessidades específicas dos produtores rurais, que possuem janelas de compra de insumos agrícolas em momentos estratégicos de suas safras. No caso da Orbia, além de sua campanha, a Bayer, uma das principais parceiras da plataforma, celebra os cinco anos do programa de fidelidade Impulso Bayer, que também oferece aos produtores a possibilidade de acumular pontos extras ao cadastrar as notas fiscais de produtos adquiridos. Até o dia 31 de março, os participantes podem obter até 30% a mais de pontos, aumentando as oportunidades de resgatar benefícios.

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De acordo com Robson Rizzon, Chief Commercial Officer da Orbia, a vantagem para o produtor é clara: “O investimento em insumos faz parte do ciclo de produção, e ao registrar as notas de compra ou realizar as aquisições por meio de nossos parceiros, ele acumula pontos que podem ser trocados por outros produtos ou serviços. Isso transforma um gasto essencial em uma oportunidade de otimizar recursos, tornando a gestão da lavoura mais eficiente e rentável.”

Os dados da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) reforçam a relevância dessa estratégia. No terceiro trimestre de 2024, o setor de fidelidade faturou R$ 5,6 bilhões e o número de pontos acumulados pelos participantes alcançou 240,6 bilhões, um crescimento de 41,9% em relação ao mesmo período de 2023. O programa de fidelidade Impulso Bayer, por exemplo, teve um desempenho expressivo, com mais de 40% de adesão dos membros ativos, gerando um crescimento superior a 60% no volume de notas cadastradas e um aumento de 70% nas vendas da empresa durante a campanha.

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A plataforma Orbia, por sua vez, também demonstrou números notáveis, com 7,4 bilhões de pontos acumulados em 2024 somente com a parceria com a Bayer. A última campanha de acúmulo de notas, realizada entre janeiro e fevereiro, registrou um aumento de 90% no volume de notas cadastradas, em comparação ao mesmo período do ano anterior, além de uma expansão de 68% no número de produtores únicos participantes.

“Essas iniciativas reforçam a fidelização no agronegócio, trazendo benefícios reais para os produtores e contribuindo para o crescimento sustentável do setor”, conclui Rizzon.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Novas regras do crédito rural ampliam exigências e impulsionam uso de inteligência territorial em bancos no Brasil

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As recentes Resoluções CMN nº 5.267/2025 e nº 5.268/2025 marcam uma nova fase para o crédito rural no Brasil, ao estabelecerem critérios mais rigorosos de monitoramento, rastreabilidade socioambiental e gestão de risco em tempo real. As mudanças reforçam a exigência por tecnologias capazes de acompanhar toda a cadeia produtiva financiada, elevando o nível de controle exigido das instituições financeiras.

O novo arcabouço regulatório, definido pelo Banco Central do Brasil, amplia a responsabilidade dos bancos e cooperativas de crédito, que passam a precisar de ferramentas digitais avançadas para validação contínua das operações rurais, desde a concessão até a execução do financiamento.

Monitoramento contínuo e critérios socioambientais mais rigorosos

A Resolução CMN nº 5.267/2025 estabelece uma camada operacional mais robusta para o crédito rural, exigindo monitoramento contínuo das operações ao longo de todo o ciclo produtivo. O processo envolve o uso de sensoriamento remoto, imagens de satélite e análise de risco para acompanhamento das áreas financiadas.

Já a Resolução CMN nº 5.268/2025 amplia os critérios socioambientais e climáticos, podendo restringir ou até impedir o acesso ao crédito em casos de não conformidade com requisitos ambientais e de sustentabilidade.

Na prática, as novas regras exigem que instituições financeiras adotem soluções capazes de integrar inteligência territorial, análise socioambiental, validação documental e gestão de risco em uma única estrutura tecnológica.

Tecnologia passa a ser pilar estratégico do crédito rural

Com o avanço das exigências regulatórias, a tecnologia deixa de ser um diferencial e passa a ser elemento central para a concessão e acompanhamento do crédito rural no país. O setor financeiro agora precisa comprovar, de forma contínua, a conformidade das operações financiadas.

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Nesse contexto, a Agrotools se destaca como uma das principais fornecedoras de soluções de inteligência territorial para o agronegócio corporativo. A empresa atua há mais de 20 anos no desenvolvimento de plataformas digitais voltadas à análise de dados geoespaciais e monitoramento de ativos rurais.

Segundo a companhia, suas soluções auxiliam bancos e instituições financeiras a se adequarem às novas exigências do Banco Central, com maior segurança, eficiência operacional e capacidade de análise baseada em dados.

Regulação aproxima Brasil de padrões internacionais de ESG

De acordo com Rodolpho Mittelstaedt, gerente comercial da Agrotools, as novas resoluções representam uma mudança estrutural no sistema de crédito rural brasileiro, aproximando o país de padrões internacionais de governança, rastreabilidade e conformidade ESG.

“As duas resoluções juntas representam uma alteração estrutural no agro brasileiro. O efeito prático deve ser um aumento da digitalização, da necessidade de documentação organizada e da pressão ainda maior por sustentabilidade dentro da cadeia agropecuária”, afirma.

O especialista destaca ainda que a exigência de validação por sensoriamento remoto ao longo de todo o ciclo do crédito reforça a necessidade de comprovação técnica das operações financiadas.

Plataforma transforma dados territoriais em análise de risco em tempo real

Um dos principais produtos da empresa é o “Monitor de Safras”, plataforma que utiliza imagens de satélite, séries temporais e cruzamento de dados para validar informações como plantio, cultura implantada, evolução da lavoura e compatibilidade entre área financiada e área efetivamente cultivada.

A solução permite que instituições financeiras realizem o monitoramento de grandes carteiras de crédito de forma automatizada, reduzindo a dependência de inspeções presenciais e diminuindo riscos regulatórios.

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Entre os principais diferenciais da tecnologia estão:

  • Monitoramento contínuo da carteira de crédito rural
  • Geração de laudos auditáveis e rastreáveis
  • Metodologia MRV (mensurável, reportável e verificável)
  • Rastreabilidade por operação financiada
  • Cobertura de culturas agrícolas e integração com pecuária
  • Integração com sistemas bancários via API
  • Análise automatizada e resposta quase em tempo real

A plataforma opera por meio de uma interface web baseada em API. As instituições financeiras inserem os dados das operações de crédito rural, que são processados e cruzados com bases territoriais, algoritmos proprietários, geoprocessamento e sensoriamento remoto.

O resultado é uma análise rápida e automatizada, capaz de indicar se a operação atende ou não aos critérios regulatórios exigidos pelo Banco Central.

Segundo a empresa, o sistema fornece relatórios detalhados em tempo quase real, permitindo maior agilidade na tomada de decisão e garantindo conformidade com as normas vigentes.

Bancos já utilizam inteligência territorial na gestão de crédito

Atualmente, instituições como Itaú, Bradesco, Sicoob, Cresol e Rabobank já utilizam soluções da Agrotools para aprimorar suas análises de crédito rural.

Com a adoção dessas ferramentas, os bancos conseguem automatizar critérios ESG, aumentar a precisão das avaliações e reforçar a conformidade regulatória exigida pelo Banco Central, consolidando um novo padrão de gestão de risco no financiamento ao agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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