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Operação Cata-Treco vai atender 12 bairros de Cuiabá nesta semana

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), dá continuidade, entre os dias 22 e 27 de setembro, às ações do programa Cata-Treco. Nesta etapa, 12 bairros da capital receberão o serviço, que oferece aos moradores uma alternativa prática e gratuita para o descarte correto de materiais que não são recolhidos pela coleta convencional, contribuindo para a limpeza urbana, a segurança e a saúde pública.

O cronograma tem início nesta segunda-feira (22), pelo bairro Dom Aquino. Ao longo da semana, os caminhões da operação passarão também por comunidades como Flamboyant, Jardim Beira Rio, Carumbé, Quilombo, Jardim Universitário, entre outras.

Podem ser entregues para recolhimento itens como sofás, camas, colchões, mesas, armários, geladeiras e outros móveis ou eletrodomésticos em desuso. Para garantir a coleta, os moradores devem colocar os objetos na calçada, em frente às residências, até as 7h da manhã do dia programado, de forma organizada e visível.

O programa não recebe resíduos como restos de poda, pneus, vidros, baterias, pilhas, entulho de obras, latas de tinta e pedaços de madeira. Esses materiais devem ser destinados aos ecopontos ou pontos autorizados de descarte.

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De acordo com a Limpurb, cerca de 20 trabalhadores estarão mobilizados diariamente para cumprir o roteiro, iniciando os trabalhos pela manhã e seguindo até a conclusão da rota. Moradores que desejarem solicitar o serviço em datas diferentes do cronograma podem agendar pelo telefone (65) 3645-5518 ou pelo WhatsApp (65) 99243-6502.

Confira o cronograma da semana:

– Segunda-feira (22): Dom Aquino

– Terça-feira (23): Flamboyant e Jardim Beira Rio

– Quarta-feira (24): Jardim das Oliveiras, Jardim dos Pinheiros e Jardim Mossoró

– Quinta-feira (25): Carumbé e Residencial Guaicurus

– Sexta-feira (26): Residencial Ana Maria, Quilombo e Jardim Manancial

– Sábado (27): Jardim Universitário

#PraCegoVer

A imagem mostra os caminhões da Limpurb realizando a retirada de móveis inservíveis através do programa cata-treco.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja oscila entre cautela e expectativa pelo USDA; mercado monitora área plantada, estoques e clima nos EUA

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O mercado da soja iniciou esta terça-feira (30) em compasso de espera na Bolsa de Chicago (CBOT), após a forte desvalorização registrada na sessão anterior. Os investidores adotam uma postura cautelosa antes da divulgação dos aguardados relatórios de área plantada e estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), considerados entre os mais importantes do calendário agrícola mundial.

Por volta das 7h35 (horário de Brasília), os principais contratos apresentavam leves oscilações negativas. O vencimento novembro, referência para a nova safra norte-americana, era negociado a US$ 11,37 por bushel, com recuo entre 1,50 e 1,75 ponto, refletindo o ajuste de posições antes da divulgação dos dados oficiais.

Na sessão anterior, a soja encerrou em queda expressiva em Chicago. O contrato julho perdeu 1,55%, fechando a US$ 11,0875 por bushel, enquanto o agosto recuou 1,52%, para US$ 11,1925. Também houve pressão sobre os derivados: o farelo de soja caiu 0,75%, para US$ 304,70 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou 3,13%, encerrando a 69,07 centavos de dólar por libra-peso.

Mercado aguarda revisão da área cultivada nos Estados Unidos

As atenções estão voltadas principalmente para a atualização da área efetivamente plantada nos Estados Unidos. Em março, o USDA estimou 84,7 milhões de acres destinados à soja. Agora, analistas consultados pelo mercado projetam uma revisão para aproximadamente 85,4 milhões de acres.

Caso esse aumento seja confirmado, o mercado poderá interpretar o dado como um fator baixista para os preços, uma vez que amplia o potencial produtivo da safra norte-americana.

Outro indicador de grande relevância será o relatório de estoques trimestrais. A expectativa média aponta para estoques de aproximadamente 1,051 bilhão de bushels em 1º de junho, o maior volume para o período desde 2020. Ainda assim, especialistas destacam que o forte ritmo de processamento interno de soja nos Estados Unidos pode gerar números diferentes das projeções do mercado.

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Segundo analistas, qualquer divergência significativa entre os números divulgados pelo USDA e as estimativas dos agentes poderá provocar forte volatilidade nas negociações ao longo do dia.

Clima também segue no radar dos investidores

Além dos fundamentos de oferta e demanda, as condições climáticas continuam sendo um dos principais direcionadores das cotações.

As previsões meteorológicas indicam o avanço de um padrão mais quente e seco sobre áreas do Meio-Oeste norte-americano durante o verão, fator que começa a ser monitorado com atenção pelo mercado por seu potencial impacto sobre o desenvolvimento das lavouras.

Até o momento, porém, as condições das plantações seguem consideradas favoráveis, sem ameaças relevantes ao potencial produtivo da safra 2026/27. Na véspera, as chuvas registradas em regiões do oeste e do cinturão produtor também contribuíram para aliviar parte das preocupações com a umidade do solo.

Mercado brasileiro reduz ritmo de comercialização

No Brasil, a cautela observada em Chicago também influenciou os negócios no mercado físico. De acordo com análises do setor, produtores mantiveram postura mais conservadora nas vendas, aguardando maior definição sobre o comportamento dos preços internacionais após os números do USDA.

No Rio Grande do Sul, a cotação no porto de Rio Grande permaneceu em R$ 134,00 por saca, enquanto a média estadual foi de R$ 115,36. A colheita da safra de verão foi concluída com redução de 14,8% na produtividade em relação ao ciclo anterior, ao mesmo tempo em que a área destinada à canola alcançou recorde de 353,4 mil hectares.

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No Paraná, o porto de Paranaguá registrou leve queda de 0,21%, encerrando em R$ 133,87 por saca, apesar da expectativa de uma produção estadual recorde de 21,8 milhões de toneladas.

Em Mato Grosso do Sul, a média estadual permaneceu em R$ 115,13 por saca, com o custo de produção estimado em R$ 6.115,83 por hectare.

Já em Mato Grosso, as cotações permaneceram firmes, com Sorriso negociando a R$ 110,00 por saca. O avanço da colheita do milho safrinha, que já supera 32% da área cultivada, também segue no radar dos produtores.

Em Santa Catarina, o mercado apresentou poucas alterações, mantendo como referência o valor de R$ 132,00 por saca no porto de São Francisco do Sul.

Mercado pode ganhar direção após divulgação dos relatórios

Os relatórios de área plantada e estoques trimestrais do USDA devem definir o comportamento da soja nas próximas sessões. Além de fornecerem uma fotografia atualizada da oferta norte-americana, os dados servirão de base para as projeções de produção da safra 2026/27.

Enquanto isso, investidores permanecem atentos à evolução do clima nos Estados Unidos, ao comportamento da demanda global e ao ritmo das exportações, fatores que continuarão determinando a formação dos preços internacionais e seus reflexos sobre o mercado brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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