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Operação tapa-buraco avança e atende mais de 500 pontos nos CPAs I e II

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, atendeu mais de 500 pontos com falhas nas pistas nos bairros CPA I e II durante os dois primeiros dias do mutirão tapa-buraco. A ação integra uma força-tarefa que está contemplando cerca de 50 vias nos bairros CPA I, II, III e IV, Morada do Ouro I e II. Até o momento, mil pontos receberam o tratamento asfáltico.

Nesta sexta-feira (9), segundo dia de atuação intensificada, os trabalhos seguem nas vias adjacentes, atendendo solicitações protocoladas anteriormente na Secretaria. No primeiro dia, o foco foram avenidas de grande fluxo de veículos, linhas de ônibus, ruas com unidades escolares e de saúde.

Ao todo, 130 colaboradores estão diretamente envolvidos na execução dos serviços, que seguem um padrão técnico rigoroso para garantir a durabilidade dos reparos. O processo inclui remoção da umidade com caminhão-pipa, limpeza com apoio de retroescavadeiras, aplicação de brita fina e, por fim, o preenchimento com asfalto quente, que é compactado e nivelado.

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O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou o compromisso da gestão em acelerar os serviços de manutenção urbana.

“Estamos trabalhando com planejamento, técnica e uma equipe empenhada para atender o maior número de demandas possíveis, principalmente aquelas que impactam diretamente o dia a dia da população. Esse mutirão no CPA é uma resposta rápida às necessidades dos moradores e seguirá até que as principais vias estejam recuperadas”, afirmou o secretário.

A força-tarefa deve se estender até o final de semana. A programação das frentes de serviço é definida com base nas demandas mais urgentes registradas pelos moradores por meio do canal de atendimento ZapObras, disponível no WhatsApp pelo número (65) 9 9216-0484.

#PraCegoVer

A imagem mostra as equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas realizando a operação tapa-buraco no bairro CPA II.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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