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Onda de calor intenso provoca estresse térmico em frutas e hortaliças

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As fortes ondas de calor que atingem todo o país – exceto a região Sul – causam estresse térmico nas pessoas, nos animais e também em diversas culturas agrícolas que precisam de temperaturas amenas para se desenvolver de modo saudável. “Diante desse desafio, que se agrava em razão do fenômeno El Niño e do próprio aquecimento global, o uso de biossoluções se destaca no auxílio aos agricultores para evitar perdas financeiras e de produtividade”, informa Gustavo Gonella, diretor de marketing da Acadian Plant Health (APH) na Latam Sul.

“O mercado de bioestimulação tem crescido exponencialmente nos últimos anos. O sucesso dessas soluções deve-se, principalmente, ao seu alinhamento com a produção sustentável. Por ser naturais, apresentam diversos benefícios em relação aos insumos tradicionais. A tecnologia que vem da Acadian Plant Health (APH), oferece, por meio dos extratos da alga marinha Ascophyllum nodosum, tratamento completo para diversas culturas – desde o plantio até a colheita. Trata-se de um processo completo de benefícios”, acrescenta Gonella.

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A alga marinha Ascophyllum nodosum é exclusiva de águas frias do Atlântico Norte e de zonas intermaré e vive sob condições inóspitas: em determinados períodos, fica submersa em água salgada; em outros, exposta à desidratação, em razão da maré baixa. Dessa forma, enfrenta temperaturas extremas, o que garante excelente desempenho como bioestimulador em qualquer situação meteorológica – inclusive, durante as atuais fortes ondas de calor.

“Tais características fizeram com que a Ascophyllum nodosum desenvolvesse mecanismos de sobrevivência por meio de compostos bioativos – a mesma tecnologia está disponível em seus extratos, disponíveis no Brasil. Essa alga marinha é ingrediente ativo para biossoluções e tem auxiliado produtores rurais na potencialização da qualidade das lavouras e diante de fatores de estresse que afetam o sucesso da agricultura”, complementa Gustavo Gonella.

Segundo Cleiton Alves, gerente técnico regional da APH, “os extratos de Ascophyllum nodosum são um complemento eficaz aos insumos químicos. Os bioestimulantes representam a mais nova tecnologia para proteção das lavouras contra o aumento do estresse abiótico causado pelas mudanças climáticas, garantindo produtividade e qualidade em um ambiente volátil, uma vez que o processo tecnológico da Acadian Plant Health assegura que os compostos bioativos sejam extraídos em seu estado mais puro e ativo”.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro argentino deve gerar US$ 36,1 bilhões em 2026 com avanço da soja e do milho, projeta Bolsa de Rosario

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O setor agropecuário da Argentina deve voltar a desempenhar papel decisivo na geração de dólares para a economia em 2026. A combinação entre aumento da produção de grãos e recuperação parcial dos preços internacionais elevou as projeções de exportação, em um momento em que o país segue altamente dependente da entrada de divisas externas para equilibrar suas contas.

Segundo estimativas divulgadas pela Bolsa de Comércio de Rosario, a liquidação de divisas do agronegócio argentino deve atingir US$ 36,111 bilhões em 2026. O valor representa um acréscimo de cerca de US$ 800 milhões em relação à projeção anterior e praticamente repete o desempenho estimado para 2025, mantendo o complexo agroexportador como principal fonte de dólares da economia argentina.

Soja e milho lideram revisão positiva da safra

A revisão para cima das projeções está diretamente relacionada ao desempenho esperado das principais culturas do país, especialmente soja e milho.

De acordo com a atualização do GEA-BCR, a produção de soja na safra 2025/26 foi estimada em 50 milhões de toneladas, um aumento de 2 milhões em relação à projeção anterior. Já o milho teve sua estimativa elevada para 68 milhões de toneladas, avanço de 1 milhão frente ao cálculo divulgado em abril.

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Com maior disponibilidade de grãos, o setor industrial argentino tende a ganhar fôlego ao longo do ciclo. A moagem de soja deve crescer cerca de 1 milhão de toneladas, sustentando o processamento local e ampliando a oferta de derivados. No comércio exterior, as exportações de farelo e óleo de soja também devem registrar expansão. No caso do milho, a projeção indica incremento de aproximadamente 500 mil toneladas nas vendas externas.

Cotações e fluxo de exportação sustentam receitas

Além do aumento da produção, o cenário internacional mais favorável também contribui para o reforço das receitas do agro argentino. A recuperação recente das cotações de diversas commodities agrícolas elevou o valor estimado das exportações, fortalecendo a entrada de divisas no país.

O cálculo da Bolsa de Rosario considera tanto as liquidações realizadas no Mercado Livre de Câmbio quanto as operações via Contado com Liquidação, mecanismo amplamente utilizado por exportadores argentinos.

Entrada de dólares ainda abaixo de 2025 no início do ano

Apesar da perspectiva positiva para o ano fechado, o fluxo de divisas nos primeiros meses de 2026 ainda apresenta desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano anterior.

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Entre janeiro e abril, o setor agroexportador argentino aportou cerca de US$ 8,516 bilhões, abaixo dos mais de US$ 9 bilhões registrados no primeiro quadrimestre de 2025. Segundo analistas, a diferença está ligada a fatores como o efeito residual da redução temporária de retenções, antecipação de vendas no ciclo anterior e o ritmo mais lento da colheita em abril.

Ainda assim, o mercado projeta que a aceleração da safra ao longo dos próximos meses tende a compensar parcialmente esse atraso, consolidando o agro como pilar central da geração de divisas da Argentina em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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